A Bíblia mostra a relação entre a Babilônia e a astrologia, e muitas vezes faz referência aos astrólogos babilônios. (Daniel 4:7; 5:7, 11) Nos dias do profeta Daniel, a astrologia era tão difundida na Caldéia (Babilônia) que usar o termo “caldeu” era praticamente o mesmo que se referir aos astrólogos.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
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