Diferentemente dos babilônios, os fiéis judeus não praticavam a astrologia — e por boas razões. Deus havia deixado bem claro o aviso: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10-12.
Os servos de Deus tomaram uma posição firme contra a astrologia. Por exemplo, o fiel rei Josias “acabou com a atividade . . . dos que faziam fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco”. Foi dito que o proceder de Josias “era direito aos olhos de Deus”, e Deus o abençoou por isso. (2 Reis 22:2; 23:5) Mas alguém talvez pergunte: ‘Não se cumprem pelo menos algumas das predições dos astrólogos?’
É interessante que nas Escrituras Gregas Cristãs há o relato de uma moça que “costumava fornecer muito ganho aos seus amos por praticar a arte do vaticínio”. Aparentemente ela havia acertado em algumas predições, visto que seus amos lucravam com os poderes dela. Mas o que estava por trás da capacidade da moça em predizer o futuro? A Bíblia declara que ela estava sob a influência de “um espírito, um demônio de adivinhação”. — Atos 16:16.
A Bíblia mostra que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, Satanás, o Diabo. (1 João 5:19) Quando manobra a situação para fazer as predições se concretizarem, Satanás e os demônios atraem a atenção de milhões de pessoas.
A verdade pura é que a astrologia é uma das “maquinações do Diabo”, que ele usa visando controlar e influenciar as pessoas para servir aos seus objetivos. Por isso, não é surpresa quando a Bíblia exorta os cristãos a ‘se manterem firmes’ contra as ciladas astutas de Satanás — entre as quais está a astrologia. (Efésios 6:11) Será então que não temos nenhuma orientação sobre o futuro?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Antecedentes
Diversas formas de zodíaco podem ser identificadas desde as mais antigas civilizações conhecidas. Até mesmo a Bíblia menciona as “constelações do zodíaco”. (2 Reis 23:5) Tudo indica que o zodíaco era consultado nos tempos antigos por hindus, bem como por chineses, egípcios, gregos e outros povos. No entanto, as primeiras referências ao zodíaco foram encontradas na antiga Babilônia.
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O zodíaco governa sua vida?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
Viver sob o controle da superstição
VOCÊ esbarra sem querer em alguém ao sair de casa. Tropeça numa pedra. Ouve o pio de determinada ave à noite. Tem o mesmo sonho várias vezes. Para muitos, essas coisas são corriqueiras e inofensivas. Mas para certos povos da África Ocidental, esses acontecimentos podem ser encarados como sinais, presságios ou mensagens do mundo espiritual. Dependendo do sinal e de sua interpretação, algo de muito bom ou uma calamidade poderá acontecer à pessoa.
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
Assinar:
Comentários (Atom)