Os babilônios criam que os corpos celestes eram as moradas dos deuses e, portanto, podiam influenciar as vidas humanas. Neste respeito, declara Beacon Lights of History (Faróis da História) de John Lord, no volume um, página quarenta e sete: “Há ainda outra classe inferior de deidades entre os assírios e babilônios que eram objetos de adoração, e que se supunha tinham grande influência nos assuntos humanos. Estas deidades eram os planetas com diferentes nomes.”
Ao maior planeta, agora chamado Júpiter, deram o nome de seu deus Marduque. Os babilônios consideravam o touro como símbolo de Marduque. Este animal tornou-se um dos mais importantes signos do zodíaco e é chamado Tauro pelos astrólogos atualmente.
Todo o movimento e fenômeno celeste, tal como o nascer e o pôr-do-sol, os equinócios e os solstícios, as fases da lua, os eclipses e o movimento dos meteoros, eram considerados como sendo atos desses deuses. Assim, fizeram-se elaborados mapas e tabelas destes movimentos na crença de que revelariam o que aconteceria no futuro com os assuntos humanos.
Ora, crê honestamente que pode obter conhecimento exato do futuro por voltar-se para os deuses falsos da antiga Babilônia? Mesmo que não considere os planetas e as estrelas como deuses, por confiar na astrologia estaria confiando nesses deuses. Por quê? Porque eram a base em que se edificou a astrologia, a razão para se pensar que as estrelas e os planetas influenciam as vidas humanas.
Visto que os deuses antigos não são mais indicados como explicação do por que a pessoa pensa que a astrologia funcione, tem-se sustentado que os corpos celestes liberam “emanações” que influenciam as pessoas. Os cientistas não captaram nenhuma emanação suficientemente forte para afetar os caracteres e os destinos dos homens. Assim, a que atribui tal pessoa o poder por trás da astrologia? Deve pensar de coração que há alguma força sobrenatural ligada com ela assim como outras pessoas pensam que tal força atua mediante uma quiromante. Em realidade, está confiando no espiritismo quer queira reconhecer isto quer não.
Já vimos que a astrologia não é um previsor fidedigno de eventos futuros, que é uma forma de adivinhação, que foi idealizada na crença errônea de que os planetas e as estrelas são deuses, e que tem raízes profundas no paganismo babilônio. Em vista disso, acha que é algo no qual um cristão deva interessar-se?
domingo, 20 de junho de 2010
Começou na Babilônia
Ao examinar a história, verificará que a astrologia sempre esteve intimamente associada com povos supersticiosos e idólatras. De fato, é evidente que teve seu início na antiga Babilônia, a fonte de práticas religiosas enganosas, degradantes e falsas. O livro Religion of Babylonia and Assyria de Jastrow fala da “profunda impressão causada no mundo antigo pelas notáveis manifestações do pensamento religioso em Babilônia e pela atividade religiosa prevalecente naquela região”. Outro livro, The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) de J. Garnier, observa que “as pesquisas de escritores modernos . . . consideram, uniformemente, a Babilônia e a Assíria como o berço do antigo paganismo”.
Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”
Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.
Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”
Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.
Forma de Adivinhação
A astrologia afirma que oferece à pessoa uma visão do futuro com respeito a si mesma. Similarmente, os antigos idólatras procuravam presságios do futuro nas marcas do fígado de animais sacrificados. Consideravam tais marcas como reflexos em miniatura das estrelas, que julgavam que influenciavam suas vidas. Também procuravam presságios no vôo das aves e no movimento das estrelas e planetas. Estas são todas formas de adivinhação.
Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”
Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”
Linguagem Ambígua
A linguagem da astrologia, como talvez saiba, é geralmente ambígua. Isto permite diferentes interpretações. Talvez se diga a uma pessoa que “uma relação com um amigo sofrerá um refinamento”, que em certa data haverá um “acontecimento agradável” na vida de alguém, e assim por diante.
A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”
Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.
Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.
A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”
Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.
Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.
Quão Exata?
Lembra-se da afirmação que os astrólogos da Índia fizeram de que horrível calamidade ia acontecer em 1962? Ficaram excitados quando cinco planetas iam conjuntar-se, isto é, ficariam em posições tais que uma linha imaginária traçada da terra ao espaço os atravessaria. Simultaneamente, o sol iria entrar em eclipse com a lua. Esta raridade no movimento destes corpos celestes devia acontecer numa área do zodíaco que é considerada desfavorável.
Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.
Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.
Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.
Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.
Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.
Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.
Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.
Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.
O Zodíaco
Os astrólogos chamam de zodíaco àquela parte do céu acima da terra por onde se movem o sol, a lua e as estrelas. O nome vem do grego e significa “círculo de animais”. Cada um destes designa uma constelação de estrelas, chamada “signo” do zodíaco. Assim, um dos doze signos, o Escorpião, é representado por um escorpião e simboliza o período de 24 de outubro a 22 de novembro. Tauro, outro signo, é representado por um touro e simboliza o período de 21 de abril a 21 de maio. As pessoas nascidas durante quaisquer um destes períodos abrangidos por esses doze signos têm supostamente certas características diferentes das possuídas por pessoas nascidas em outros períodos; assim afirma a astrologia.
À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.
A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?
À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.
A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?
O que a astrologia oferece?
SEM dúvida, a popularidade da astrologia deve-se ao desejo comum das pessoas de conhecer o futuro. Já não sentiu esse desejo? Não é especialmente forte quando alguém se confronta com sentimentos de insegurança, confusão e incerteza quanto a qual seria a melhor coisa a fazer? Mas, pode confiar na astrologia para que lhe dê informações fidedignas sobre o futuro?
A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.
Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.
No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?
A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.
Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.
No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?
A crescente popularidade da astrologia
JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Poderiam os Horóscopos Ser Prejudiciais?
Sim, poderiam. Ao ler as colunas de horóscopos, corre o risco de perder a capacidade de fazer significativas decisões, ou, como se expressa o astrônomo Roger Culver: “O perigo é que passe a responsabilidade para outrem — os astros me obrigaram a fazer isso. Na verdade, a pessoa talvez leia as colunas apenas para divertir-se, mas, suponhamos que certo evento em sua vida coincida com o que leu no horóscopo. Não poderia tal pessoa ser sutilmente levada a crer que existe alguma verdade nas predições dos horóscopos? Não seria tentada a ficar mais profundamente envolvida na astrologia?
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Ajudam Realmente os Horóscopos?
É claro que sim, respondem seus fervorosos adeptos. Por que pensam assim? Certa pessoa explicou: “Leio todo dia meu horóscopo . . . e diria que em cerca de 80 por cento as coisas que me disseram se provaram corretas.” Sim, tais pessoas acham que soluções, ou pelo menos orientações, para seus problemas, podem ser encontradas nos horóscopos.
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Horóscopos — ajudam ou prejudicam?
UMA dona-de-casa inicia sua rotina diária pela leitura duma coluna de jornal sobre “O Que Dizem os Astros”. Um operador da bolsa telefona para seu astrólogo antes de negociar. Um aficionado de corridas de cavalos segura um maço de dinheiro em uma das mãos e, na outra, o livro Como Apostar nos Cavalos, Segundo os Horóscopos. Os astros dos esportes, os políticos e muitos outros consultam obrigatoriamente seus horóscopos antes de fazerem uma decisão.
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Pode-se confiar em horóscopos?
ENTRE os horríveis crimes da II Guerra Mundial achavam-se os cometidos pelo Dr. Marcel Petiot. Ele ganhava a vida oferecendo às pessoas um salvo-conduto para deixar a França, então ocupada pelos nazistas. No entanto, assassinava seus clientes, apossava-se dos bens deles, e dissolvia o corpo deles num banho de cal virgem. Por fim, Petiot foi apanhado, e, em sua cela de morte admitiu ter matado 63 pessoas. O que, porém, tem isso que ver com horóscopos?
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
sexta-feira, 4 de junho de 2010
É Científica a Astrologia?
As descobertas científicas, nos tempos mais recentes, representam formidáveis desafios para a astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
Será que as estrelas realmente controlam sua vida?
Será que as estrelas realmente controlam sua vida?
“UMA porção de pessoas querem saber de coisas bobas, corriqueiras — quando vou ganhar um milhão de dólares, ou quando vou conhecer o Sr. Maravilha?”, afirma um astrólogo de tempo parcial. Deveras, a maioria das pessoas se chega à astrologia como um meio de saber algo sobre seu futuro. E muitos astrólogos se mostram ansiosos de procurar satisfazer seu desejo — naturalmente que por um preço.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
“UMA porção de pessoas querem saber de coisas bobas, corriqueiras — quando vou ganhar um milhão de dólares, ou quando vou conhecer o Sr. Maravilha?”, afirma um astrólogo de tempo parcial. Deveras, a maioria das pessoas se chega à astrologia como um meio de saber algo sobre seu futuro. E muitos astrólogos se mostram ansiosos de procurar satisfazer seu desejo — naturalmente que por um preço.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
O que é a astrologia?
Segundo a Enciclopédia Delta Universal, a astrologia “baseia-se na crença de que os corpos celestes distribuem-se de tal forma que podem revelar o futuro, a personalidade e o caráter das pessoas”. Os astrólogos afirmam que as posições precisas dos planetas e dos signos do zodíaco no momento em que a pessoa nasceu podem influenciar o rumo da vida dela. A posição desses corpos celestes num determinado momento é chamada de horóscopo.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A astrologia é a chave para o seu futuro?
COMO você pode melhorar sua vida, ter sucesso no amor e conseguir dinheiro? Muitas pessoas procuram a resposta na astrologia. Todo dia, milhões consultam o horóscopo nos jornais na esperança de melhorar suas perspectivas na vida. Sabe-se que até mesmo líderes mundiais tomam suas decisões com base nas estrelas.
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
A Comissão de Investigação Científica de Afirmações de Paranormalidade (dos EUA), em 16 de novembro de 1984, sugeriu a inclusão da seguinte observação refutadora em todas as colunas de horóscopos: As previsões horoscópicas que seguem devem ser lidas apenas como divertimento. Tais predições não têm base em fatos científicos.”
“As pessoas estão confusas. Querem ajuda para fazerem decisões que envolvam suas finanças, seus relacionamentos pessoais e seu emprego. A religião não está satisfazendo tal carência, como outrora o fazia, e a psiquiatria tem suas limitações. Assim . . . na tentativa de ligar-se a algo que parece ter possibilidade científica [elas] se voltaram, em grande número, para a astrologia.” 3— Dr. Alan Rosenburg, psiquiatra, revista Natural/Science Annual.
Pode-se confiar em horóscopos?
ENTRE os horríveis crimes da II Guerra Mundial achavam-se os cometidos pelo Dr. Marcel Petiot. Ele ganhava a vida oferecendo às pessoas um salvo-conduto para deixar a França, então ocupada pelos nazistas. No entanto, assassinava seus clientes, apossava-se dos bens deles, e dissolvia o corpo deles num banho de cal virgem. Por fim, Petiot foi apanhado, e, em sua cela de morte admitiu ter matado 63 pessoas. O que, porém, tem isso que ver com horóscopos?
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
QUÃO FIDEDIGNOS SÃO OS HORÓSCOPOS?
Os horóscopos baseiam-se na astrologia. Os astrólogos dizem que, para ser inteiramente exato, um horóscopo precisa basear-se na posição dos corpos celestes no instante e local exatos do nascimento da pessoa.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
São os horóscopos guias fidedignos?
São os horóscopos guias fidedignos?
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
São os horóscopos guias fidedignos?
São os horóscopos guias fidedignos?
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A crescente popularidade da astrologia
JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
O Conceito Cristão Sobre a Astrologia
O que, então, deve o cristão fazer ao ver a astrologia granjear popularidade? Pode tirar proveito do exemplo dos primitivos cristãos que viviam no Império Romano.
A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”
Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.
Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?
Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.
Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Deus, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.
Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.
A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”
Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.
Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?
Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.
Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Deus, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.
Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.
Proscrita a Astrologia
Visto que a astrologia descende da religião falsa, babilônica, não é compreensível a razão de Deus a ter proscrito de sua nação de Israel? Por assim fazer, revelou seu conceito dela, e os cristãos hodiernos são guiados por este. Na sua lei àquela nação, disse: “Não se deve achar em ti alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro.” — Deu. 18:10.
O que tem que ver este texto com a astrologia? Note a referência à “adivinhação”. Conforme já vimos, a astrologia é uma forma de adivinhação. A astrologia também envolve procurar presságios nos movimentos dos planetas e das estrelas, e o ‘procurar presságios’ foi também incluído nesta proibição divina.
A lei de Deus prosseguiu a dizer: “Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus, e é por causa destas coisas detestáveis que Deus, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (Deu. 18:12) Visto que Deus não muda, não podemos esperar que tenha a mesma atitude atualmente para com todas as formas de adivinhação? Não acharia a astrologia tão detestável atualmente quanto achou nos tempos antigos quando era parte da religião babilônica?
O que tem que ver este texto com a astrologia? Note a referência à “adivinhação”. Conforme já vimos, a astrologia é uma forma de adivinhação. A astrologia também envolve procurar presságios nos movimentos dos planetas e das estrelas, e o ‘procurar presságios’ foi também incluído nesta proibição divina.
A lei de Deus prosseguiu a dizer: “Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus, e é por causa destas coisas detestáveis que Deus, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (Deu. 18:12) Visto que Deus não muda, não podemos esperar que tenha a mesma atitude atualmente para com todas as formas de adivinhação? Não acharia a astrologia tão detestável atualmente quanto achou nos tempos antigos quando era parte da religião babilônica?
É a astrologia para os cristãos?
DO JEITO que a astrologia granjeia popularidade entre as pessoas que professam ser cristãs, que atitude deve o cristão tomar para com ela? Quando precisa de orientação, seria correto que se voltasse para a astrologia? Ou, talvez por mera curiosidade, poderia pedir que um astrólogo lesse seu horóscopo?
Visto que a astrologia é essencialmente um produto da religião politeísta, como poderia um verdadeiro cristão, que crê num único Deus, dirigir-se a ela em busca de conselho? Será que o Criador o consideraria favoravelmente se fizesse isso?
Talvez diga que a astrologia não mais está associada com a religião politeísta e as estrelas não são mais consideradas deuses. Isto talvez se dê entre a maioria das pessoas instruídas, mas a prática se originou com tal religião, e seu conceito básico se derivou da crença religiosa falsa de que as estrelas e os planetas eram deuses. Não é o ramo que cresce de uma árvore ainda parte da árvore?
Visto que a astrologia é essencialmente um produto da religião politeísta, como poderia um verdadeiro cristão, que crê num único Deus, dirigir-se a ela em busca de conselho? Será que o Criador o consideraria favoravelmente se fizesse isso?
Talvez diga que a astrologia não mais está associada com a religião politeísta e as estrelas não são mais consideradas deuses. Isto talvez se dê entre a maioria das pessoas instruídas, mas a prática se originou com tal religião, e seu conceito básico se derivou da crença religiosa falsa de que as estrelas e os planetas eram deuses. Não é o ramo que cresce de uma árvore ainda parte da árvore?
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