ASTROLOGIA: “complemento e aliado da astronomia.” — Johannes Kepler (1571-1630), astrônomo alemão.
“A astrologia é uma doença, não uma ciência. . . . É uma árvore sob cuja sombra vicejam toda sorte de superstições.” — Moses Maimônides (1135-1204), erudito judeu da Idade Média.
“Uma proto-ciência que afirma poder avaliar a personalidade e o comportamento individual e predizer tendências e eventos futuros à base do aspecto dos céus. . . . Provavelmente por volta do 6.° século AC — os caldeus no sul do Iraque alegadamente criaram o horóscopo pessoal. Isto dizia respeito às influências exercidas pelas estrelas fixas, por ocasião do nascimento, bem como pelo Sol, pela Lua e pelos cinco planetas. . . . Os procedimentos da astrologia e a interpretação de horóscopos dependem de conceitos que os astrônomos e a maioria dos outros cientistas consideram ser subjetivos e inaceitáveis.” — C. A. Ronan, coordenador de projeto, Curadoria da História da Ciência do Leste da Ásia, Cambridge, Inglaterra, e colaborador da The International Encyclopedia of Astronomy, de onde essa citação foi tirada.
Ilustrando essa subjetividade, Ronan explica que, enquanto que para a mentalidade ocidental o planeta vermelho, Marte, se relaciona com guerra e beligerância, para os chineses, vermelho é uma cor bela, e Marte é encarado como tendo uma influência benigna. Em contraste, a mitologia ocidental associa Vênus com brancura e beleza. Para os chineses, “o branco . . . é considerado a cor da morte, da decadência e da destruição; Vênus era, pois, mencionado como ‘o sombrio planeta da guerra’”.
Ronan prossegue: “Apesar de sua natureza proto-científica, a astrologia nos tempos primitivos desempenhou uma parte útil em promover a observação astronômica e em suprir fundos para realizá-la.”
Em 1975, 19 ganhadores de prêmios Nobel, junto com outros cientistas, lançaram um manifesto intitulado “Objeções à Astrologia — Declaração de 192 Destacados Cientistas”. Dizia:
“Nos tempos antigos, as pessoas . . . não tinham nenhum conceito das amplas distâncias entre a Terra e os planetas e estrelas. Agora que tais distâncias podem ser calculadas, e têm sido calculadas, podemos depreender quão infinitesimamente pequenos são os efeitos gravitacionais e outros, produzidos pelos planetas distantes, e pelas estrelas, ainda mais longínquas. É simplesmente um erro imaginar que as forças exercidas pelas estrelas e pelos planetas, no momento do nascimento, possam, de algum modo, moldar nosso futuro.”
segunda-feira, 31 de maio de 2010
“A estrela” de Belém
Provavelmente uma das mais conhecidas estrelas mencionadas na Bíblia é a “estrela” de Belém que guiou os astrólogos das “regiões orientais” à casa para onde Jesus havia sido levado por seus pais depois de seu nascimento num estábulo. Que estrela era essa? Certamente não era uma estrela comum, pois era suficientemente baixa para os astrólogos a seguirem por cerca de 1.600 quilômetros. A “estrela” levou-os primeiro a Jerusalém. Ao saber disso, o Rei Herodes os interrogou e então decidiu matar o menino Jesus. Daí, a “estrela” conduziu os astrólogos para a casa em que Jesus vivia. Com certeza, nenhuma estrela normal poderia fazer isso. Será que esse objeto semelhante a uma estrela se originou de Deus? Visto que a visita dos astrólogos levou indiretamente à matança de “todos os meninos em Belém e em todos os seus distritos, de dois anos de idade para baixo”, não é razoável concluir que a “estrela” foi algo usado pelo Adversário de Deus, Satanás, numa tentativa de destruir o Filho de Deus? — Mateus 2:1-11, 16.
Deve-se lembrar também que os astrólogos vieram do Oriente, talvez de Babilônia, um antigo centro de magia, feitiçaria e astrologia. Muitos corpos celestes receberam nomes de deuses de Babilônia. Nos dias do Rei Nabucodonosor, a adivinhação foi usada para ajudá-lo a traçar a rota de sua campanha de batalha. — Ezequiel 21:20-22.
O profeta Isaías desafiou os conselheiros de Babilônia, dizendo: “Apesar de todos os conselheiros que tem, você [Babilônia] não poderá escapar. Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. Pois eles são como palha; o fogo os destruirá, e eles não poderão se salvar . . . nenhum deles poderá salvar você.” Fiel à profecia de Isaías, a poderosa Babilônia foi derrubada por Ciro, o Grande, em 539 AEC. A orientação que tais astrólogos babilônios diziam vir das estrelas resultou em desastre para todos os envolvidos. — Isaías 47:13-15, A Bíblia na Linguagem de Hoje.
Significa isso que nada temos a aprender das estrelas?
Deve-se lembrar também que os astrólogos vieram do Oriente, talvez de Babilônia, um antigo centro de magia, feitiçaria e astrologia. Muitos corpos celestes receberam nomes de deuses de Babilônia. Nos dias do Rei Nabucodonosor, a adivinhação foi usada para ajudá-lo a traçar a rota de sua campanha de batalha. — Ezequiel 21:20-22.
O profeta Isaías desafiou os conselheiros de Babilônia, dizendo: “Apesar de todos os conselheiros que tem, você [Babilônia] não poderá escapar. Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. Pois eles são como palha; o fogo os destruirá, e eles não poderão se salvar . . . nenhum deles poderá salvar você.” Fiel à profecia de Isaías, a poderosa Babilônia foi derrubada por Ciro, o Grande, em 539 AEC. A orientação que tais astrólogos babilônios diziam vir das estrelas resultou em desastre para todos os envolvidos. — Isaías 47:13-15, A Bíblia na Linguagem de Hoje.
Significa isso que nada temos a aprender das estrelas?
O que dizem as Escrituras sobre as estrelas
A Bíblia fala muitas vezes em estrelas, tanto literal como figurativamente. Por exemplo, segundo um salmista, o Criador fez “a lua e as estrelas para reger a noite”, de modo que as estrelas ajudariam a fornecer luz para a Terra. (Salmo 136:9, Tanakh) Mais tarde, ao fazer um pacto com o fiel Abraão, Deus disse: “‘Olha para os céus, por favor, e conta as estrelas, se as puderes contar.’ E prosseguiu, dizendo-lhe: ‘Assim se tornará o teu descendente.’” (Gênesis 15:5) O apóstolo Paulo indicou que as estrelas têm diferenças, dizendo: “A glória do sol é de uma sorte e a glória da lua é de outra, e a glória das estrelas é de outra; de fato, estrela difere de estrela em glória.” (1 Coríntios 15:41) Ao mesmo tempo, esse vasto número de estrelas e sua glória não fogem ao domínio ou ao controle do seu Criador: “Ele está contando o número das estrelas; a todas elas chama pelos seus nomes.” — Salmo 147:4.
Por outro lado, verificamos que as Escrituras muitas vezes usam estrelas para se referir a pessoas, governantes e anjos. José, filho de Jacó, teve um sonho em que seus pais são representados como ‘o sol e a lua’ e seus irmãos como “estrelas”. Anjos são chamados de “estrelas da manhã”. Fala-se de o rei de Babilônia almejar estar acima das “estrelas de Deus”, os governantes davídicos da nação de Israel. Homens instáveis na congregação cristã são assemelhados a “estrelas sem rumo fixo”, ao passo que corpos de anciãos congregacionais fiéis são mencionados como “estrelas” na mão direita de Cristo. — Gênesis 37:9, 10; Jó 38:7; Isaías 14:13; Judas 13; Revelação (Apocalipse) 1:16.
Certo relato bíblico diz que “as estrelas, desde as suas órbitas, lutaram contra Sísera”, o chefe de exército do Rei Jabim, de Canaã, que havia oprimido a nação de Israel por 20 anos. Deus nomeou o Juiz Baraque, de Israel, para salvar Israel desse jugo e deu-lhe uma retumbante vitória sobre Sísera, embora este tivesse novecentos carros de guerra com foices de ferro nas rodas. No cântico de vitória, os israelitas cantaram: “Desde o céu lutaram as estrelas, desde as suas órbitas lutaram contra Sísera.” Não se fornece nenhuma explicação sobre como as estrelas lutaram. Em vez de presumir que as estrelas exerceram uma influência direta na batalha, é mais razoável crer que essa expressão indica alguma forma de intervenção divina a favor de Israel. — Juízes 5:20.
Por outro lado, verificamos que as Escrituras muitas vezes usam estrelas para se referir a pessoas, governantes e anjos. José, filho de Jacó, teve um sonho em que seus pais são representados como ‘o sol e a lua’ e seus irmãos como “estrelas”. Anjos são chamados de “estrelas da manhã”. Fala-se de o rei de Babilônia almejar estar acima das “estrelas de Deus”, os governantes davídicos da nação de Israel. Homens instáveis na congregação cristã são assemelhados a “estrelas sem rumo fixo”, ao passo que corpos de anciãos congregacionais fiéis são mencionados como “estrelas” na mão direita de Cristo. — Gênesis 37:9, 10; Jó 38:7; Isaías 14:13; Judas 13; Revelação (Apocalipse) 1:16.
Certo relato bíblico diz que “as estrelas, desde as suas órbitas, lutaram contra Sísera”, o chefe de exército do Rei Jabim, de Canaã, que havia oprimido a nação de Israel por 20 anos. Deus nomeou o Juiz Baraque, de Israel, para salvar Israel desse jugo e deu-lhe uma retumbante vitória sobre Sísera, embora este tivesse novecentos carros de guerra com foices de ferro nas rodas. No cântico de vitória, os israelitas cantaram: “Desde o céu lutaram as estrelas, desde as suas órbitas lutaram contra Sísera.” Não se fornece nenhuma explicação sobre como as estrelas lutaram. Em vez de presumir que as estrelas exerceram uma influência direta na batalha, é mais razoável crer que essa expressão indica alguma forma de intervenção divina a favor de Israel. — Juízes 5:20.
Uma abundância de estrelas
A simples quantidade de estrelas e seu tamanho inspiram reverência. Estima-se que existam no Universo cerca de 100 bilhões de galáxias, ou enormes agrupamentos de estrelas. A The International Encyclopedia of Astronomy diz: “Este é o número de grãos de arroz que poderiam caber numa catedral típica.” A galáxia Via-Láctea, da qual o nosso sistema solar faz parte, tem calculadamente no mínimo essa mesma quantidade de estrelas. A estrela mais próxima da Terra (afora o Sol), do grupo Alfa Centauro, dista uns 4,3 anos-luz. Um ano-luz é a distância que a luz viaja num ano. Isto significa que quando olhamos para essa estrela, a luz que entra nos nossos olhos deixou a estrela 4,3 anos antes e, durante todo esse tempo, viajou através do espaço à velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Não está ao alcance da nossa capacidade mental imaginar essa distância. No entanto, esta é apenas a estrela mais próxima. Algumas estrelas distam bilhões de anos-luz de nossa galáxia. Não é de admirar que o profeta de Deus declarasse: “Eis que as nações são como uma gota dum balde; e foram consideradas como a camada fina de pó na balança. Eis que ele levanta as próprias ilhas como se fossem apenas pó miúdo.” (Isaías 40:15) Quem se importa com uma partícula de pó?
O corpo celeste mais próximo da Terra é a Lua, que exerce uma decidida influência sobre a Terra, sendo que em alguns lugares a sua gravidade chega a causar uma diferença de mais de 15 metros entre a maré alta e a maré baixa. De acordo com três cientistas franceses, acredita-se hoje que é a gravidade da Lua que mantém o eixo da Terra numa inclinação de 23 graus, garantindo assim uma mudança regular de estações. (Nature, 18 de fevereiro de 1993) Visto que a Lua exerce tal influência física sobre o nosso planeta, é razoável perguntar: que dizer dos bilhões de estrelas? Primeiro, porém, o que nos dizem sobre as estrelas as fontes antigas, como a Bíblia?
O corpo celeste mais próximo da Terra é a Lua, que exerce uma decidida influência sobre a Terra, sendo que em alguns lugares a sua gravidade chega a causar uma diferença de mais de 15 metros entre a maré alta e a maré baixa. De acordo com três cientistas franceses, acredita-se hoje que é a gravidade da Lua que mantém o eixo da Terra numa inclinação de 23 graus, garantindo assim uma mudança regular de estações. (Nature, 18 de fevereiro de 1993) Visto que a Lua exerce tal influência física sobre o nosso planeta, é razoável perguntar: que dizer dos bilhões de estrelas? Primeiro, porém, o que nos dizem sobre as estrelas as fontes antigas, como a Bíblia?
As estrelas e o homem: existe alguma relação?
A PRÁTICA de observar as estrelas não é nova. Segundo a Enciclopédia Delta Universal, agricultores há milhares de anos “observaram as estrelas para saber quando iniciar o plantio. Os viajantes aprenderam a usar as estrelas para orientar-se”. Ainda hoje, nas viagens espaciais, as estrelas são usadas como guias. Os antigos também inventaram mitos sobre pessoas e animais que achavam estar representados em grupos de estrelas, ou constelações. Com o tempo, as pessoas passaram a achar que as estrelas podiam influenciar a sua vida.
É a astrologia para os cristãos?
DO JEITO que a astrologia granjeia popularidade entre as pessoas que professam ser cristãs, que atitude deve o cristão tomar para com ela? Quando precisa de orientação, seria correto que se voltasse para a astrologia? Ou, talvez por mera curiosidade, poderia pedir que um astrólogo lesse seu horóscopo?
Visto que a astrologia é essencialmente um produto da religião politeísta, como poderia um verdadeiro cristão, que crê num único Deus, dirigir-se a ela em busca de conselho? Será que o Criador o consideraria favoravelmente se fizesse isso?
Talvez diga que a astrologia não mais está associada com a religião politeísta e as estrelas não são mais consideradas deuses. Isto talvez se dê entre a maioria das pessoas instruídas, mas a prática se originou com tal religião, e seu conceito básico se derivou da crença religiosa falsa de que as estrelas e os planetas eram deuses. Não é o ramo que cresce de uma árvore ainda parte da árvore?
Visto que a astrologia é essencialmente um produto da religião politeísta, como poderia um verdadeiro cristão, que crê num único Deus, dirigir-se a ela em busca de conselho? Será que o Criador o consideraria favoravelmente se fizesse isso?
Talvez diga que a astrologia não mais está associada com a religião politeísta e as estrelas não são mais consideradas deuses. Isto talvez se dê entre a maioria das pessoas instruídas, mas a prática se originou com tal religião, e seu conceito básico se derivou da crença religiosa falsa de que as estrelas e os planetas eram deuses. Não é o ramo que cresce de uma árvore ainda parte da árvore?
domingo, 30 de maio de 2010
O Que Dizer das Datas do Zodíaco?
Há ainda outra séria dificuldade. Lembramo-nos de que as datas dos signos do zodíaco foram calculadas à base das constelações que apareciam neles há cerca de dois mil anos. Nesse tempo, por exemplo, a constelação de Áries podia ser vista na seção de “Aries” do zodíaco. O sol apareceria nesta constelação no equinócio da primavera setentrional (cerca de 21 de março) e permanecia ali por cerca de trinta dias. Os mapas do zodíaco fornecem a impressão de que isto ainda se dá, designando o período de 21 de março a 20 de abril a Áries. Mas, isto é incorreto. The World Book Encyclopedia explica porque:
“A cada ano, o sol cruza o equador a cerca de 50 segundos do arco a oeste dos pontos em que o cruzou o ano antes. Este movimento para o ocidente, dos pontos equinociais, é chamado de precessão dos equinócios. . . .
“Devido à precessão, os signos do zodíaco não mais correspondem às constelações em honra das quais foram chamados. Há mais de 2.000 anos, o sol estava na parte do céu chamada de Aries no equinócio da primavera [setentrional] e é ainda chamada de a primeira de Aries. Acha-se agora na constelação de Pisces, e se move no sentido da constelação chamada Aquarius no zodíaco.”
Assim, as datas fornecidas nos mapas do zodíaco para o aparecimento do sol nas várias constelações estão todas deslocadas uma seção, ou, como se expressa a mesma enciclopédia: “Atualmente, as estrelas de Aries se acham no signo [seção] de Taurus. As de Taurus acham-se no signo [seção] de Gemini, as de Gemini no signo [seção] de Câncer e assim por diante.” Os horóscopos baseados nas antigas datas estão inteiramente errados. Convém-lhe algo tão carente de base científica?
“A cada ano, o sol cruza o equador a cerca de 50 segundos do arco a oeste dos pontos em que o cruzou o ano antes. Este movimento para o ocidente, dos pontos equinociais, é chamado de precessão dos equinócios. . . .
“Devido à precessão, os signos do zodíaco não mais correspondem às constelações em honra das quais foram chamados. Há mais de 2.000 anos, o sol estava na parte do céu chamada de Aries no equinócio da primavera [setentrional] e é ainda chamada de a primeira de Aries. Acha-se agora na constelação de Pisces, e se move no sentido da constelação chamada Aquarius no zodíaco.”
Assim, as datas fornecidas nos mapas do zodíaco para o aparecimento do sol nas várias constelações estão todas deslocadas uma seção, ou, como se expressa a mesma enciclopédia: “Atualmente, as estrelas de Aries se acham no signo [seção] de Taurus. As de Taurus acham-se no signo [seção] de Gemini, as de Gemini no signo [seção] de Câncer e assim por diante.” Os horóscopos baseados nas antigas datas estão inteiramente errados. Convém-lhe algo tão carente de base científica?
Crescente Interesse Pela Astrologia Hoje
Os anos recentes presenciaram enorme surto de interesse pela astrologia. Sobre isso, declarou o escritor Jess Stearn:
“A astrologia, a arte certa vez desacreditada dos caldeus e babilônios, agora passa por singular ressurgimento. Tão forte se tornou a moda — não só por parte de crédulas senhoras idosas, mas também por parte de intelectuais e jovens — que há arquitetos que planejam casas especialmente para pessoas nascidas sob certos signos do zodíaco [e] decoradores de interiores e fabricantes que adaptam esquemas de cores às pessoas destes mesmíssimos signos.”
Pessoas de todas as rodas de vida se interessam pela astrologia. Tanto ricos como pobres lêem diariamente seus horóscopos. Apenas nos EUA, cerca de dez milhões de pessoas seguem zelosamente a astrologia, e cerca de outros 40 milhões têm algum contato com ela. Há vinte anos atrás, podiam-se achar colunas de horóscopos em menos de cem jornais naquele país. Hoje, mais de mil jornais dos EUA as publicam.
Por que as pessoas seguem a astrologia? O interesse próprio amiúde é um fator motivador. Exemplificando: rapazes e moças com intenções românticas amiúde comparam os seus horóscopos para ver se são “feitos” um para o outro. Muitos, pela astrologia, procuram saber que passos financeiros devem dar, e quando. Na Ásia, as datas de casamento e do enterro são amiúde determinadas pela astrologia. No Oriente, tanto a época como a direção exata dos desfiles cerimoniais são com freqüência determinadas pelos astrólogos. Até muros palaciais têm sido derrubados de modo que um desfile possa seguir em alinhamento com os planetas.
Insistem os astrólogos que aquilo que fazem é realmente uma ciência. Um deles escreveu em data recente: “É o maior cabedal de conhecimentos da história humana — sem excessão.” No entanto, muitas obras de referência definem a astrologia como “pseudociência” (isto é, “falsa ou pretensa ciência”). Qual é a verdade sobre o assunto? Como é que os astrólogos fazem seus cálculos? É seu método verdadeiramente científico? A resposta a tais perguntas talvez tenha que ver com se a astrologia lhe convém.
“A astrologia, a arte certa vez desacreditada dos caldeus e babilônios, agora passa por singular ressurgimento. Tão forte se tornou a moda — não só por parte de crédulas senhoras idosas, mas também por parte de intelectuais e jovens — que há arquitetos que planejam casas especialmente para pessoas nascidas sob certos signos do zodíaco [e] decoradores de interiores e fabricantes que adaptam esquemas de cores às pessoas destes mesmíssimos signos.”
Pessoas de todas as rodas de vida se interessam pela astrologia. Tanto ricos como pobres lêem diariamente seus horóscopos. Apenas nos EUA, cerca de dez milhões de pessoas seguem zelosamente a astrologia, e cerca de outros 40 milhões têm algum contato com ela. Há vinte anos atrás, podiam-se achar colunas de horóscopos em menos de cem jornais naquele país. Hoje, mais de mil jornais dos EUA as publicam.
Por que as pessoas seguem a astrologia? O interesse próprio amiúde é um fator motivador. Exemplificando: rapazes e moças com intenções românticas amiúde comparam os seus horóscopos para ver se são “feitos” um para o outro. Muitos, pela astrologia, procuram saber que passos financeiros devem dar, e quando. Na Ásia, as datas de casamento e do enterro são amiúde determinadas pela astrologia. No Oriente, tanto a época como a direção exata dos desfiles cerimoniais são com freqüência determinadas pelos astrólogos. Até muros palaciais têm sido derrubados de modo que um desfile possa seguir em alinhamento com os planetas.
Insistem os astrólogos que aquilo que fazem é realmente uma ciência. Um deles escreveu em data recente: “É o maior cabedal de conhecimentos da história humana — sem excessão.” No entanto, muitas obras de referência definem a astrologia como “pseudociência” (isto é, “falsa ou pretensa ciência”). Qual é a verdade sobre o assunto? Como é que os astrólogos fazem seus cálculos? É seu método verdadeiramente científico? A resposta a tais perguntas talvez tenha que ver com se a astrologia lhe convém.
Convém-lhe a astrologia?
“QUE tipo de pessoa sou eu?” “Qual é minha vocação na vida?” “O que o futuro me reserva?” Já ponderou sobre tais perguntas? A maioria já. Em busca das respostas, milhões de pessoas por toda a história recorreram à astrologia. O que quer dizer este termo?
The Century Dictionary and Cyclopedia define astrologia como estudo que “presume que os corpos celestes [sol, lua, estrelas e planetas] exercem, segundo suas posições relativas em certos tempos, direta influência sobre a vida e o destino humanos”.
Há alguma base válida para a astrologia? Pode-se obter conhecimentos sobrenaturais por empregá-la? Se se envolvesse na astrologia, exerceria ela boa influência sobre sua pessoa?
The Century Dictionary and Cyclopedia define astrologia como estudo que “presume que os corpos celestes [sol, lua, estrelas e planetas] exercem, segundo suas posições relativas em certos tempos, direta influência sobre a vida e o destino humanos”.
Há alguma base válida para a astrologia? Pode-se obter conhecimentos sobrenaturais por empregá-la? Se se envolvesse na astrologia, exerceria ela boa influência sobre sua pessoa?
Antecedentes
Diversas formas de zodíaco podem ser identificadas desde as mais antigas civilizações conhecidas. Até mesmo a Bíblia menciona as “constelações do zodíaco”. (2 Reis 23:5) Tudo indica que o zodíaco era consultado nos tempos antigos por hindus, bem como por chineses, egípcios, gregos e outros povos. No entanto, as primeiras referências ao zodíaco foram encontradas na antiga Babilônia.
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O zodíaco governa sua vida?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
A crescente popularidade da astrologia
JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
O que lhe dizem as estrelas?
DO CORRESPONDENTE DE DESPERTAI! NO BRASIL
“OUVIU falar que nas estrelas está escrito que em julho próximo haverá uma colisão com Marte?” Estas palavras de Cole Porter, na sua canção rimada, em inglês, expressam bem a crença comum e antiga de que o futuro do homem de algum modo se relaciona com as estrelas. Mas existe alguma relação real entre os corpos celestes e a vida da humanidade na Terra? Em caso afirmativo, como isso afeta a humanidade? Em caso negativo, que finalidade têm as estrelas?
Não é de admirar que tantas pessoas se interessem no futuro quando consideramos alguns acontecimentos dramáticos recentes: a queda do Muro de Berlim e o rápido colapso da ex-União Soviética, a falta de confiança nos líderes políticos, o ódio étnico vindo à tona na África e na Europa, a inimizade religiosa na Índia e na Irlanda, a inflação galopante que atinge tantos países, e a rebelião dos jovens. Segundo um informe da Universidade de Hamburgo, 1992 foi o ano mais belicoso desde o fim da Segunda Guerra Mundial, com 52 conflitos armados em diferentes países. É natural que os amantes da paz se perguntem: ‘A que podemos recorrer em busca de estabilidade, paz e segurança?’
A incerteza a respeito do futuro resultou numa explosão de interesse pela adivinhação em suas variadas formas. A astrologia é provavelmente a mais conhecida. Distinta da ciência da astronomia, a astrologia é “a adivinhação das supostas influências das estrelas e dos planetas sobre os assuntos humanos e sobre os eventos terrestres, através de suas posições e aspectos”. Hoje, milhões de pessoas não conseguem resistir à tentação de ler seu horóscopo em busca de dicas sobre o seu futuro.
Outras áreas em que os astrólogos alegam prever o futuro incluem o desfecho de problemas conjugais e problemas de saúde, a ascensão e queda de líderes políticos, a melhor data para iniciar um novo negócio e que números jogar na loteria.
Segundo um informe da agência Reuters, Nancy Reagan, na época em que seu marido era presidente dos Estados Unidos, consultava regularmente a astróloga Joan Quigley, para saber qual era a melhor ocasião de ele proferir seus discursos e quando seu avião devia decolar ou aterrissar. A New Catholic Encyclopedia revelou que “a astrologia foi usada pelo Papa Júlio II [1503-13] para marcar o dia de sua coroação, e por Paulo III [1534-49] para determinar a ocasião adequada para cada Consistório”. Alfred Hug, diretor de uma firma suíça que usa a astrologia para aconselhar investidores da bolsa de valores, garante bons resultados. “Está escrito nas estrelas”, afirma.
Evidentemente, muitos acham que as estrelas deveras influenciam a vida dos seres humanos. Como começou a astrologia? Será que aquele antigo livro, a Bíblia, tem algo a dizer sobre astrologia e astrólogos?
“OUVIU falar que nas estrelas está escrito que em julho próximo haverá uma colisão com Marte?” Estas palavras de Cole Porter, na sua canção rimada, em inglês, expressam bem a crença comum e antiga de que o futuro do homem de algum modo se relaciona com as estrelas. Mas existe alguma relação real entre os corpos celestes e a vida da humanidade na Terra? Em caso afirmativo, como isso afeta a humanidade? Em caso negativo, que finalidade têm as estrelas?
Não é de admirar que tantas pessoas se interessem no futuro quando consideramos alguns acontecimentos dramáticos recentes: a queda do Muro de Berlim e o rápido colapso da ex-União Soviética, a falta de confiança nos líderes políticos, o ódio étnico vindo à tona na África e na Europa, a inimizade religiosa na Índia e na Irlanda, a inflação galopante que atinge tantos países, e a rebelião dos jovens. Segundo um informe da Universidade de Hamburgo, 1992 foi o ano mais belicoso desde o fim da Segunda Guerra Mundial, com 52 conflitos armados em diferentes países. É natural que os amantes da paz se perguntem: ‘A que podemos recorrer em busca de estabilidade, paz e segurança?’
A incerteza a respeito do futuro resultou numa explosão de interesse pela adivinhação em suas variadas formas. A astrologia é provavelmente a mais conhecida. Distinta da ciência da astronomia, a astrologia é “a adivinhação das supostas influências das estrelas e dos planetas sobre os assuntos humanos e sobre os eventos terrestres, através de suas posições e aspectos”. Hoje, milhões de pessoas não conseguem resistir à tentação de ler seu horóscopo em busca de dicas sobre o seu futuro.
Outras áreas em que os astrólogos alegam prever o futuro incluem o desfecho de problemas conjugais e problemas de saúde, a ascensão e queda de líderes políticos, a melhor data para iniciar um novo negócio e que números jogar na loteria.
Segundo um informe da agência Reuters, Nancy Reagan, na época em que seu marido era presidente dos Estados Unidos, consultava regularmente a astróloga Joan Quigley, para saber qual era a melhor ocasião de ele proferir seus discursos e quando seu avião devia decolar ou aterrissar. A New Catholic Encyclopedia revelou que “a astrologia foi usada pelo Papa Júlio II [1503-13] para marcar o dia de sua coroação, e por Paulo III [1534-49] para determinar a ocasião adequada para cada Consistório”. Alfred Hug, diretor de uma firma suíça que usa a astrologia para aconselhar investidores da bolsa de valores, garante bons resultados. “Está escrito nas estrelas”, afirma.
Evidentemente, muitos acham que as estrelas deveras influenciam a vida dos seres humanos. Como começou a astrologia? Será que aquele antigo livro, a Bíblia, tem algo a dizer sobre astrologia e astrólogos?
sexta-feira, 28 de maio de 2010
PODE-SE CONFIAR NOS HORÓSCOPOS?
“Você às vezes é expansivo, mas outras vezes é retraído. Acha insensato revelar muita coisa sobre si mesmo a desconhecidos. Você é livre-pensador, que exige provas antes de aceitar simploriamente um assunto. Gosta de variedade na vida e detesta ser restringido por regras. Seu potencial é grande, mas ainda não inteiramente explorado. Tende a criticar seu desempenho e suas habilidades.”
Você se identifica com essas palavras? Em caso afirmativo, talvez esteja atribuindo a essa descrição mais significado do que ela realmente tem. Afinal, quase todas as declarações acima se aplicam à maioria das pessoas. Assim, a tendência dos leitores é aceitar as declarações que lhes pareçam exatas e desprezar as outras. Segundo o livro Why Do Buses Come in Threes—The Hidden Mathematics of Everyday Life (Por que [depois de esperar muito tempo] Chegam Três Ônibus de uma Vez Só — A Matemática Oculta da Vida Diária), “os pesquisadores descobriram que, se os signos (desenhos) do zodíaco forem removidos de um horóscopo, as pessoas não saberão identificar o parágrafo que se aplica ao seu próprio signo; mas se os signos forem incluídos, elas acreditarão que a leitura de seu próprio horóscopo é a mais exata”.
Você se identifica com essas palavras? Em caso afirmativo, talvez esteja atribuindo a essa descrição mais significado do que ela realmente tem. Afinal, quase todas as declarações acima se aplicam à maioria das pessoas. Assim, a tendência dos leitores é aceitar as declarações que lhes pareçam exatas e desprezar as outras. Segundo o livro Why Do Buses Come in Threes—The Hidden Mathematics of Everyday Life (Por que [depois de esperar muito tempo] Chegam Três Ônibus de uma Vez Só — A Matemática Oculta da Vida Diária), “os pesquisadores descobriram que, se os signos (desenhos) do zodíaco forem removidos de um horóscopo, as pessoas não saberão identificar o parágrafo que se aplica ao seu próprio signo; mas se os signos forem incluídos, elas acreditarão que a leitura de seu próprio horóscopo é a mais exata”.
Números Simbólicos na Bíblia
Certos números usados na Bíblia têm significado simbólico, mas apenas no contexto em que aparecem. Por exemplo, o número quatro pode denotar totalidade ou universalidade. Essa idéia é transmitida por expressões como “quatro extremidades da terra” e “quatro ventos dos céus”. (Isaías 11:12; Daniel 8:8) Às vezes, o número seis representa imperfeição. Curiosamente, o número que o livro de Revelação (Apocalipse) dá à organização política terrestre de Satanás é um “número de homem” — 666. (Revelação 13:18) O número seis aparece ali nas categorias de unidade, de dezenas e de centenas, acentuando a imperfeição dessa organização animalesca. Quando o número sete é usado simbolicamente, representa inteireza. (Levítico 4:6; Hebreus 9:24-26) Esses e outros números simbólicos, usados nas Escrituras, ganham significado de acordo com seu contexto profético.
Embora atribua uma medida de importância a certos números, a Bíblia não nos incentiva a relacionar letras de palavras com números para revelar verdades místicas.
Embora atribua uma medida de importância a certos números, a Bíblia não nos incentiva a relacionar letras de palavras com números para revelar verdades místicas.
A VARIEDADE DE CALENDÁRIOS É UM GRANDE OBSTÁCULO PARA A NUMEROLOGIA
GREGORIANO 11 de setembro de 2001
CHINÊS 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo
JULIANO 29 de agosto de 2001
MUÇULMANO 22 de jumada II de 1422
HEBRAICO 23 de elul de 5761
CHINÊS 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo
JULIANO 29 de agosto de 2001
MUÇULMANO 22 de jumada II de 1422
HEBRAICO 23 de elul de 5761
Uma forma de adivinhação?
A Bíblia não menciona a numerologia por nome. Mas fala de Hamã, um amalequita que tramou exterminar os judeus que viviam na Pérsia, no quinto século AEC. Diz o relato: “Lançaram o pur, isto é, a sorte, na presença de Hamã a fim de escolher um dia e um mês para executar o plano. E foi sorteado o décimo segundo mês, o mês de adar.” (O grifo é nosso.) — Ester 3:7, Nova Versão Internacional.
Na antiguidade, lançar sortes era uma maneira legítima de resolver controvérsias. (Provérbios 18:18) Mas Hamã lançou sortes como prática de adivinhação — algo que a Bíblia condena. Deuteronômio 18:10-12 diz que Deus detesta “alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus”.
A Bíblia relaciona a adivinhação e os poderes místicos com o espiritismo. Espíritos perversos podem manobrar os eventos para se ajustarem a seus objetivos. Quer seja esse o caso, quer não, numa determinada ocorrência, uma coisa é certa: a prática do espiritismo é condenada por Deus e pode colocar a pessoa sob o controle de espíritos perversos. — 1 Samuel 15:23; Efésios 6:12.
A numerologia carece de base científica e fracassa quando é examinada à luz da razão. Mais importante ainda, por ser uma forma de adivinhação, a numerologia conflita com os ensinos da Bíblia. Em vista disso, a numerologia não é uma maneira benéfica de controlar a vida ou de planejar o futuro.
Na antiguidade, lançar sortes era uma maneira legítima de resolver controvérsias. (Provérbios 18:18) Mas Hamã lançou sortes como prática de adivinhação — algo que a Bíblia condena. Deuteronômio 18:10-12 diz que Deus detesta “alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus”.
A Bíblia relaciona a adivinhação e os poderes místicos com o espiritismo. Espíritos perversos podem manobrar os eventos para se ajustarem a seus objetivos. Quer seja esse o caso, quer não, numa determinada ocorrência, uma coisa é certa: a prática do espiritismo é condenada por Deus e pode colocar a pessoa sob o controle de espíritos perversos. — 1 Samuel 15:23; Efésios 6:12.
A numerologia carece de base científica e fracassa quando é examinada à luz da razão. Mais importante ainda, por ser uma forma de adivinhação, a numerologia conflita com os ensinos da Bíblia. Em vista disso, a numerologia não é uma maneira benéfica de controlar a vida ou de planejar o futuro.
“O tempo e o imprevisto”
Alguns se interessam em numerologia porque desejam tornar previsível a sua vida. Mas a Bíblia esclarece que os detalhes da vida humana não podem ser traçados com antecedência. Lemos: “A corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos poderosos, nem tampouco são os sábios os que têm alimento, nem tampouco são os entendidos os que têm riquezas, nem mesmo os que têm conhecimento têm o favor; porque o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos eles.” (Eclesiastes 9:11) Sim, muitos eventos são inesperados. Tais casualidades frustram qualquer tentativa de predizer resultados à base da data de nascimento ou do valor numérico de um nome.
Veja outro exemplo. Incentivando a generosidade, a Bíblia declara: “Envia teu pão sobre a superfície das águas, pois no decorrer de muitos dias o acharás de novo. Dá um quinhão a sete ou mesmo a oito, pois não sabes que calamidade ocorrerá na terra.” (Eclesiastes 11:1, 2) Com poucas exceções, calamidades são coisas que as pessoas não sabem quando vão ocorrer — nem têm como saber. Assim, o professor de matemática Underwood Dudley escreveu a respeito de numerólogos: “Eles não dão suficiente crédito ao casual. Coisas espantosas podem acontecer ao acaso.”
É verdade que os numerólogos podem fazer algumas predições acertadas. Como explicar isso? Em alguns casos, pode ser coincidência. E, às vezes, a linguagem dos numerólogos é tão ambígua que poderia se aplicar a diversos resultados. Mas existe algo mais sério a considerar.
Veja outro exemplo. Incentivando a generosidade, a Bíblia declara: “Envia teu pão sobre a superfície das águas, pois no decorrer de muitos dias o acharás de novo. Dá um quinhão a sete ou mesmo a oito, pois não sabes que calamidade ocorrerá na terra.” (Eclesiastes 11:1, 2) Com poucas exceções, calamidades são coisas que as pessoas não sabem quando vão ocorrer — nem têm como saber. Assim, o professor de matemática Underwood Dudley escreveu a respeito de numerólogos: “Eles não dão suficiente crédito ao casual. Coisas espantosas podem acontecer ao acaso.”
É verdade que os numerólogos podem fazer algumas predições acertadas. Como explicar isso? Em alguns casos, pode ser coincidência. E, às vezes, a linguagem dos numerólogos é tão ambígua que poderia se aplicar a diversos resultados. Mas existe algo mais sério a considerar.
Deve-se buscar orientação nos números?
SERÁ que a numerologia resiste ao escrutínio da ciência e da razão? Podem os números revelar o nosso destino? Devemos traçar o nosso futuro à base de achados e predições numerológicas?
Uma objeção que os numerólogos não têm como refutar é o fato de que diferentes culturas usam diferentes calendários. Por exemplo, que dizer se a pessoa vive num lugar em que se usa o calendário chinês? Veja o caso da data mencionada no artigo inicial — 11 de setembro de 2001. Segundo o calendário chinês, esse era o 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo. No calendário juliano essa data seria 29 de agosto de 2001. No calendário muçulmano, 22 de jumada II de 1422 e, no hebraico, 23 de elul de 5761. Como poderia haver significação numerológica numa data expressa de tantas maneiras? Outro fator: os idiomas em geral têm sua própria grafia para os nomes. Por exemplo, as letras do nome John, em inglês, tem valor numérico de 2, mas as letras do mesmo nome em espanhol — Juan — têm o valor de 1.
Uma coisa é reconhecer que muitos aspectos do Universo podem ser explicados por meio de fórmulas matemáticas, que podem ser testadas e demonstradas. Bem diferente, porém, é afirmar que o nome duma pessoa foi predeterminado para coincidir com a data de seu nascimento e para ser relacionado com certos números, de modo a se poder definir o destino dessa pessoa.
A conclusão é clara: acreditar que as interpretações numerológicas são exatas, sabendo-se que se baseiam em fatores tão variáveis como calendários e idiomas, é esticar os limites da credibilidade a um grau absurdo.
Uma objeção que os numerólogos não têm como refutar é o fato de que diferentes culturas usam diferentes calendários. Por exemplo, que dizer se a pessoa vive num lugar em que se usa o calendário chinês? Veja o caso da data mencionada no artigo inicial — 11 de setembro de 2001. Segundo o calendário chinês, esse era o 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo. No calendário juliano essa data seria 29 de agosto de 2001. No calendário muçulmano, 22 de jumada II de 1422 e, no hebraico, 23 de elul de 5761. Como poderia haver significação numerológica numa data expressa de tantas maneiras? Outro fator: os idiomas em geral têm sua própria grafia para os nomes. Por exemplo, as letras do nome John, em inglês, tem valor numérico de 2, mas as letras do mesmo nome em espanhol — Juan — têm o valor de 1.
Uma coisa é reconhecer que muitos aspectos do Universo podem ser explicados por meio de fórmulas matemáticas, que podem ser testadas e demonstradas. Bem diferente, porém, é afirmar que o nome duma pessoa foi predeterminado para coincidir com a data de seu nascimento e para ser relacionado com certos números, de modo a se poder definir o destino dessa pessoa.
A conclusão é clara: acreditar que as interpretações numerológicas são exatas, sabendo-se que se baseiam em fatores tão variáveis como calendários e idiomas, é esticar os limites da credibilidade a um grau absurdo.
A Astrologia no Oriente e no Ocidente
A astrologia, segundo praticada no Ocidente, atribui características especiais a cada uma das 12 constelações pelas quais o Sol parece passar no decorrer do ano. Foram os gregos que deram nome a estes grupos de estrelas, pois os visualizavam como criaturas, tais como Áries, o Carneiro; Taurus, o Touro; e Gemini, os Gêmeos.
É interessante que a astrologia na antiga China e Japão também divide o zodíaco em 12 regiões, correspondendo aos 12 animais dos chamados ramos terrestres — cachorro, galinha, macaco, bode, cavalo, e assim por diante. E diz-se que cada um destes animais exerce sua influência de acordo com seu caráter por certo período de tempo. Assim, partes correspondentes dos céus foram chamadas pela astrologia oriental e ocidental da seguinte forma:
Zodíaco Ocidental Zodíaco Oriental
Áries, o Carneiro Cachorro
Taurus, o Touro Galinha
Gemini, os Gêmeos Macaco
Câncer, o Caranguejo Bode
Leo, o Leão Cavalo
Virgo, a Virgem Cobra
Libra, a Balança Dragão
Scorpio, o Escorpião Lebre
Sagittarius, o Arqueiro Tigre
Capricornius, o Bode Touro
Aquarius, o Aguadeiro Rato
Pisces, os Peixes Porco
O que verificamos, ao comparar os dois sistemas? Singularmente, as constelações parecem funcionar de formas totalmente diferentes no Oriente e no Ocidente. Assim, a astrologia ocidental prediz que uma pessoa que nasceu quando o sol se acha em Áries, por exemplo, é positiva, em Taurus, é teimosa, e assim por diante. Mas estas dificilmente são qualidades que alguém associaria com o cachorro e a galinha. Todavia, é isso que a astrologia oriental prediria. O mesmo pode ser dito sobre outras correspondências. Assim, dependendo de que sistema a pessoa escolha, diz-se que as mesmas estrelas possuem características totalmente diferentes e, presumivelmente, exercem influência diferentes. Serão as estrelas ou será a imaginação dos astrólogos que exerce o controle?
É interessante que a astrologia na antiga China e Japão também divide o zodíaco em 12 regiões, correspondendo aos 12 animais dos chamados ramos terrestres — cachorro, galinha, macaco, bode, cavalo, e assim por diante. E diz-se que cada um destes animais exerce sua influência de acordo com seu caráter por certo período de tempo. Assim, partes correspondentes dos céus foram chamadas pela astrologia oriental e ocidental da seguinte forma:
Zodíaco Ocidental Zodíaco Oriental
Áries, o Carneiro Cachorro
Taurus, o Touro Galinha
Gemini, os Gêmeos Macaco
Câncer, o Caranguejo Bode
Leo, o Leão Cavalo
Virgo, a Virgem Cobra
Libra, a Balança Dragão
Scorpio, o Escorpião Lebre
Sagittarius, o Arqueiro Tigre
Capricornius, o Bode Touro
Aquarius, o Aguadeiro Rato
Pisces, os Peixes Porco
O que verificamos, ao comparar os dois sistemas? Singularmente, as constelações parecem funcionar de formas totalmente diferentes no Oriente e no Ocidente. Assim, a astrologia ocidental prediz que uma pessoa que nasceu quando o sol se acha em Áries, por exemplo, é positiva, em Taurus, é teimosa, e assim por diante. Mas estas dificilmente são qualidades que alguém associaria com o cachorro e a galinha. Todavia, é isso que a astrologia oriental prediria. O mesmo pode ser dito sobre outras correspondências. Assim, dependendo de que sistema a pessoa escolha, diz-se que as mesmas estrelas possuem características totalmente diferentes e, presumivelmente, exercem influência diferentes. Serão as estrelas ou será a imaginação dos astrólogos que exerce o controle?
É Científica a Astrologia?
As descobertas científicas, nos tempos mais recentes, representam formidáveis desafios para a astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
A Força por trás da Astrologia
A Bíblia mostra que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, Satanás, o Diabo, que é uma criatura espiritual invisível, mas poderosa, capaz de controlar e manipular as pessoas e os acontecimentos na Terra. (1 João 5:19) Por manobrar as coisas para fazer com que certas predições pareçam verdadeiras, Satanás e os demônios captaram com êxito o gosto das pessoas, e transformaram a astrologia num culto.
Significativamente, porém, que espécie de predições são as que, supostamente, se provam verídicas? Não são notadamente as sobre morte, homicídios, assassinatos e desastres — coisas sinistras e macabras, caracteristicamente satânicas e demoníacas? A simples verdade é que a astrologia é uma das “maquinações do Diabo”, que ele emprega para controlar e influenciar pessoas para servir a seu objetivo. — Efésios 6: 11.
Qual é esse objetivo? “O deus deste mundo cegou-lhes a inteligência a ponto de não perceberem a luz do Evangelho onde resplandece a glória de Cristo”, responde a Bíblia. (2 Coríntios 4:4, Bíblia Vozes) Para esse fim, a astrologia tem servido bem a seu amo. Vince Ford, astrofísico australiano, comentou: “A astrologia se tornou uma espécie de religião, mas carece de provas. . . Tudo que posso dizer é que sinto muito que aqueles que crêem nela não assumem a responsabilidade por seus atos, culpando, em vez disso, as pobres estrelinhas.”
No oitavo século AEC, o profeta Isaías foi inspirado a lançar um zombeteiro desafio aos astrólogos: “Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os contempladores das estrelas, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” — Isaías 47:13.
Quem crê na astrologia adota o conceito fatalista de que ‘o que será, será’, porque ‘está escrito nas estrelas’. Isto equivale a negar a vontade de Deus ou a responsabilidade dos humanos de agir segundo esta vontade.
Assim, em vez de voltar-nos para as estrelas em busca de sinais e de presságios para orientar a nossa vida, o que podemos aprender das estrelas? Sim, o que as estrelas nos podem dizer? O próximo artigo oferece uma resposta.
Significativamente, porém, que espécie de predições são as que, supostamente, se provam verídicas? Não são notadamente as sobre morte, homicídios, assassinatos e desastres — coisas sinistras e macabras, caracteristicamente satânicas e demoníacas? A simples verdade é que a astrologia é uma das “maquinações do Diabo”, que ele emprega para controlar e influenciar pessoas para servir a seu objetivo. — Efésios 6: 11.
Qual é esse objetivo? “O deus deste mundo cegou-lhes a inteligência a ponto de não perceberem a luz do Evangelho onde resplandece a glória de Cristo”, responde a Bíblia. (2 Coríntios 4:4, Bíblia Vozes) Para esse fim, a astrologia tem servido bem a seu amo. Vince Ford, astrofísico australiano, comentou: “A astrologia se tornou uma espécie de religião, mas carece de provas. . . Tudo que posso dizer é que sinto muito que aqueles que crêem nela não assumem a responsabilidade por seus atos, culpando, em vez disso, as pobres estrelinhas.”
No oitavo século AEC, o profeta Isaías foi inspirado a lançar um zombeteiro desafio aos astrólogos: “Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os contempladores das estrelas, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” — Isaías 47:13.
Quem crê na astrologia adota o conceito fatalista de que ‘o que será, será’, porque ‘está escrito nas estrelas’. Isto equivale a negar a vontade de Deus ou a responsabilidade dos humanos de agir segundo esta vontade.
Assim, em vez de voltar-nos para as estrelas em busca de sinais e de presságios para orientar a nossa vida, o que podemos aprender das estrelas? Sim, o que as estrelas nos podem dizer? O próximo artigo oferece uma resposta.
A Fonte
Tudo isto nos traz à derradeira questão. Presumindo que as estrelas desempenhem deveras um papel influente em nossa vida, de que modo é tal influência exercida sobre nós? Dentre todas as forças conhecidas pela ciência, quais delas estão envolvidas? Visto que as estrelas e os planetas acham-se tão distantes, um cientista comentou que “com respeito ao efeito sobre uma criança recém-nascida, a força gravitacional do médico que cuida dela, a radiação eletromagnética das luzes da sala, são maiores do que a de quaisquer planetas”. Se as estrelas não nos influenciam pela força gravitacional, pela eletromagnética, ou por quaisquer outras forças conhecidas pela ciência, então, qual é a fonte dessa influência?
Esta pergunta intrigante é feita por um professor de astronomia, George Abell, no livro Science and the Paranormal (A Ciência e o Paranormal). Depois de examinar todas as afirmações feitas pelos astrólogos a respeito do poder das estrelas e dos planetas, Abell escreve:
“Caso os planetas exercessem influência sobre nós, isso teria de ser mediante uma força desconhecida, e dotada de propriedades bem estranhas: teria de emanar de alguns, mas não de todos os corpos celestes, teria de influir em algumas, mas não em todas as coisas na Terra, e sua força não poderia depender de distâncias, de massas, ou de outras características daqueles planetas que dão origem a ela. Em outras palavras, faltar-lhe-ia a universalidade, a ordem e a harmonia encontradas em toda outra força e lei natural já descobertas, e que se aplicam no universo real.”
A ciência não conhece nenhuma força assim. Se a astrologia funcionasse mesmo, ela teria de operar com uma força, ou com várias forças, de fora do “universo real”. Mas lembrando que a astrologia tem suas raízes na antiga Babilônia, onde as estrelas e os planetas eram adorados quais deuses, não devia ser surpresa que a fonte de sua influência não provenha do “universo real”, mas do sobrenatural.
Esta pergunta intrigante é feita por um professor de astronomia, George Abell, no livro Science and the Paranormal (A Ciência e o Paranormal). Depois de examinar todas as afirmações feitas pelos astrólogos a respeito do poder das estrelas e dos planetas, Abell escreve:
“Caso os planetas exercessem influência sobre nós, isso teria de ser mediante uma força desconhecida, e dotada de propriedades bem estranhas: teria de emanar de alguns, mas não de todos os corpos celestes, teria de influir em algumas, mas não em todas as coisas na Terra, e sua força não poderia depender de distâncias, de massas, ou de outras características daqueles planetas que dão origem a ela. Em outras palavras, faltar-lhe-ia a universalidade, a ordem e a harmonia encontradas em toda outra força e lei natural já descobertas, e que se aplicam no universo real.”
A ciência não conhece nenhuma força assim. Se a astrologia funcionasse mesmo, ela teria de operar com uma força, ou com várias forças, de fora do “universo real”. Mas lembrando que a astrologia tem suas raízes na antiga Babilônia, onde as estrelas e os planetas eram adorados quais deuses, não devia ser surpresa que a fonte de sua influência não provenha do “universo real”, mas do sobrenatural.
Será que as estrelas realmente controlam sua vida?
“UMA porção de pessoas querem saber de coisas bobas, corriqueiras — quando vou ganhar um milhão de dólares, ou quando vou conhecer o Sr. Maravilha?”, afirma um astrólogo de tempo parcial. Deveras, a maioria das pessoas se chega à astrologia como um meio de saber algo sobre seu futuro. E muitos astrólogos se mostram ansiosos de procurar satisfazer seu desejo — naturalmente que por um preço.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
Por Que Existe tal Fascínio?
Nesta era de realização pessoal, qualquer coisa que prometa um melhor conhecimento de causa do significado da vida, ou melhor entendimento do eu, tende a ser bem recebido. Assim, nas palavras dum observador, um dos motivos pelos quais as pessoas se sentem atraídas pela astrologia é que “ela afirma poder dizer-lhe algo sobre a pessoa mais importante de todas, você mesmo”.
Mas será que a astrologia realmente faz isto? E, o que é mais importante, será que as estrelas realmente controlam sua vida? Examinemos mais de perto este fenômeno.
Mas será que a astrologia realmente faz isto? E, o que é mais importante, será que as estrelas realmente controlam sua vida? Examinemos mais de perto este fenômeno.
Contemplar as estrelas hoje em dia
“DA CASA Branca a Wall Street, a astrologia nunca foi tão popular.” Assim começa uma notícia de jornal a respeito do interesse público pela astrologia nos Estados Unidos.
A referência à Casa Branca sem dúvida trouxe à mente do leitor o relato, bastante divulgado, de um ex-assessor presidencial. Em seu livro For the Record (Que Fique Registrado), Donald T. Regan escreveu:
“Virtualmente todo passo ou decisão principal que os Reagans tomaram durante o tempo em que servi como chefe de gabinete da Casa Branca, era aprovado de antemão por uma mulher de São Francisco, que fazia horóscopos, a fim de assegurar-se que os planetas estivessem em conjunção favorável para tal empreendimento.”
Seja o que for que se possa deduzir desse relato, certamente contribuiu muito para trazer a lume o amplo interesse pela astrologia entre as pessoas do mundo ocidental, onde a ciência moderna deveria ter, supostamente, removido o último vestígio da astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Segundo a AFA (Federação Americana de Astrólogos), existem, nos Estados Unidos, cerca de 5.000 astrólogos profissionais, de tempo integral, e, pelo menos, 50.000 praticantes de tempo parcial. Anualmente, as contribuições pagas pelas leituras totalizam cerca de US$ 35 milhões.
▪ “Todo o ano, na França. . . mais de 10 milhões de pessoas consultam um dos mais de 30.000 astrólogos ou médiuns oficialmente reconhecidos”, diz Toutes les Nouvelles, um semanário parisiense.
▪ Os horóscopos são uma seção regular em 92 por cento, ou em mais de 1.500, dos diários dos Estados Unidos. Na Alemanha, quando um jornal, Weser Kurier, deixou certo dia de publicar a coluna de horóscopo, recebeu telefonemas dos leitores, “que não sabiam se deviam ficar em casa ou sair naquele dia, se deviam investir seu dinheiro, e, caso devessem, em quê”.
▪ É cada vez maior o número de astrólogos que se voltam para os computadores. A “Astro Inteligente” da Suíça, por exemplo, pode prover uma análise de horóscopo de 20 páginas, impressa por computador, ao custo de 55 francos suíços (uns NCz$ 180,00). Um bem-conhecido astrólogo inglês despacha mais de 20.000 horóscopos pessoais computadorizados por ano, a cerca de 10 libras esterlinas (uns NCz$ 90,00) cada um. Até mesmo serviços de horóscopo por telefone se tornam agora disponíveis em cidades como Nova Iorque. A Companhia Telefônica de Nova Iorque informa estar recebendo cerca de um milhão de chamadas por mês.
A referência à Casa Branca sem dúvida trouxe à mente do leitor o relato, bastante divulgado, de um ex-assessor presidencial. Em seu livro For the Record (Que Fique Registrado), Donald T. Regan escreveu:
“Virtualmente todo passo ou decisão principal que os Reagans tomaram durante o tempo em que servi como chefe de gabinete da Casa Branca, era aprovado de antemão por uma mulher de São Francisco, que fazia horóscopos, a fim de assegurar-se que os planetas estivessem em conjunção favorável para tal empreendimento.”
Seja o que for que se possa deduzir desse relato, certamente contribuiu muito para trazer a lume o amplo interesse pela astrologia entre as pessoas do mundo ocidental, onde a ciência moderna deveria ter, supostamente, removido o último vestígio da astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Segundo a AFA (Federação Americana de Astrólogos), existem, nos Estados Unidos, cerca de 5.000 astrólogos profissionais, de tempo integral, e, pelo menos, 50.000 praticantes de tempo parcial. Anualmente, as contribuições pagas pelas leituras totalizam cerca de US$ 35 milhões.
▪ “Todo o ano, na França. . . mais de 10 milhões de pessoas consultam um dos mais de 30.000 astrólogos ou médiuns oficialmente reconhecidos”, diz Toutes les Nouvelles, um semanário parisiense.
▪ Os horóscopos são uma seção regular em 92 por cento, ou em mais de 1.500, dos diários dos Estados Unidos. Na Alemanha, quando um jornal, Weser Kurier, deixou certo dia de publicar a coluna de horóscopo, recebeu telefonemas dos leitores, “que não sabiam se deviam ficar em casa ou sair naquele dia, se deviam investir seu dinheiro, e, caso devessem, em quê”.
▪ É cada vez maior o número de astrólogos que se voltam para os computadores. A “Astro Inteligente” da Suíça, por exemplo, pode prover uma análise de horóscopo de 20 páginas, impressa por computador, ao custo de 55 francos suíços (uns NCz$ 180,00). Um bem-conhecido astrólogo inglês despacha mais de 20.000 horóscopos pessoais computadorizados por ano, a cerca de 10 libras esterlinas (uns NCz$ 90,00) cada um. Até mesmo serviços de horóscopo por telefone se tornam agora disponíveis em cidades como Nova Iorque. A Companhia Telefônica de Nova Iorque informa estar recebendo cerca de um milhão de chamadas por mês.
Conflito com os ensinos bíblicos
Mas os profetas hebreus não rejeitavam a astrologia simplesmente por causa de seu óbvio fracasso em predizer o futuro com exatidão. A Lei que Deus transmitiu a Moisés dava aos israelitas alertas específicos contra procurar presságios. A Lei declarava: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação . . . ou quem procure presságios. . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10, 12.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.
Uma longa história de fracasso
A Bíblia mostra a relação entre a Babilônia e a astrologia, e muitas vezes faz referência aos astrólogos babilônios. (Daniel 4:7; 5:7, 11) Nos dias do profeta Daniel, a astrologia era tão difundida na Caldéia (Babilônia) que usar o termo “caldeu” era praticamente o mesmo que se referir aos astrólogos.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.
O que é a astrologia?
Segundo a Enciclopédia Delta Universal, a astrologia “baseia-se na crença de que os corpos celestes distribuem-se de tal forma que podem revelar o futuro, a personalidade e o caráter das pessoas”. Os astrólogos afirmam que as posições precisas dos planetas e dos signos do zodíaco no momento em que a pessoa nasceu podem influenciar o rumo da vida dela. A posição desses corpos celestes num determinado momento é chamada de horóscopo.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A astrologia é a chave para o seu futuro?
COMO você pode melhorar sua vida, ter sucesso no amor e conseguir dinheiro? Muitas pessoas procuram a resposta na astrologia. Todo dia, milhões consultam o horóscopo nos jornais na esperança de melhorar suas perspectivas na vida. Sabe-se que até mesmo líderes mundiais tomam suas decisões com base nas estrelas.
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
A Comissão de Investigação Científica de Afirmações de Paranormalidade (dos EUA), em 16 de novembro de 1984, sugeriu a inclusão da seguinte observação refutadora em todas as colunas de horóscopos: As previsões horoscópicas que seguem devem ser lidas apenas como divertimento. Tais predições não têm base em fatos científicos.”
“As pessoas estão confusas. Querem ajuda para fazerem decisões que envolvam suas finanças, seus relacionamentos pessoais e seu emprego. A religião não está satisfazendo tal carência, como outrora o fazia, e a psiquiatria tem suas limitações. Assim . . . na tentativa de ligar-se a algo que parece ter possibilidade científica [elas] se voltaram, em grande número, para a astrologia.” 3— Dr. Alan Rosenburg, psiquiatra, revista Natural/Science Annual.
Um Guia Superior
Deus nos proveu sua Palavra, a Bíblia, que é sempre digna de crédito. Ele nos assegura: “Assim mostrará ser a minha palavra que sai da minha boca. . . . Terá êxito certo naquilo para que a enviei.” — Isaías 55:11.
No entanto, é mister que haja esforço de nossa parte para perscrutar a Palavra de Deus e tirar dela o conselho específico. Foi isso que fez o sábio Rei Salomão. Ele escreveu: “Pois, tomei tudo isso ao coração, sim, para esquadrinhar tudo isso, que os justos e os sábios, bem como suas obras, estão na mão do verdadeiro Deus.” (Eclesiastes 9:1) Assim, em vez de ser guiado pela mão trêmula do horóscopo dum astrólogo, deposite sua confiança na mão firme de Deus.
No entanto, é mister que haja esforço de nossa parte para perscrutar a Palavra de Deus e tirar dela o conselho específico. Foi isso que fez o sábio Rei Salomão. Ele escreveu: “Pois, tomei tudo isso ao coração, sim, para esquadrinhar tudo isso, que os justos e os sábios, bem como suas obras, estão na mão do verdadeiro Deus.” (Eclesiastes 9:1) Assim, em vez de ser guiado pela mão trêmula do horóscopo dum astrólogo, deposite sua confiança na mão firme de Deus.
Poderiam os Horóscopos Ser Prejudiciais?
Sim, poderiam. Ao ler as colunas de horóscopos, corre o risco de perder a capacidade de fazer significativas decisões, ou, como se expressa o astrônomo Roger Culver: “O perigo é que passe a responsabilidade para outrem — os astros me obrigaram a fazer isso. Na verdade, a pessoa talvez leia as colunas apenas para divertir-se, mas, suponhamos que certo evento em sua vida coincida com o que leu no horóscopo. Não poderia tal pessoa ser sutilmente levada a crer que existe alguma verdade nas predições dos horóscopos? Não seria tentada a ficar mais profundamente envolvida na astrologia?
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que , teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de , teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que , teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de , teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Ajudam Realmente os Horóscopos?
É claro que sim, respondem seus fervorosos adeptos. Por que pensam assim? Certa pessoa explicou: “Leio todo dia meu horóscopo . . . e diria que em cerca de 80 por cento as coisas que me disseram se provaram corretas.” Sim, tais pessoas acham que soluções, ou pelo menos orientações, para seus problemas, podem ser encontradas nos horóscopos.
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Horóscopos — ajudam ou prejudicam?
UMA dona-de-casa inicia sua rotina diária pela leitura duma coluna de jornal sobre “O Que Dizem os Astros”. Um operador da bolsa telefona para seu astrólogo antes de negociar. Um aficionado de corridas de cavalos segura um maço de dinheiro em uma das mãos e, na outra, o livro Como Apostar nos Cavalos, Segundo os Horóscopos. Os astros dos esportes, os políticos e muitos outros consultam obrigatoriamente seus horóscopos antes de fazerem uma decisão.
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Pode-se confiar em horóscopos?
ENTRE os horríveis crimes da II Guerra Mundial achavam-se os cometidos pelo Dr. Marcel Petiot. Ele ganhava a vida oferecendo às pessoas um salvo-conduto para deixar a França, então ocupada pelos nazistas. No entanto, assassinava seus clientes, apossava-se dos bens deles, e dissolvia o corpo deles num banho de cal virgem. Por fim, Petiot foi apanhado, e, em sua cela de morte admitiu ter matado 63 pessoas. O que, porém, tem isso que ver com horóscopos?
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
QUAL É O GUIA FIDEDIGNO QUE EXISTE ?
Em nítido contraste com os horóscopos indignos de confiança, sobressai a Bíblia. Terem-se cumprido centenas de suas profecias; nos tempos antigos e nos nossos dias — não apenas com 13 ou 40 por cento de exatidão, mas com 100 por cento de exatidão — prova a sua confiabilidade. É por isso que milhões de pessoas a consideram como sendo um guia digno de confiança. Aprenderam a aplicar seus princípios, ao invés de um horóscopo, como “luz” para ajudá-las a fazer decisões sábias e a evitar perigos. Pelo exame de seu conteúdo, e pela aplicação de seus excelentes conselhos, sentem crescente felicidade. — Sal. 119:105.
Não, a Bíblia não lhe promete, como talvez um horóscopo, que “encontrará seu príncipe (ou sua princesa) encantado”, mas o instruirá a gozar um casamento feliz. Não o ajudará a “receber uma grande herança” de dinheiro, mas o orientará para uma herança muito maior — a vida eterna numa terra paradísica. Seu autor garante que em breve removerá a iniqüidade da terra, de modo que as pessoas de coração justo possam gozar “abundância de paz” sob um governo celeste perfeito, o reino de Deus. Por harmonizar sua vida, não segundo os astros, mas segundo o guia mais fidedigno que existe, a Bíblia, poderá viver para gozar eternamente tais bênçãos. — Sal. 37:10, 11, 29, 38.
Não, a Bíblia não lhe promete, como talvez um horóscopo, que “encontrará seu príncipe (ou sua princesa) encantado”, mas o instruirá a gozar um casamento feliz. Não o ajudará a “receber uma grande herança” de dinheiro, mas o orientará para uma herança muito maior — a vida eterna numa terra paradísica. Seu autor garante que em breve removerá a iniqüidade da terra, de modo que as pessoas de coração justo possam gozar “abundância de paz” sob um governo celeste perfeito, o reino de Deus. Por harmonizar sua vida, não segundo os astros, mas segundo o guia mais fidedigno que existe, a Bíblia, poderá viver para gozar eternamente tais bênçãos. — Sal. 37:10, 11, 29, 38.
EXISTE ALGUM PERIGO ENVOLVIDO?
O fundo histórico da astrologia transfere o assunto dos horóscopos do domínio da diversão para o domínio da religião. Explica “The American People’s Encyclopedia (Enciclopédia Americana do Povo): “A astrologia . . . era altamente respeitada como meio de se verificar a vontade dos deuses e de se descobrir o destino futuro dos indivíduos e das nações. Os judeus primitivos, em contraste com os babilônios e os caldeus, não praticavam a astrologia, visto que a própria natureza de seu Deus impedia o uso de tal arte.”
Observe que os “judeus primitivos” não praticavam a astrologia. Isto se dava porque sua religião se baseava na Bíblia, que condena de forma estrita a astrologia. (Veja Deuteronômio 18:10-12.) O Criador do homem, o autor da Bíblia, não queria que seu povo fosse desencaminhado. Há até mesmo autoridades hoje em dia que avisam sobre os perigos dos horóscopos. Disse certo cientista: “O perigo é que, se as pessoas realmente crerem nele, isso retira o seu poder de fazer suas próprias decisões.”
Naturalmente, todos desejamos fazer boas decisões quanto ao nosso futuro. Visto que Deus condena a astrologia, talvez nos perguntemos . . .
Observe que os “judeus primitivos” não praticavam a astrologia. Isto se dava porque sua religião se baseava na Bíblia, que condena de forma estrita a astrologia. (Veja Deuteronômio 18:10-12.) O Criador do homem, o autor da Bíblia, não queria que seu povo fosse desencaminhado. Há até mesmo autoridades hoje em dia que avisam sobre os perigos dos horóscopos. Disse certo cientista: “O perigo é que, se as pessoas realmente crerem nele, isso retira o seu poder de fazer suas próprias decisões.”
Naturalmente, todos desejamos fazer boas decisões quanto ao nosso futuro. Visto que Deus condena a astrologia, talvez nos perguntemos . . .
SÃO MAIS FIDEDIGNOS OS HORÓSCOPOS FEITOS DIRETAMENTE PARA A PESSOA?
Os crentes na astrologia citarão exemplos para provar a fidedignidade de horóscopos feitos diretamente para certas pessoas. Mas, têm de admitir que, às vezes, os astrólogos cometem graves erros na “leitura dos astros”. E não conseguem concordar se deviam ser usados o momento e o local do NASCIMENTO ou da CONCEPÇÃO para se fazer um horóscopo. A diferença de tempo poderia ser de nove meses!
Caso fiquem satisfeitos quanto ao momento e ao local usados, que dizer da interpretação? “Notará que cada casa [divisão de um horóscopo] possui vários significados”, revela o livro “Astrologia Para a Era Aquariana” (em inglês). Qual é a correta? O livro continua: “Poderá ver então que é o melhor juiz quanto a que significados são os mais aplicáveis em seu caso.” Todavia, poderia sua própria escolha ser errada?
Em vista destas incertezas, acha que uma pessoa poderia ficar confiante de que seu horóscopo foi feito numa base fidedigna, e foi corretamente interpretado?
É verdade que, às vezes, os astrólogos fizeram predições exatas. Por exemplo, alguns astrólogos predisseram a inesperada eleição de Harry Truman à presidência dos Estados Unidos, em 1948, e a derrota surpreendente de Napoleão em Waterloo, em 1815.
Todavia, por outro lado, um grupo de destacados astrólogos ingleses, em 1939, quando as nações estavam à beira da guerra mundial, asseguraram seus seguidores de que, segundo os signos astrológicos, não havia nenhuma guerra iminente. Uma enquête realizada em 1941, dos três astrólogos ingleses mais populares, revelou que, dentre 30 predições, a melhor delas só era 40 por cento correta, ao passo que um de seus colegas só tinha acertado em 13 por cento. Será que qualquer destes graus de exatidão justificam sua confiança? Poderia tal fonte realmente guiá-lo para fazer decisões sábias que o ajudariam a evitar a calamidade?
Dá-se conta de que, há 2.500 anos atrás, as pessoas que deram origem à astrologia e confiavam muitíssimo nela verificaram que era péssimo guia? Não conseguiu alertá-las para o desastre impendente. A Bíblia menciona isso. Dirigindo-se à nação de Babilônia, ela afirma: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e lhe salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. . . . Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Isa. 47:13, 14, “Good News Bible”.
Aqueles que ‘estudavam as estrelas’ falharam por completo em prover orientação confiável — e isso quando a nação confrontava um fim desastroso. Poderia a utilização dum horóscopo igualmente lhe deixar desapontado?
Embora reconhecida como indigna de confiança, muitos ainda consideram sua utilização como “divertimento inofensivo”. Assim . . .
Caso fiquem satisfeitos quanto ao momento e ao local usados, que dizer da interpretação? “Notará que cada casa [divisão de um horóscopo] possui vários significados”, revela o livro “Astrologia Para a Era Aquariana” (em inglês). Qual é a correta? O livro continua: “Poderá ver então que é o melhor juiz quanto a que significados são os mais aplicáveis em seu caso.” Todavia, poderia sua própria escolha ser errada?
Em vista destas incertezas, acha que uma pessoa poderia ficar confiante de que seu horóscopo foi feito numa base fidedigna, e foi corretamente interpretado?
É verdade que, às vezes, os astrólogos fizeram predições exatas. Por exemplo, alguns astrólogos predisseram a inesperada eleição de Harry Truman à presidência dos Estados Unidos, em 1948, e a derrota surpreendente de Napoleão em Waterloo, em 1815.
Todavia, por outro lado, um grupo de destacados astrólogos ingleses, em 1939, quando as nações estavam à beira da guerra mundial, asseguraram seus seguidores de que, segundo os signos astrológicos, não havia nenhuma guerra iminente. Uma enquête realizada em 1941, dos três astrólogos ingleses mais populares, revelou que, dentre 30 predições, a melhor delas só era 40 por cento correta, ao passo que um de seus colegas só tinha acertado em 13 por cento. Será que qualquer destes graus de exatidão justificam sua confiança? Poderia tal fonte realmente guiá-lo para fazer decisões sábias que o ajudariam a evitar a calamidade?
Dá-se conta de que, há 2.500 anos atrás, as pessoas que deram origem à astrologia e confiavam muitíssimo nela verificaram que era péssimo guia? Não conseguiu alertá-las para o desastre impendente. A Bíblia menciona isso. Dirigindo-se à nação de Babilônia, ela afirma: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e lhe salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. . . . Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Isa. 47:13, 14, “Good News Bible”.
Aqueles que ‘estudavam as estrelas’ falharam por completo em prover orientação confiável — e isso quando a nação confrontava um fim desastroso. Poderia a utilização dum horóscopo igualmente lhe deixar desapontado?
Embora reconhecida como indigna de confiança, muitos ainda consideram sua utilização como “divertimento inofensivo”. Assim . . .
QUÃO FIDEDIGNOS SÃO OS HORÓSCOPOS?
Os horóscopos baseiam-se na astrologia. Os astrólogos dizem que, para ser inteiramente exato, um horóscopo precisa basear-se na posição dos corpos celestes no instante e local exatos do nascimento da pessoa.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
São os horóscopos guias fidedignos?
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
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