Os crentes na astrologia citarão exemplos para provar a fidedignidade de horóscopos feitos diretamente para certas pessoas. Mas, têm de admitir que, às vezes, os astrólogos cometem graves erros na “leitura dos astros”. E não conseguem concordar se deviam ser usados o momento e o local do NASCIMENTO ou da CONCEPÇÃO para se fazer um horóscopo. A diferença de tempo poderia ser de nove meses!
Caso fiquem satisfeitos quanto ao momento e ao local usados, que dizer da interpretação? “Notará que cada casa [divisão de um horóscopo] possui vários significados”, revela o livro “Astrologia Para a Era Aquariana” (em inglês). Qual é a correta? O livro continua: “Poderá ver então que é o melhor juiz quanto a que significados são os mais aplicáveis em seu caso.” Todavia, poderia sua própria escolha ser errada?
Em vista destas incertezas, acha que uma pessoa poderia ficar confiante de que seu horóscopo foi feito numa base fidedigna, e foi corretamente interpretado?
É verdade que, às vezes, os astrólogos fizeram predições exatas. Por exemplo, alguns astrólogos predisseram a inesperada eleição de Harry Truman à presidência dos Estados Unidos, em 1948, e a derrota surpreendente de Napoleão em Waterloo, em 1815.
Todavia, por outro lado, um grupo de destacados astrólogos ingleses, em 1939, quando as nações estavam à beira da guerra mundial, asseguraram seus seguidores de que, segundo os signos astrológicos, não havia nenhuma guerra iminente. Uma enquête realizada em 1941, dos três astrólogos ingleses mais populares, revelou que, dentre 30 predições, a melhor delas só era 40 por cento correta, ao passo que um de seus colegas só tinha acertado em 13 por cento. Será que qualquer destes graus de exatidão justificam sua confiança? Poderia tal fonte realmente guiá-lo para fazer decisões sábias que o ajudariam a evitar a calamidade?
Dá-se conta de que, há 2.500 anos atrás, as pessoas que deram origem à astrologia e confiavam muitíssimo nela verificaram que era péssimo guia? Não conseguiu alertá-las para o desastre impendente. A Bíblia menciona isso. Dirigindo-se à nação de Babilônia, ela afirma: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e lhe salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. . . . Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Isa. 47:13, 14, “Good News Bible”.
Aqueles que ‘estudavam as estrelas’ falharam por completo em prover orientação confiável — e isso quando a nação confrontava um fim desastroso. Poderia a utilização dum horóscopo igualmente lhe deixar desapontado?
Embora reconhecida como indigna de confiança, muitos ainda consideram sua utilização como “divertimento inofensivo”. Assim . . .
sexta-feira, 28 de maio de 2010
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