Diferentemente dos babilônios, os fiéis judeus não praticavam a astrologia — e por boas razões. Deus havia deixado bem claro o aviso: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10-12.
Os servos de Deus tomaram uma posição firme contra a astrologia. Por exemplo, o fiel rei Josias “acabou com a atividade . . . dos que faziam fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco”. Foi dito que o proceder de Josias “era direito aos olhos de Deus”, e Deus o abençoou por isso. (2 Reis 22:2; 23:5) Mas alguém talvez pergunte: ‘Não se cumprem pelo menos algumas das predições dos astrólogos?’
É interessante que nas Escrituras Gregas Cristãs há o relato de uma moça que “costumava fornecer muito ganho aos seus amos por praticar a arte do vaticínio”. Aparentemente ela havia acertado em algumas predições, visto que seus amos lucravam com os poderes dela. Mas o que estava por trás da capacidade da moça em predizer o futuro? A Bíblia declara que ela estava sob a influência de “um espírito, um demônio de adivinhação”. — Atos 16:16.
A Bíblia mostra que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, Satanás, o Diabo. (1 João 5:19) Quando manobra a situação para fazer as predições se concretizarem, Satanás e os demônios atraem a atenção de milhões de pessoas.
A verdade pura é que a astrologia é uma das “maquinações do Diabo”, que ele usa visando controlar e influenciar as pessoas para servir aos seus objetivos. Por isso, não é surpresa quando a Bíblia exorta os cristãos a ‘se manterem firmes’ contra as ciladas astutas de Satanás — entre as quais está a astrologia. (Efésios 6:11) Será então que não temos nenhuma orientação sobre o futuro?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Antecedentes
Diversas formas de zodíaco podem ser identificadas desde as mais antigas civilizações conhecidas. Até mesmo a Bíblia menciona as “constelações do zodíaco”. (2 Reis 23:5) Tudo indica que o zodíaco era consultado nos tempos antigos por hindus, bem como por chineses, egípcios, gregos e outros povos. No entanto, as primeiras referências ao zodíaco foram encontradas na antiga Babilônia.
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O zodíaco governa sua vida?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
Viver sob o controle da superstição
VOCÊ esbarra sem querer em alguém ao sair de casa. Tropeça numa pedra. Ouve o pio de determinada ave à noite. Tem o mesmo sonho várias vezes. Para muitos, essas coisas são corriqueiras e inofensivas. Mas para certos povos da África Ocidental, esses acontecimentos podem ser encarados como sinais, presságios ou mensagens do mundo espiritual. Dependendo do sinal e de sua interpretação, algo de muito bom ou uma calamidade poderá acontecer à pessoa.
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Base Científica?
Será que buscar conhecer as caraterísticas ou o futuro de alguém por meio de presságios tem base científica? Isso carece por completo de evidência. Afirma o livro The Biological and Social Meaning of Race (O Sentido Biológico e Social de Raça): “O número possível de diferentes combinações de genes que um único humano poderia herdar é maior do que o número de átomos no universo.” As caraterísticas duma pessoa, seu modo de pensar e as decisões que governam seu futuro também envolvem seu meio-ambiente e sua cultura.
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Métodos de Adivinhar a Sorte
Adivinhar a sorte, segundo The Encyclopedia Americana, envolve “predizer a sorte ou futuro da pessoa, por alegados sinais ou indícios vistos e interpretados por adivinhos amadores ou profissionais”.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte — pode isso realmente ajudá-lo?
“LEIO sua vida como um livro aberto.” “Respondo a todas as perguntas.” “Traga-me seus problemas e eu os resolverei — não importa quais sejam seus problemas.”
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
A Astrologia — É Uma Religião?
Alguns, porém, afirmam interessar-se apenas casualmente pela astrologia. Todavia, o que de início é um interesse casual pode transformar-se em algo parecido com a devoção religiosa. Disse um cientista que assinou a declaração supracitada contra a astrologia: “Para alguns, a astrologia é, sem dúvida, uma espécie de fuga . . . Para outros, a astrologia tornou-se uma revelação divina, uma verdade pura — isto é, uma religião genuína.” Há autoridades que afirmam que existe uma tendência de alguns de permitir que as predições dos horóscopos se tornem profecias que cumprem a si mesmas. Quando a astrologia controla tanto assim uma pessoa, tornou-se deveras uma religião.
A astrologia tornou-se deveras parte oficial da religião da antiga Babilônia. Será, contudo, que tal religião resultou em benefício para ela? Pelo contrário, a Bíblia contém a seguinte pronúncia contra a antiga Babilônia: “Fatigaste-te com a multidão dos teus conselheiros. Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os astrólogos, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” (Isaías 47:13, nota da Trad. do Novo Mundo, com Referências, em inglês.) As predições dos astrólogos de Babilônia não conseguiram poupar a cidade da ruína permanente. — Isaías 13:19, 20.
É interessante, porém, que a influência religiosa de Babilônia durou mais do que ela. “De Babilônia”, declara o livro A History of Astrology (História da Astrologia), “os caldeus levaram a astrologia para o Egito, e, mais importante ainda, para a Grécia”.
Seguir a religião da astrologia, portanto, é perigoso. Por quê? Porque, de acordo com a Bíblia, acha-se programada a destruição de todas as religiões baseadas nas crenças babilônicas. Deveras, a queda da antiga Babilônia aponta para esta futura devastação. Em Revelação 18:4, adverte-se-nos: “Saí dela [da organização babilônica], povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.”
A astrologia dificilmente pode ser assim chamada de ‘divertimento inofensivo’. (Compare com Deuteronômio 18:10-12.) Segui-la poderia ser o primeiro passo para se cair sob influências demoníacas perigosas e perder a amizade de Deus! (2 Coríntios 6:17, 18) Na verdade, todos nós precisamos de orientação. Mas, quão mais seguro e melhor é nos voltarmos para a Bíblia em busca de orientação! (Salmo 119:105) Aqueles que acatam a Palavra de Deus obtêm ajuda prática para enfrentar os problemas da vida, algo que a astrologia deixa de suprir.
A astrologia tornou-se deveras parte oficial da religião da antiga Babilônia. Será, contudo, que tal religião resultou em benefício para ela? Pelo contrário, a Bíblia contém a seguinte pronúncia contra a antiga Babilônia: “Fatigaste-te com a multidão dos teus conselheiros. Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os astrólogos, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” (Isaías 47:13, nota da Trad. do Novo Mundo, com Referências, em inglês.) As predições dos astrólogos de Babilônia não conseguiram poupar a cidade da ruína permanente. — Isaías 13:19, 20.
É interessante, porém, que a influência religiosa de Babilônia durou mais do que ela. “De Babilônia”, declara o livro A History of Astrology (História da Astrologia), “os caldeus levaram a astrologia para o Egito, e, mais importante ainda, para a Grécia”.
Seguir a religião da astrologia, portanto, é perigoso. Por quê? Porque, de acordo com a Bíblia, acha-se programada a destruição de todas as religiões baseadas nas crenças babilônicas. Deveras, a queda da antiga Babilônia aponta para esta futura devastação. Em Revelação 18:4, adverte-se-nos: “Saí dela [da organização babilônica], povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.”
A astrologia dificilmente pode ser assim chamada de ‘divertimento inofensivo’. (Compare com Deuteronômio 18:10-12.) Segui-la poderia ser o primeiro passo para se cair sob influências demoníacas perigosas e perder a amizade de Deus! (2 Coríntios 6:17, 18) Na verdade, todos nós precisamos de orientação. Mas, quão mais seguro e melhor é nos voltarmos para a Bíblia em busca de orientação! (Salmo 119:105) Aqueles que acatam a Palavra de Deus obtêm ajuda prática para enfrentar os problemas da vida, algo que a astrologia deixa de suprir.
Por Trás do Poder de Predição
Há vezes em que as predições astrológicas se confirmam. Mas, será que isto realmente se dá pela leitura dos astros? Anos atrás, o falecido psicólogo Vernon Clark testou as habilidades de alguns astrólogos. Forneceu-lhes dez casos e solicitou aos astrólogos que enquadrassem cada um deles em um de dois horóscopos. Os astrólogos tiveram um êxito fenomenal! Três astrólogos chegaram até a enquadrar corretamente todos eles!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
“A Culpa É dos Astros!”
Um dos perigos mais óbvios é que a astrologia desestimula as pessoas a assumir a responsabilidade por seus atos. Tome-se, por exemplo, o casamento. Declarou certo astrólogo sul-africano, a respeito de casais com horóscopos incompatíveis: “Já disse a várias pessoas que seu casamento não tem nenhuma chance, e que elas deveriam divorciar-se.”
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
sábado, 28 de agosto de 2010
Base Científica?
Será que buscar conhecer as caraterísticas ou o futuro de alguém por meio de presságios tem base científica? Isso carece por completo de evidência. Afirma o livro The Biological and Social Meaning of Race (O Sentido Biológico e Social de Raça): “O número possível de diferentes combinações de genes que um único humano poderia herdar é maior do que o número de átomos no universo.” As caraterísticas duma pessoa, seu modo de pensar e as decisões que governam seu futuro também envolvem seu meio-ambiente e sua cultura.
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Métodos de Adivinhar a Sorte
Adivinhar a sorte, segundo The Encyclopedia Americana, envolve “predizer a sorte ou futuro da pessoa, por alegados sinais ou indícios vistos e interpretados por adivinhos amadores ou profissionais”.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte — pode isso realmente ajudá-lo?
“LEIO sua vida como um livro aberto.” “Respondo a todas as perguntas.” “Traga-me seus problemas e eu os resolverei — não importa quais sejam seus problemas.”
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
O que há por trás das superstições?
Muitas superstições se devem basicamente ao medo dos espíritos dos mortos ou de qualquer espírito. Certos acontecimentos são interpretados como esforços desses espíritos para contatar os vivos por meio de uma ameaça, um aviso ou uma graça.
As superstições também são muito associadas às curas e à medicina. Para a maioria da população dos países em desenvolvimento, a medicina moderna é muito cara e muitas vezes simplesmente não está ao seu alcance. Por isso, muitos procuram obter curas ou tentam tomar medidas preventivas recorrendo a costumes associados com seus ancestrais, espiritismo e superstições. Há também o fato de se sentirem mais à vontade com um curandeiro que conhece seus costumes e fala seu dialeto do que com um médico profissional. Desse modo, perpetuam-se as crenças supersticiosas.
As tradições supersticiosas sustentam a idéia de que as doenças e os acidentes não são coisas que acontecem por acaso, mas sim obras das forças do mundo espiritual. Os curandeiros podem dizer que um ancestral falecido está infeliz com alguma coisa. Ou médiuns espíritas talvez sugiram que a pessoa ficou doente ou se acidentou porque foi enfeitiçada por um curandeiro rival a pedido de alguém.
As superstições variam muito de um lugar para outro e sua propagação depende do folclore, das lendas e das circunstâncias locais. Mas o denominador comum entre todas elas é a crença que alguém, ou algo, do mundo espiritual precisa ser apaziguado.
As superstições também são muito associadas às curas e à medicina. Para a maioria da população dos países em desenvolvimento, a medicina moderna é muito cara e muitas vezes simplesmente não está ao seu alcance. Por isso, muitos procuram obter curas ou tentam tomar medidas preventivas recorrendo a costumes associados com seus ancestrais, espiritismo e superstições. Há também o fato de se sentirem mais à vontade com um curandeiro que conhece seus costumes e fala seu dialeto do que com um médico profissional. Desse modo, perpetuam-se as crenças supersticiosas.
As tradições supersticiosas sustentam a idéia de que as doenças e os acidentes não são coisas que acontecem por acaso, mas sim obras das forças do mundo espiritual. Os curandeiros podem dizer que um ancestral falecido está infeliz com alguma coisa. Ou médiuns espíritas talvez sugiram que a pessoa ficou doente ou se acidentou porque foi enfeitiçada por um curandeiro rival a pedido de alguém.
As superstições variam muito de um lugar para outro e sua propagação depende do folclore, das lendas e das circunstâncias locais. Mas o denominador comum entre todas elas é a crença que alguém, ou algo, do mundo espiritual precisa ser apaziguado.
As superstições controlam sua vida?
HÁ SUPERSTIÇÕES no mundo todo. Às vezes, são prezadas como parte da herança cultural. Ou podem ser consideradas uma curiosidade trivial, que dá sabor à vida. No Ocidente, as superstições geralmente não são levadas muito a sério. Em outros lugares, como na África, por exemplo, as superstições podem influenciar seriamente a vida das pessoas.
Grande parte da cultura africana baseia-se na superstição. Publicações, filmes e programas de rádio produzidos na África muitas vezes destacam superstições e assuntos místicos, como magia, culto aos antepassados e amuletos. Onde se originaram as superstições e por que as pessoas são tão influenciadas por elas?
Grande parte da cultura africana baseia-se na superstição. Publicações, filmes e programas de rádio produzidos na África muitas vezes destacam superstições e assuntos místicos, como magia, culto aos antepassados e amuletos. Onde se originaram as superstições e por que as pessoas são tão influenciadas por elas?
Viver sob o controle da superstição
VOCÊ esbarra sem querer em alguém ao sair de casa. Tropeça numa pedra. Ouve o pio de determinada ave à noite. Tem o mesmo sonho várias vezes. Para muitos, essas coisas são corriqueiras e inofensivas. Mas para certos povos da África Ocidental, esses acontecimentos podem ser encarados como sinais, presságios ou mensagens do mundo espiritual. Dependendo do sinal e de sua interpretação, algo de muito bom ou uma calamidade poderá acontecer à pessoa.
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
O que lhe dizem as estrelas?
DO CORRESPONDENTE DE DESPERTAI! NO BRASIL
“OUVIU falar que nas estrelas está escrito que em julho próximo haverá uma colisão com Marte?” Estas palavras de Cole Porter, na sua canção rimada, em inglês, expressam bem a crença comum e antiga de que o futuro do homem de algum modo se relaciona com as estrelas. Mas existe alguma relação real entre os corpos celestes e a vida da humanidade na Terra? Em caso afirmativo, como isso afeta a humanidade? Em caso negativo, que finalidade têm as estrelas?
Não é de admirar que tantas pessoas se interessem no futuro quando consideramos alguns acontecimentos dramáticos recentes: a queda do Muro de Berlim e o rápido colapso da ex-União Soviética, a falta de confiança nos líderes políticos, o ódio étnico vindo à tona na África e na Europa, a inimizade religiosa na Índia e na Irlanda, a inflação galopante que atinge tantos países, e a rebelião dos jovens. Segundo um informe da Universidade de Hamburgo, 1992 foi o ano mais belicoso desde o fim da Segunda Guerra Mundial, com 52 conflitos armados em diferentes países. É natural que os amantes da paz se perguntem: ‘A que podemos recorrer em busca de estabilidade, paz e segurança?’
A incerteza a respeito do futuro resultou numa explosão de interesse pela adivinhação em suas variadas formas. A astrologia é provavelmente a mais conhecida. Distinta da ciência da astronomia, a astrologia é “a adivinhação das supostas influências das estrelas e dos planetas sobre os assuntos humanos e sobre os eventos terrestres, através de suas posições e aspectos”. Hoje, milhões de pessoas não conseguem resistir à tentação de ler seu horóscopo em busca de dicas sobre o seu futuro.
Outras áreas em que os astrólogos alegam prever o futuro incluem o desfecho de problemas conjugais e problemas de saúde, a ascensão e queda de líderes políticos, a melhor data para iniciar um novo negócio e que números jogar na loteria.
Segundo um informe da agência Reuters, Nancy Reagan, na época em que seu marido era presidente dos Estados Unidos, consultava regularmente a astróloga Joan Quigley, para saber qual era a melhor ocasião de ele proferir seus discursos e quando seu avião devia decolar ou aterrissar. A New Catholic Encyclopedia revelou que “a astrologia foi usada pelo Papa Júlio II [1503-13] para marcar o dia de sua coroação, e por Paulo III [1534-49] para determinar a ocasião adequada para cada Consistório”. Alfred Hug, diretor de uma firma suíça que usa a astrologia para aconselhar investidores da bolsa de valores, garante bons resultados. “Está escrito nas estrelas”, afirma.
“OUVIU falar que nas estrelas está escrito que em julho próximo haverá uma colisão com Marte?” Estas palavras de Cole Porter, na sua canção rimada, em inglês, expressam bem a crença comum e antiga de que o futuro do homem de algum modo se relaciona com as estrelas. Mas existe alguma relação real entre os corpos celestes e a vida da humanidade na Terra? Em caso afirmativo, como isso afeta a humanidade? Em caso negativo, que finalidade têm as estrelas?
Não é de admirar que tantas pessoas se interessem no futuro quando consideramos alguns acontecimentos dramáticos recentes: a queda do Muro de Berlim e o rápido colapso da ex-União Soviética, a falta de confiança nos líderes políticos, o ódio étnico vindo à tona na África e na Europa, a inimizade religiosa na Índia e na Irlanda, a inflação galopante que atinge tantos países, e a rebelião dos jovens. Segundo um informe da Universidade de Hamburgo, 1992 foi o ano mais belicoso desde o fim da Segunda Guerra Mundial, com 52 conflitos armados em diferentes países. É natural que os amantes da paz se perguntem: ‘A que podemos recorrer em busca de estabilidade, paz e segurança?’
A incerteza a respeito do futuro resultou numa explosão de interesse pela adivinhação em suas variadas formas. A astrologia é provavelmente a mais conhecida. Distinta da ciência da astronomia, a astrologia é “a adivinhação das supostas influências das estrelas e dos planetas sobre os assuntos humanos e sobre os eventos terrestres, através de suas posições e aspectos”. Hoje, milhões de pessoas não conseguem resistir à tentação de ler seu horóscopo em busca de dicas sobre o seu futuro.
Outras áreas em que os astrólogos alegam prever o futuro incluem o desfecho de problemas conjugais e problemas de saúde, a ascensão e queda de líderes políticos, a melhor data para iniciar um novo negócio e que números jogar na loteria.
Segundo um informe da agência Reuters, Nancy Reagan, na época em que seu marido era presidente dos Estados Unidos, consultava regularmente a astróloga Joan Quigley, para saber qual era a melhor ocasião de ele proferir seus discursos e quando seu avião devia decolar ou aterrissar. A New Catholic Encyclopedia revelou que “a astrologia foi usada pelo Papa Júlio II [1503-13] para marcar o dia de sua coroação, e por Paulo III [1534-49] para determinar a ocasião adequada para cada Consistório”. Alfred Hug, diretor de uma firma suíça que usa a astrologia para aconselhar investidores da bolsa de valores, garante bons resultados. “Está escrito nas estrelas”, afirma.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Origem na Religião da Antiga Babilônia
Se examinar a história da astrologia, do que fica sabendo? Onde e como se originou? Declara o Professor Morris Jastrow: “A história da astrologia pode ser rebuscada agora à antiga Babilônia, e deveras, às mais primitivas fases da história babilônica.” A respeito do zodíaco, The Century Dictionary and Cyclopedia indica: “Há forte evidência de que o zodíaco foi formado em Babilônia por volta de 2100 A. C. . . . Várias das figuras das antigas constelações têm notável caráter babilônico, . . . e quase todas podem ser explicadas pela mitologia babilônica.
Que finalidade teve a astrologia em seu início? Continua o Professor Jastrow: “Na Babilônia, bem como na Assíria, . . . a astrologia assume seu lugar no culto oficial como um dos dois meios principais à disposição dos sacerdotes . . . para assegurarem-se da vontade e da intenção dos deuses.” O sol, a lua e os planetas eram considerados os lares dos deuses babilônicos, e receberam nomes em honra deles. Os sacerdotes criam que a interpretação correta dos movimentos destes corpos revelaria o que os deuses estavam prestes a fazer. Assim, a astrologia era religiosa desde seu início. Era uma forma de adivinhação por meio de presságios.
Naturalmente, os devotos da astrologia hoje não afirmam que os planetas sejam moradas dos deuses antigos. Mas, sua fé na astrologia equivale à mesma coisa. Como assim? Bem, não se deriva a astrologia moderna dessa antiga superstição babilônica? Um ramo duma árvore não é ainda parte da árvore? Também, que diferença essencial existe entre crer que os “deuses” planetários ou as “forças” planetárias governem assuntos humanos?
Os astrólogos talvez sustentem que sua prática é uma ciência, mas temos visto que a evidência não apóia sua pretensão. O fato é que a astrologia hoje nada mais é senão um rebento moderno da religião pagã da antiga Babilônia. Deseja envolver-se em tal superstição? Se desejar, que tipo de influência ela exercerá sobre sua pessoa?
Que finalidade teve a astrologia em seu início? Continua o Professor Jastrow: “Na Babilônia, bem como na Assíria, . . . a astrologia assume seu lugar no culto oficial como um dos dois meios principais à disposição dos sacerdotes . . . para assegurarem-se da vontade e da intenção dos deuses.” O sol, a lua e os planetas eram considerados os lares dos deuses babilônicos, e receberam nomes em honra deles. Os sacerdotes criam que a interpretação correta dos movimentos destes corpos revelaria o que os deuses estavam prestes a fazer. Assim, a astrologia era religiosa desde seu início. Era uma forma de adivinhação por meio de presságios.
Naturalmente, os devotos da astrologia hoje não afirmam que os planetas sejam moradas dos deuses antigos. Mas, sua fé na astrologia equivale à mesma coisa. Como assim? Bem, não se deriva a astrologia moderna dessa antiga superstição babilônica? Um ramo duma árvore não é ainda parte da árvore? Também, que diferença essencial existe entre crer que os “deuses” planetários ou as “forças” planetárias governem assuntos humanos?
Os astrólogos talvez sustentem que sua prática é uma ciência, mas temos visto que a evidência não apóia sua pretensão. O fato é que a astrologia hoje nada mais é senão um rebento moderno da religião pagã da antiga Babilônia. Deseja envolver-se em tal superstição? Se desejar, que tipo de influência ela exercerá sobre sua pessoa?
O Que Dizer das Datas do Zodíaco?
Há ainda outra séria dificuldade. Lembramo-nos de que as datas dos signos do zodíaco foram calculadas à base das constelações que apareciam neles há cerca de dois mil anos. Nesse tempo, por exemplo, a constelação de Áries podia ser vista na seção de “Aries” do zodíaco. O sol apareceria nesta constelação no equinócio da primavera setentrional (cerca de 21 de março) e permanecia ali por cerca de trinta dias. Os mapas do zodíaco fornecem a impressão de que isto ainda se dá, designando o período de 21 de março a 20 de abril a Áries. Mas, isto é incorreto. The World Book Encyclopedia explica porque:
“A cada ano, o sol cruza o equador a cerca de 50 segundos do arco a oeste dos pontos em que o cruzou o ano antes. Este movimento para o ocidente, dos pontos equinociais, é chamado de precessão dos equinócios. . . .
“Devido à precessão, os signos do zodíaco não mais correspondem às constelações em honra das quais foram chamados. Há mais de 2.000 anos, o sol estava na parte do céu chamada de Aries no equinócio da primavera [setentrional] e é ainda chamada de a primeira de Aries. Acha-se agora na constelação de Pisces, e se move no sentido da constelação chamada Aquarius no zodíaco.”
Assim, as datas fornecidas nos mapas do zodíaco para o aparecimento do sol nas várias constelações estão todas deslocadas uma seção, ou, como se expressa a mesma enciclopédia: “Atualmente, as estrelas de Aries se acham no signo [seção] de Taurus. As de Taurus acham-se no signo [seção] de Gemini, as de Gemini no signo [seção] de Câncer e assim por diante.” Os horóscopos baseados nas antigas datas estão inteiramente errados. Convém-lhe algo tão carente de base científica?
“A cada ano, o sol cruza o equador a cerca de 50 segundos do arco a oeste dos pontos em que o cruzou o ano antes. Este movimento para o ocidente, dos pontos equinociais, é chamado de precessão dos equinócios. . . .
“Devido à precessão, os signos do zodíaco não mais correspondem às constelações em honra das quais foram chamados. Há mais de 2.000 anos, o sol estava na parte do céu chamada de Aries no equinócio da primavera [setentrional] e é ainda chamada de a primeira de Aries. Acha-se agora na constelação de Pisces, e se move no sentido da constelação chamada Aquarius no zodíaco.”
Assim, as datas fornecidas nos mapas do zodíaco para o aparecimento do sol nas várias constelações estão todas deslocadas uma seção, ou, como se expressa a mesma enciclopédia: “Atualmente, as estrelas de Aries se acham no signo [seção] de Taurus. As de Taurus acham-se no signo [seção] de Gemini, as de Gemini no signo [seção] de Câncer e assim por diante.” Os horóscopos baseados nas antigas datas estão inteiramente errados. Convém-lhe algo tão carente de base científica?
Convém-lhe a astrologia?
“QUE tipo de pessoa sou eu?” “Qual é minha vocação na vida?” “O que o futuro me reserva?” Já ponderou sobre tais perguntas? A maioria já. Em busca das respostas, milhões de pessoas por toda a história recorreram à astrologia. O que quer dizer este termo?
The Century Dictionary and Cyclopedia define astrologia como estudo que “presume que os corpos celestes [sol, lua, estrelas e planetas] exercem, segundo suas posições relativas em certos tempos, direta influência sobre a vida e o destino humanos”.
Há alguma base válida para a astrologia? Pode-se obter conhecimentos sobrenaturais por empregá-la? Se se envolvesse na astrologia, exerceria ela boa influência sobre sua pessoa?
Crescente Interesse Pela Astrologia Hoje
Os anos recentes presenciaram enorme surto de interesse pela astrologia. Sobre isso, declarou o escritor Jess Stearn:
“A astrologia, a arte certa vez desacreditada dos caldeus e babilônios, agora passa por singular ressurgimento. Tão forte se tornou a moda — não só por parte de crédulas senhoras idosas, mas também por parte de intelectuais e jovens — que há arquitetos que planejam casas especialmente para pessoas nascidas sob certos signos do zodíaco [e] decoradores de interiores e fabricantes que adaptam esquemas de cores às pessoas destes mesmíssimos signos.”
Pessoas de todas as rodas de vida se interessam pela astrologia. Tanto ricos como pobres lêem diariamente seus horóscopos. Apenas nos EUA, cerca de dez milhões de pessoas seguem zelosamente a astrologia, e cerca de outros 40 milhões têm algum contato com ela. Há vinte anos atrás, podiam-se achar colunas de horóscopos em menos de cem jornais naquele país. Hoje, mais de mil jornais dos EUA as publicam.
Por que as pessoas seguem a astrologia? O interesse próprio amiúde é um fator motivador. Exemplificando: rapazes e moças com intenções românticas amiúde comparam os seus horóscopos para ver se são “feitos” um para o outro. Muitos, pela astrologia, procuram saber que passos financeiros devem dar, e quando. Na Ásia, as datas de casamento e do enterro são amiúde determinadas pela astrologia. No Oriente, tanto a época como a direção exata dos desfiles cerimoniais são com freqüência determinadas pelos astrólogos. Até muros palaciais têm sido derrubados de modo que um desfile possa seguir em alinhamento com os planetas.
Insistem os astrólogos que aquilo que fazem é realmente uma ciência. Um deles escreveu em data recente: “É o maior cabedal de conhecimentos da história humana — sem excessão.” No entanto, muitas obras de referência definem a astrologia como “pseudociência” (isto é, “falsa ou pretensa ciência”). Qual é a verdade sobre o assunto? Como é que os astrólogos fazem seus cálculos? É seu método verdadeiramente científico? A resposta a tais perguntas talvez tenha que ver com se a astrologia lhe convém.
The Century Dictionary and Cyclopedia define astrologia como estudo que “presume que os corpos celestes [sol, lua, estrelas e planetas] exercem, segundo suas posições relativas em certos tempos, direta influência sobre a vida e o destino humanos”.
Há alguma base válida para a astrologia? Pode-se obter conhecimentos sobrenaturais por empregá-la? Se se envolvesse na astrologia, exerceria ela boa influência sobre sua pessoa?
Crescente Interesse Pela Astrologia Hoje
Os anos recentes presenciaram enorme surto de interesse pela astrologia. Sobre isso, declarou o escritor Jess Stearn:
“A astrologia, a arte certa vez desacreditada dos caldeus e babilônios, agora passa por singular ressurgimento. Tão forte se tornou a moda — não só por parte de crédulas senhoras idosas, mas também por parte de intelectuais e jovens — que há arquitetos que planejam casas especialmente para pessoas nascidas sob certos signos do zodíaco [e] decoradores de interiores e fabricantes que adaptam esquemas de cores às pessoas destes mesmíssimos signos.”
Pessoas de todas as rodas de vida se interessam pela astrologia. Tanto ricos como pobres lêem diariamente seus horóscopos. Apenas nos EUA, cerca de dez milhões de pessoas seguem zelosamente a astrologia, e cerca de outros 40 milhões têm algum contato com ela. Há vinte anos atrás, podiam-se achar colunas de horóscopos em menos de cem jornais naquele país. Hoje, mais de mil jornais dos EUA as publicam.
Por que as pessoas seguem a astrologia? O interesse próprio amiúde é um fator motivador. Exemplificando: rapazes e moças com intenções românticas amiúde comparam os seus horóscopos para ver se são “feitos” um para o outro. Muitos, pela astrologia, procuram saber que passos financeiros devem dar, e quando. Na Ásia, as datas de casamento e do enterro são amiúde determinadas pela astrologia. No Oriente, tanto a época como a direção exata dos desfiles cerimoniais são com freqüência determinadas pelos astrólogos. Até muros palaciais têm sido derrubados de modo que um desfile possa seguir em alinhamento com os planetas.
Insistem os astrólogos que aquilo que fazem é realmente uma ciência. Um deles escreveu em data recente: “É o maior cabedal de conhecimentos da história humana — sem excessão.” No entanto, muitas obras de referência definem a astrologia como “pseudociência” (isto é, “falsa ou pretensa ciência”). Qual é a verdade sobre o assunto? Como é que os astrólogos fazem seus cálculos? É seu método verdadeiramente científico? A resposta a tais perguntas talvez tenha que ver com se a astrologia lhe convém.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ajudam Realmente os Horóscopos?
É claro que sim, respondem seus fervorosos adeptos. Por que pensam assim? Certa pessoa explicou: “Leio todo dia meu horóscopo . . . e diria que em cerca de 80 por cento as coisas que me disseram se provaram corretas.” Sim, tais pessoas acham que soluções, ou pelo menos orientações, para seus problemas, podem ser encontradas nos horóscopos.
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
domingo, 1 de agosto de 2010
“O tempo e o imprevisto”
Alguns se interessam em numerologia porque desejam tornar previsível a sua vida. Mas a Bíblia esclarece que os detalhes da vida humana não podem ser traçados com antecedência. Lemos: “A corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos poderosos, nem tampouco são os sábios os que têm alimento, nem tampouco são os entendidos os que têm riquezas, nem mesmo os que têm conhecimento têm o favor; porque o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos eles.” (Eclesiastes 9:11) Sim, muitos eventos são inesperados. Tais casualidades frustram qualquer tentativa de predizer resultados à base da data de nascimento ou do valor numérico de um nome.
Veja outro exemplo. Incentivando a generosidade, a Bíblia declara: “Envia teu pão sobre a superfície das águas, pois no decorrer de muitos dias o acharás de novo. Dá um quinhão a sete ou mesmo a oito, pois não sabes que calamidade ocorrerá na terra.” (Eclesiastes 11:1, 2) Com poucas exceções, calamidades são coisas que as pessoas não sabem quando vão ocorrer — nem têm como saber. Assim, o professor de matemática Underwood Dudley escreveu a respeito de numerólogos: “Eles não dão suficiente crédito ao casual. Coisas espantosas podem acontecer ao acaso.”
É verdade que os numerólogos podem fazer algumas predições acertadas. Como explicar isso? Em alguns casos, pode ser coincidência. E, às vezes, a linguagem dos numerólogos é tão ambígua que poderia se aplicar a diversos resultados. Mas existe algo mais sério a considerar.
Veja outro exemplo. Incentivando a generosidade, a Bíblia declara: “Envia teu pão sobre a superfície das águas, pois no decorrer de muitos dias o acharás de novo. Dá um quinhão a sete ou mesmo a oito, pois não sabes que calamidade ocorrerá na terra.” (Eclesiastes 11:1, 2) Com poucas exceções, calamidades são coisas que as pessoas não sabem quando vão ocorrer — nem têm como saber. Assim, o professor de matemática Underwood Dudley escreveu a respeito de numerólogos: “Eles não dão suficiente crédito ao casual. Coisas espantosas podem acontecer ao acaso.”
É verdade que os numerólogos podem fazer algumas predições acertadas. Como explicar isso? Em alguns casos, pode ser coincidência. E, às vezes, a linguagem dos numerólogos é tão ambígua que poderia se aplicar a diversos resultados. Mas existe algo mais sério a considerar.
Deve-se buscar orientação nos números?
SERÁ que a numerologia resiste ao escrutínio da ciência e da razão? Podem os números revelar o nosso destino? Devemos traçar o nosso futuro à base de achados e predições numerológicas?
Uma objeção que os numerólogos não têm como refutar é o fato de que diferentes culturas usam diferentes calendários. Por exemplo, que dizer se a pessoa vive num lugar em que se usa o calendário chinês? Veja o caso da data mencionada no artigo inicial — 11 de setembro de 2001. Segundo o calendário chinês, esse era o 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo. No calendário juliano essa data seria 29 de agosto de 2001. No calendário muçulmano, 22 de jumada II de 1422 e, no hebraico, 23 de elul de 5761. Como poderia haver significação numerológica numa data expressa de tantas maneiras? Outro fator: os idiomas em geral têm sua própria grafia para os nomes. Por exemplo, as letras do nome John, em inglês, tem valor numérico de 2, mas as letras do mesmo nome em espanhol — Juan — têm o valor de 1.
Uma coisa é reconhecer que muitos aspectos do Universo podem ser explicados por meio de fórmulas matemáticas, que podem ser testadas e demonstradas. Bem diferente, porém, é afirmar que o nome duma pessoa foi predeterminado para coincidir com a data de seu nascimento e para ser relacionado com certos números, de modo a se poder definir o destino dessa pessoa.
A conclusão é clara: acreditar que as interpretações numerológicas são exatas, sabendo-se que se baseiam em fatores tão variáveis como calendários e idiomas, é esticar os limites da credibilidade a um grau absurdo.
Uma objeção que os numerólogos não têm como refutar é o fato de que diferentes culturas usam diferentes calendários. Por exemplo, que dizer se a pessoa vive num lugar em que se usa o calendário chinês? Veja o caso da data mencionada no artigo inicial — 11 de setembro de 2001. Segundo o calendário chinês, esse era o 24.° dia do 7.° mês do 18.° ano do 78.° ciclo. No calendário juliano essa data seria 29 de agosto de 2001. No calendário muçulmano, 22 de jumada II de 1422 e, no hebraico, 23 de elul de 5761. Como poderia haver significação numerológica numa data expressa de tantas maneiras? Outro fator: os idiomas em geral têm sua própria grafia para os nomes. Por exemplo, as letras do nome John, em inglês, tem valor numérico de 2, mas as letras do mesmo nome em espanhol — Juan — têm o valor de 1.
Uma coisa é reconhecer que muitos aspectos do Universo podem ser explicados por meio de fórmulas matemáticas, que podem ser testadas e demonstradas. Bem diferente, porém, é afirmar que o nome duma pessoa foi predeterminado para coincidir com a data de seu nascimento e para ser relacionado com certos números, de modo a se poder definir o destino dessa pessoa.
A conclusão é clara: acreditar que as interpretações numerológicas são exatas, sabendo-se que se baseiam em fatores tão variáveis como calendários e idiomas, é esticar os limites da credibilidade a um grau absurdo.
Por Que Existe tal Fascínio?
Nesta era de realização pessoal, qualquer coisa que prometa um melhor conhecimento de causa do significado da vida, ou melhor entendimento do eu, tende a ser bem recebido. Assim, nas palavras dum observador, um dos motivos pelos quais as pessoas se sentem atraídas pela astrologia é que “ela afirma poder dizer-lhe algo sobre a pessoa mais importante de todas, você mesmo”.
Mas será que a astrologia realmente faz isto? E, o que é mais importante, será que as estrelas realmente controlam sua vida? Examinemos mais de perto este fenômeno.
Mas será que a astrologia realmente faz isto? E, o que é mais importante, será que as estrelas realmente controlam sua vida? Examinemos mais de perto este fenômeno.
Contemplar as estrelas hoje em dia
“DA CASA Branca a Wall Street, a astrologia nunca foi tão popular.” Assim começa uma notícia de jornal a respeito do interesse público pela astrologia nos Estados Unidos.
A referência à Casa Branca sem dúvida trouxe à mente do leitor o relato, bastante divulgado, de um ex-assessor presidencial. Em seu livro For the Record (Que Fique Registrado), Donald T. Regan escreveu:
“Virtualmente todo passo ou decisão principal que os Reagans tomaram durante o tempo em que servi como chefe de gabinete da Casa Branca, era aprovado de antemão por uma mulher de São Francisco, que fazia horóscopos, a fim de assegurar-se que os planetas estivessem em conjunção favorável para tal empreendimento.”
Seja o que for que se possa deduzir desse relato, certamente contribuiu muito para trazer a lume o amplo interesse pela astrologia entre as pessoas do mundo ocidental, onde a ciência moderna deveria ter, supostamente, removido o último vestígio da astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Segundo a AFA (Federação Americana de Astrólogos), existem, nos Estados Unidos, cerca de 5.000 astrólogos profissionais, de tempo integral, e, pelo menos, 50.000 praticantes de tempo parcial. Anualmente, as contribuições pagas pelas leituras totalizam cerca de US$ 35 milhões.
▪ “Todo o ano, na França. . . mais de 10 milhões de pessoas consultam um dos mais de 30.000 astrólogos ou médiuns oficialmente reconhecidos”, diz Toutes les Nouvelles, um semanário parisiense.
▪ Os horóscopos são uma seção regular em 92 por cento, ou em mais de 1.500, dos diários dos Estados Unidos. Na Alemanha, quando um jornal, Weser Kurier, deixou certo dia de publicar a coluna de horóscopo, recebeu telefonemas dos leitores, “que não sabiam se deviam ficar em casa ou sair naquele dia, se deviam investir seu dinheiro, e, caso devessem, em quê”.
▪ É cada vez maior o número de astrólogos que se voltam para os computadores. A “Astro Inteligente” da Suíça, por exemplo, pode prover uma análise de horóscopo de 20 páginas, impressa por computador, ao custo de 55 francos suíços (uns NCz$ 180,00). Um bem-conhecido astrólogo inglês despacha mais de 20.000 horóscopos pessoais computadorizados por ano, a cerca de 10 libras esterlinas (uns NCz$ 90,00) cada um. Até mesmo serviços de horóscopo por telefone se tornam agora disponíveis em cidades como Nova Iorque. A Companhia Telefônica de Nova Iorque informa estar recebendo cerca de um milhão de chamadas por mês.
A referência à Casa Branca sem dúvida trouxe à mente do leitor o relato, bastante divulgado, de um ex-assessor presidencial. Em seu livro For the Record (Que Fique Registrado), Donald T. Regan escreveu:
“Virtualmente todo passo ou decisão principal que os Reagans tomaram durante o tempo em que servi como chefe de gabinete da Casa Branca, era aprovado de antemão por uma mulher de São Francisco, que fazia horóscopos, a fim de assegurar-se que os planetas estivessem em conjunção favorável para tal empreendimento.”
Seja o que for que se possa deduzir desse relato, certamente contribuiu muito para trazer a lume o amplo interesse pela astrologia entre as pessoas do mundo ocidental, onde a ciência moderna deveria ter, supostamente, removido o último vestígio da astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Segundo a AFA (Federação Americana de Astrólogos), existem, nos Estados Unidos, cerca de 5.000 astrólogos profissionais, de tempo integral, e, pelo menos, 50.000 praticantes de tempo parcial. Anualmente, as contribuições pagas pelas leituras totalizam cerca de US$ 35 milhões.
▪ “Todo o ano, na França. . . mais de 10 milhões de pessoas consultam um dos mais de 30.000 astrólogos ou médiuns oficialmente reconhecidos”, diz Toutes les Nouvelles, um semanário parisiense.
▪ Os horóscopos são uma seção regular em 92 por cento, ou em mais de 1.500, dos diários dos Estados Unidos. Na Alemanha, quando um jornal, Weser Kurier, deixou certo dia de publicar a coluna de horóscopo, recebeu telefonemas dos leitores, “que não sabiam se deviam ficar em casa ou sair naquele dia, se deviam investir seu dinheiro, e, caso devessem, em quê”.
▪ É cada vez maior o número de astrólogos que se voltam para os computadores. A “Astro Inteligente” da Suíça, por exemplo, pode prover uma análise de horóscopo de 20 páginas, impressa por computador, ao custo de 55 francos suíços (uns NCz$ 180,00). Um bem-conhecido astrólogo inglês despacha mais de 20.000 horóscopos pessoais computadorizados por ano, a cerca de 10 libras esterlinas (uns NCz$ 90,00) cada um. Até mesmo serviços de horóscopo por telefone se tornam agora disponíveis em cidades como Nova Iorque. A Companhia Telefônica de Nova Iorque informa estar recebendo cerca de um milhão de chamadas por mês.
sábado, 10 de julho de 2010
Origem e Finalidade dos Corpos Celestes
Esboçando a origem e o propósito das estrelas e dos planetas, a Bíblia diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra. E Deus prosseguiu, dizendo: ‘Venha a haver luzeiros na expansão dos céus para fazerem separação entre o dia e a noite; e eles terão de servir de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos.’ E Deus passou a fazer os dois grandes luzeiros, o luzeiro maior para dominar o dia e o luzeiro menor para dominar a noite, e também as estrelas.” — Gênesis 1:1, 14, 16.
Assim, o sol é para dominar o dia, a lua, a noite, mas nenhum dos dois deve dominar ou dirigir os humanos! Antes, eles têm a finalidade de servir os interesses do homem.
Assim, o sol é para dominar o dia, a lua, a noite, mas nenhum dos dois deve dominar ou dirigir os humanos! Antes, eles têm a finalidade de servir os interesses do homem.
As Particularidades e a Origem da Astrologia
A astrologia chegou até nosso avançado século 20 de um passado distante, obscuro e supersticioso. Veio de um tempo em que os antigos acreditavam que os planetas eram deuses, e que essas divindades em órbita tinham influência religiosa sobre os assuntos e as decisões diárias das massas. Naqueles dias, as constelações eram consultadas por ocasião de nascimentos, casamentos e toda vez que havia infortúnio ou sucesso na família
A grande maioria na Índia hoje ainda acredita que as estrelas e os planetas dirigem sua vida inteira. Muitos acreditam que alguns planetas são do sexo masculino, outros do sexo feminino, e ainda outros são bissexuais.
Os astrólogos indianos dividem a zona dos céus estrelados em 12 signos do zodíaco de 30 graus cada um. Cada signo é subdividido em duas partes iguais de 15 graus, perfazendo assim 24 divisões nos céus. Cada divisão e chamada de hora, a palavra grega para hora. Essas horas, dizem os astrólogos, são dirigidas alternativamente pelo sol e pela lua, mudando-se a ordem de controle segundo o signo do zodíaco, dependendo de se é par ou ímpar. Visto que o sol e macho, sua influência é masculina e cruel, e porque a lua é fêmea, seu controle é feminino e brando.
Um famoso astrólogo indiano disse recentemente: “Parasara é sem dúvida aclamado como o pai da astrologia nesta atual era iníqua.” Quem era Parasara? Certa autoridade declara: “PARASARA. Nome de um antigo astrônomo indiano, autor de Parasaratantra. Diz-se que recebeu instrução em astronomia da Lua, e, daí, a transmitiu aos Yavanas (gregos).”
Acredita que a lua pode transmitir instruções aos humanos na terra? Ou acredita talvez que a astrologia ocidental seja diferente. Note o que a Encyclopædia Britannica diz a respeito da origem da astrologia ocidental e indiana:
“A astrologia grega foi transmitida à Índia no 2.° e 3.° séculos AD por meio de diversas traduções do sânscrito. . . . Não é, pois, de surpreender que as técnicas da astrologia indiana sejam similares às técnicas helenísticas correspondentes. . . . Recentemente, no Ocidente, porém, a astrologia está ganhando de novo grande número de adeptos do público, embora não pareça haver nenhum esforço no sentido de se restabelecer uma base teórica firme para ela. Tanto a astrologia indiana como a ocidental foram influenciadas pela astrologia grega. Evidentemente, os indianos fizeram com o zodíaco grego o que os romanos fizeram com o babilônico. A respeito da origem do zodíaco, uma história moderna declara:
“Os caldeus fizeram grande progresso no estudo da astronomia através de um esforço para descobrir o futuro nas estrelas. Essa arte chamamos de ‘astrologia’. . . . Os grupos de estrelas que levam agora o nome ‘Doze Signos do Zodíaco’ foram cartografados pela primeira vez, e os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno eram conhecidos. . . . Referimo-nos a esses planetas pelos seus nomes romanos, mas os romanos adotaram os termos babilônicos e simplesmente os traduziram para seus equivalentes em Roma. Assim, o planeta Istar, a deusa do amor, tornou-se Vênus, e o do deus Marduque foi mudado para Júpiter.”
Por conseguinte, quando são respeitadas as tabelas astrológicas nas publicações populares, ou são estimadas como tendo algum valor, não se trata realmente de respeito ou estima pelos antigos deuses de Babilônia? Desejaria que deuses supersticiosos orientassem sua vida?
Outros povos dos tempos antigos adoravam os astros e olhavam para eles em busca de orientação, mas isso não se dava com o povo de Deus, pois foi-lhe ordenado: “Não seja tentado a adorar e a servir o que vê no firmamento — o sol, a lua e as estrelas.” Os babilônios foram censurados pelo seu tratamento cruel do povo de Jeová, mas o conselho que receberam de seus astrólogos não lhes seria de proveito: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e o salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. Serão como pedacinhos de palha, e um fogo as consumirá! Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Deuteronômio 4:19; Isaías 47:13, 14, Today’s English Version.
A grande maioria na Índia hoje ainda acredita que as estrelas e os planetas dirigem sua vida inteira. Muitos acreditam que alguns planetas são do sexo masculino, outros do sexo feminino, e ainda outros são bissexuais.
Os astrólogos indianos dividem a zona dos céus estrelados em 12 signos do zodíaco de 30 graus cada um. Cada signo é subdividido em duas partes iguais de 15 graus, perfazendo assim 24 divisões nos céus. Cada divisão e chamada de hora, a palavra grega para hora. Essas horas, dizem os astrólogos, são dirigidas alternativamente pelo sol e pela lua, mudando-se a ordem de controle segundo o signo do zodíaco, dependendo de se é par ou ímpar. Visto que o sol e macho, sua influência é masculina e cruel, e porque a lua é fêmea, seu controle é feminino e brando.
Um famoso astrólogo indiano disse recentemente: “Parasara é sem dúvida aclamado como o pai da astrologia nesta atual era iníqua.” Quem era Parasara? Certa autoridade declara: “PARASARA. Nome de um antigo astrônomo indiano, autor de Parasaratantra. Diz-se que recebeu instrução em astronomia da Lua, e, daí, a transmitiu aos Yavanas (gregos).”
Acredita que a lua pode transmitir instruções aos humanos na terra? Ou acredita talvez que a astrologia ocidental seja diferente. Note o que a Encyclopædia Britannica diz a respeito da origem da astrologia ocidental e indiana:
“A astrologia grega foi transmitida à Índia no 2.° e 3.° séculos AD por meio de diversas traduções do sânscrito. . . . Não é, pois, de surpreender que as técnicas da astrologia indiana sejam similares às técnicas helenísticas correspondentes. . . . Recentemente, no Ocidente, porém, a astrologia está ganhando de novo grande número de adeptos do público, embora não pareça haver nenhum esforço no sentido de se restabelecer uma base teórica firme para ela. Tanto a astrologia indiana como a ocidental foram influenciadas pela astrologia grega. Evidentemente, os indianos fizeram com o zodíaco grego o que os romanos fizeram com o babilônico. A respeito da origem do zodíaco, uma história moderna declara:
“Os caldeus fizeram grande progresso no estudo da astronomia através de um esforço para descobrir o futuro nas estrelas. Essa arte chamamos de ‘astrologia’. . . . Os grupos de estrelas que levam agora o nome ‘Doze Signos do Zodíaco’ foram cartografados pela primeira vez, e os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno eram conhecidos. . . . Referimo-nos a esses planetas pelos seus nomes romanos, mas os romanos adotaram os termos babilônicos e simplesmente os traduziram para seus equivalentes em Roma. Assim, o planeta Istar, a deusa do amor, tornou-se Vênus, e o do deus Marduque foi mudado para Júpiter.”
Por conseguinte, quando são respeitadas as tabelas astrológicas nas publicações populares, ou são estimadas como tendo algum valor, não se trata realmente de respeito ou estima pelos antigos deuses de Babilônia? Desejaria que deuses supersticiosos orientassem sua vida?
Outros povos dos tempos antigos adoravam os astros e olhavam para eles em busca de orientação, mas isso não se dava com o povo de Deus, pois foi-lhe ordenado: “Não seja tentado a adorar e a servir o que vê no firmamento — o sol, a lua e as estrelas.” Os babilônios foram censurados pelo seu tratamento cruel do povo de Jeová, mas o conselho que receberam de seus astrólogos não lhes seria de proveito: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e o salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. Serão como pedacinhos de palha, e um fogo as consumirá! Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Deuteronômio 4:19; Isaías 47:13, 14, Today’s English Version.
É sua vida orientada pela astrologia?
Do correspondente de “Despertai!” na Índia
“Orientação Diária Para Setembro de 1981”
“1. Terça. Bom para pacientes tomarem seu primeiro banho após se restabelecerem de uma enfermidade.
“2. Quarta. Bom para experimentar instrumentos.
“3. Quinta. Bom para comprar vacas e cães, para lavrar a terra no jardim, para dirigir veículos novos, para tomar remédios, para usar roupas novas, para nomear pessoal, para cavar poços.”
ASSIM começa uma revista popular indiana sobre astrologia, dando seu horóscopo mensal.
Em todo o mundo, muitas publicações populares trazem tabelas sobre astrologia, oferecendo a milhões de leitores conselho e orientação na sua vida diária. E muitos consultam avidamente essas tabelas! Mas é realmente verdade que os planetas e as estrelas influem na vida das pessoas?
“Orientação Diária Para Setembro de 1981”
“1. Terça. Bom para pacientes tomarem seu primeiro banho após se restabelecerem de uma enfermidade.
“2. Quarta. Bom para experimentar instrumentos.
“3. Quinta. Bom para comprar vacas e cães, para lavrar a terra no jardim, para dirigir veículos novos, para tomar remédios, para usar roupas novas, para nomear pessoal, para cavar poços.”
ASSIM começa uma revista popular indiana sobre astrologia, dando seu horóscopo mensal.
Em todo o mundo, muitas publicações populares trazem tabelas sobre astrologia, oferecendo a milhões de leitores conselho e orientação na sua vida diária. E muitos consultam avidamente essas tabelas! Mas é realmente verdade que os planetas e as estrelas influem na vida das pessoas?
domingo, 4 de julho de 2010
Por Trás do Poder de Predição
Há vezes em que as predições astrológicas se confirmam. Mas, será que isto realmente se dá pela leitura dos astros? Anos atrás, o falecido psicólogo Vernon Clark testou as habilidades de alguns astrólogos. Forneceu-lhes dez casos e solicitou aos astrólogos que enquadrassem cada um deles em um de dois horóscopos. Os astrólogos tiveram um êxito fenomenal! Três astrólogos chegaram até a enquadrar corretamente todos eles!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
“A Culpa É dos Astros!”
Um dos perigos mais óbvios é que a astrologia desestimula as pessoas a assumir a responsabilidade por seus atos. Tome-se, por exemplo, o casamento. Declarou certo astrólogo sul-africano, a respeito de casais com horóscopos incompatíveis: “Já disse a várias pessoas que seu casamento não tem nenhuma chance, e que elas deveriam divorciar-se.”
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
A astrologia — é um divertimento inofensivo?
RECENTEMENTE, o astrônomo inglês Patrick Moore disse: “É muito ridículo pensar que vidas e destinos sejam controlados pelos astros . . . [A astrologia] é um negócio bem inofensivo, mas, para ser qualquer espécie de ciência, ela bem que carece de base.”
Encarando os assuntos dum ponto de vista puramente prático, contudo, a pessoa se vê obrigada a concluir que a astrologia é tudo, menos inofensiva.
Encarando os assuntos dum ponto de vista puramente prático, contudo, a pessoa se vê obrigada a concluir que a astrologia é tudo, menos inofensiva.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O zodíaco governa sua vida?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
Conflito com os ensinos bíblicos
Mas os profetas hebreus não rejeitavam a astrologia simplesmente por causa de seu óbvio fracasso em predizer o futuro com exatidão. A Lei que Deus transmitiu a Moisés dava aos israelitas alertas específicos contra procurar presságios. A Lei declarava: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação . . . ou quem procure presságios. . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10, 12.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.
Uma longa história de fracasso
A Bíblia mostra a relação entre a Babilônia e a astrologia, e muitas vezes faz referência aos astrólogos babilônios. (Daniel 4:7; 5:7, 11) Nos dias do profeta Daniel, a astrologia era tão difundida na Caldéia (Babilônia) que usar o termo “caldeu” era praticamente o mesmo que se referir aos astrólogos.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.
A astrologia é a chave para o seu futuro?
COMO você pode melhorar sua vida, ter sucesso no amor e conseguir dinheiro? Muitas pessoas procuram a resposta na astrologia. Todo dia, milhões consultam o horóscopo nos jornais na esperança de melhorar suas perspectivas na vida. Sabe-se que até mesmo líderes mundiais tomam suas decisões com base nas estrelas.
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
domingo, 20 de junho de 2010
Arraigada no Paganismo
Os babilônios criam que os corpos celestes eram as moradas dos deuses e, portanto, podiam influenciar as vidas humanas. Neste respeito, declara Beacon Lights of History (Faróis da História) de John Lord, no volume um, página quarenta e sete: “Há ainda outra classe inferior de deidades entre os assírios e babilônios que eram objetos de adoração, e que se supunha tinham grande influência nos assuntos humanos. Estas deidades eram os planetas com diferentes nomes.”
Ao maior planeta, agora chamado Júpiter, deram o nome de seu deus Marduque. Os babilônios consideravam o touro como símbolo de Marduque. Este animal tornou-se um dos mais importantes signos do zodíaco e é chamado Tauro pelos astrólogos atualmente.
Todo o movimento e fenômeno celeste, tal como o nascer e o pôr-do-sol, os equinócios e os solstícios, as fases da lua, os eclipses e o movimento dos meteoros, eram considerados como sendo atos desses deuses. Assim, fizeram-se elaborados mapas e tabelas destes movimentos na crença de que revelariam o que aconteceria no futuro com os assuntos humanos.
Ora, crê honestamente que pode obter conhecimento exato do futuro por voltar-se para os deuses falsos da antiga Babilônia? Mesmo que não considere os planetas e as estrelas como deuses, por confiar na astrologia estaria confiando nesses deuses. Por quê? Porque eram a base em que se edificou a astrologia, a razão para se pensar que as estrelas e os planetas influenciam as vidas humanas.
Visto que os deuses antigos não são mais indicados como explicação do por que a pessoa pensa que a astrologia funcione, tem-se sustentado que os corpos celestes liberam “emanações” que influenciam as pessoas. Os cientistas não captaram nenhuma emanação suficientemente forte para afetar os caracteres e os destinos dos homens. Assim, a que atribui tal pessoa o poder por trás da astrologia? Deve pensar de coração que há alguma força sobrenatural ligada com ela assim como outras pessoas pensam que tal força atua mediante uma quiromante. Em realidade, está confiando no espiritismo quer queira reconhecer isto quer não.
Já vimos que a astrologia não é um previsor fidedigno de eventos futuros, que é uma forma de adivinhação, que foi idealizada na crença errônea de que os planetas e as estrelas são deuses, e que tem raízes profundas no paganismo babilônio. Em vista disso, acha que é algo no qual um cristão deva interessar-se?
Ao maior planeta, agora chamado Júpiter, deram o nome de seu deus Marduque. Os babilônios consideravam o touro como símbolo de Marduque. Este animal tornou-se um dos mais importantes signos do zodíaco e é chamado Tauro pelos astrólogos atualmente.
Todo o movimento e fenômeno celeste, tal como o nascer e o pôr-do-sol, os equinócios e os solstícios, as fases da lua, os eclipses e o movimento dos meteoros, eram considerados como sendo atos desses deuses. Assim, fizeram-se elaborados mapas e tabelas destes movimentos na crença de que revelariam o que aconteceria no futuro com os assuntos humanos.
Ora, crê honestamente que pode obter conhecimento exato do futuro por voltar-se para os deuses falsos da antiga Babilônia? Mesmo que não considere os planetas e as estrelas como deuses, por confiar na astrologia estaria confiando nesses deuses. Por quê? Porque eram a base em que se edificou a astrologia, a razão para se pensar que as estrelas e os planetas influenciam as vidas humanas.
Visto que os deuses antigos não são mais indicados como explicação do por que a pessoa pensa que a astrologia funcione, tem-se sustentado que os corpos celestes liberam “emanações” que influenciam as pessoas. Os cientistas não captaram nenhuma emanação suficientemente forte para afetar os caracteres e os destinos dos homens. Assim, a que atribui tal pessoa o poder por trás da astrologia? Deve pensar de coração que há alguma força sobrenatural ligada com ela assim como outras pessoas pensam que tal força atua mediante uma quiromante. Em realidade, está confiando no espiritismo quer queira reconhecer isto quer não.
Já vimos que a astrologia não é um previsor fidedigno de eventos futuros, que é uma forma de adivinhação, que foi idealizada na crença errônea de que os planetas e as estrelas são deuses, e que tem raízes profundas no paganismo babilônio. Em vista disso, acha que é algo no qual um cristão deva interessar-se?
Começou na Babilônia
Ao examinar a história, verificará que a astrologia sempre esteve intimamente associada com povos supersticiosos e idólatras. De fato, é evidente que teve seu início na antiga Babilônia, a fonte de práticas religiosas enganosas, degradantes e falsas. O livro Religion of Babylonia and Assyria de Jastrow fala da “profunda impressão causada no mundo antigo pelas notáveis manifestações do pensamento religioso em Babilônia e pela atividade religiosa prevalecente naquela região”. Outro livro, The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) de J. Garnier, observa que “as pesquisas de escritores modernos . . . consideram, uniformemente, a Babilônia e a Assíria como o berço do antigo paganismo”.
Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”
Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.
Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”
Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.
Forma de Adivinhação
A astrologia afirma que oferece à pessoa uma visão do futuro com respeito a si mesma. Similarmente, os antigos idólatras procuravam presságios do futuro nas marcas do fígado de animais sacrificados. Consideravam tais marcas como reflexos em miniatura das estrelas, que julgavam que influenciavam suas vidas. Também procuravam presságios no vôo das aves e no movimento das estrelas e planetas. Estas são todas formas de adivinhação.
Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”
Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”
Linguagem Ambígua
A linguagem da astrologia, como talvez saiba, é geralmente ambígua. Isto permite diferentes interpretações. Talvez se diga a uma pessoa que “uma relação com um amigo sofrerá um refinamento”, que em certa data haverá um “acontecimento agradável” na vida de alguém, e assim por diante.
A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”
Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.
Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.
A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”
Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.
Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.
Quão Exata?
Lembra-se da afirmação que os astrólogos da Índia fizeram de que horrível calamidade ia acontecer em 1962? Ficaram excitados quando cinco planetas iam conjuntar-se, isto é, ficariam em posições tais que uma linha imaginária traçada da terra ao espaço os atravessaria. Simultaneamente, o sol iria entrar em eclipse com a lua. Esta raridade no movimento destes corpos celestes devia acontecer numa área do zodíaco que é considerada desfavorável.
Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.
Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.
Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.
Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.
Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.
Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.
Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.
Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.
O Zodíaco
Os astrólogos chamam de zodíaco àquela parte do céu acima da terra por onde se movem o sol, a lua e as estrelas. O nome vem do grego e significa “círculo de animais”. Cada um destes designa uma constelação de estrelas, chamada “signo” do zodíaco. Assim, um dos doze signos, o Escorpião, é representado por um escorpião e simboliza o período de 24 de outubro a 22 de novembro. Tauro, outro signo, é representado por um touro e simboliza o período de 21 de abril a 21 de maio. As pessoas nascidas durante quaisquer um destes períodos abrangidos por esses doze signos têm supostamente certas características diferentes das possuídas por pessoas nascidas em outros períodos; assim afirma a astrologia.
À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.
A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?
À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.
A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?
O que a astrologia oferece?
SEM dúvida, a popularidade da astrologia deve-se ao desejo comum das pessoas de conhecer o futuro. Já não sentiu esse desejo? Não é especialmente forte quando alguém se confronta com sentimentos de insegurança, confusão e incerteza quanto a qual seria a melhor coisa a fazer? Mas, pode confiar na astrologia para que lhe dê informações fidedignas sobre o futuro?
A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.
Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.
No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?
A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.
Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.
No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?
A crescente popularidade da astrologia
JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Poderiam os Horóscopos Ser Prejudiciais?
Sim, poderiam. Ao ler as colunas de horóscopos, corre o risco de perder a capacidade de fazer significativas decisões, ou, como se expressa o astrônomo Roger Culver: “O perigo é que passe a responsabilidade para outrem — os astros me obrigaram a fazer isso. Na verdade, a pessoa talvez leia as colunas apenas para divertir-se, mas, suponhamos que certo evento em sua vida coincida com o que leu no horóscopo. Não poderia tal pessoa ser sutilmente levada a crer que existe alguma verdade nas predições dos horóscopos? Não seria tentada a ficar mais profundamente envolvida na astrologia?
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Se isto se desse, poderia acontecer algo mais sério. O que começou como curiosidade inocente poderia transformar-se numa prática que viola o que disse o Deus Onipotente. Deus disse aos antigos israelitas que Ele odiava qualquer forma de adivinhação, incluindo a feita através da contemplação dos corpos celestes.
Para mostrar de modo preciso quão grave é tal assunto, a Bíblia diz: “Caso no teu meio, em uma das tuas cidades que teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! então tens de levar para fora, aos teus portões; tal homem ou tal mulher que fez essas coisas, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas, e tal pessoa tem de morrer.” — Deuteronômio 17:2-5.
Por que Deus detesta que se utilize o sol, a lua e as estrelas como presságios? Primeiro, porque isso age contra Seu propósito em criá-los. (Gênesis 1:14-18) Devemos voltar-nos para o Criador, e não para as coisas criadas, em busca de orientação. (Romanos 1:25) Segundo, porque Deus deve ocupar um lugar ímpar em nossa vida. A adoração a Ele não deve ser partilhada com nenhuma outra pessoa ou coisa. (Deuteronômio 4:24) A pessoa poderia confiar tanto em seu horóscopo que a tênue linha demarcatória entre a dependência e a adoração poderia ser cruzada. Terceiro, porque poderia abrir uma brecha para o ocultismo. E mexer com o oculto poderia fazer da pessoa insuspeita um alvo fácil para a força sobrenatural que está por trás do ocultismo — os demônios. (Compare com Deuteronômio 18:9-12; Isaías 47:12-14; Atos 16:16-18.) Para impedir que fiquemos perigosamente envolvidos com horóscopos, Deus nos provê algo melhor:
Ajudam Realmente os Horóscopos?
É claro que sim, respondem seus fervorosos adeptos. Por que pensam assim? Certa pessoa explicou: “Leio todo dia meu horóscopo . . . e diria que em cerca de 80 por cento as coisas que me disseram se provaram corretas.” Sim, tais pessoas acham que soluções, ou pelo menos orientações, para seus problemas, podem ser encontradas nos horóscopos.
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Não obstante, são realmente de ajuda as colunas de horóscopos dos jornais e das revistas? Observe o que a famosa astróloga Alexandra Mark escreveu em seu livro Astrology for the Aquarian Age (Astrologia Para a Era de Aquário): “Estas leituras . . . quase que não têm chance de se aplicarem a um indivíduo, exceto à base da coincidência. Mas, não se pode desperceber o poder da sugestão.” Pare e pense, gostaria que sua vida fosse guiada por simples coincidência ou unicamente pelo poder da sugestão?
‘No entanto’, talvez pergunte, ‘será que fazer-se um horóscopo pessoal baseado na hora e no local de nascimento exatos seria mais preciso?’ Tal crença obviamente se baseia na noção de que, de algum modo, os corpos celestes exercem poderosa influência sobre a vida das pessoas. Todavia, como poderia isto ser verdade em vista das amplas distâncias entre os planetas e a Terra? Os cientistas têm demonstrado que o efeito dos corpos celestes sobre os indivíduos, se é que existe, é insignificante. Efetivamente, a própria premissa em que se baseava a astrologia, de que a Terra era o centro do universo, e de que o sol e os planetas giravam em volta dela, é falsa.
Ao passo que a utilidade dos horóscopos é questionável, faríamos bem em formular a pergunta mais importante:
Horóscopos — ajudam ou prejudicam?
UMA dona-de-casa inicia sua rotina diária pela leitura duma coluna de jornal sobre “O Que Dizem os Astros”. Um operador da bolsa telefona para seu astrólogo antes de negociar. Um aficionado de corridas de cavalos segura um maço de dinheiro em uma das mãos e, na outra, o livro Como Apostar nos Cavalos, Segundo os Horóscopos. Os astros dos esportes, os políticos e muitos outros consultam obrigatoriamente seus horóscopos antes de fazerem uma decisão.
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Será que a posição dos astros, dos planetas, da lua e do sol, por ocasião do seu nascimento, conforme mapeada pelos astrólogos, influi em sua vida? Milhões hoje crêem que influi. Assim, talvez se indague:
Pode-se confiar em horóscopos?
ENTRE os horríveis crimes da II Guerra Mundial achavam-se os cometidos pelo Dr. Marcel Petiot. Ele ganhava a vida oferecendo às pessoas um salvo-conduto para deixar a França, então ocupada pelos nazistas. No entanto, assassinava seus clientes, apossava-se dos bens deles, e dissolvia o corpo deles num banho de cal virgem. Por fim, Petiot foi apanhado, e, em sua cela de morte admitiu ter matado 63 pessoas. O que, porém, tem isso que ver com horóscopos?
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
sexta-feira, 4 de junho de 2010
É Científica a Astrologia?
As descobertas científicas, nos tempos mais recentes, representam formidáveis desafios para a astrologia. Considere os seguintes fatos:
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
▪ Sabe-se agora que as estrelas que parecem estar numa constelação realmente não formam um grupo. Algumas delas estão nas profundezas do espaço, outras acham-se relativamente perto. Assim, as propriedades zodiacais das várias constelações são inteiramente imaginárias.
▪ Os planetas Urano, Netuno e Plutão eram desconhecidos dos primitivos astrólogos, pois eles não foram descobertos senão depois da invenção do telescópio. Como, então, suas “influências” eram englobadas nas cartas astrológicas traçadas séculos antes disso?
▪ A ciência da hereditariedade nos diz que nossos traços de personalidade são formados, não ao nascermos, mas na concepção, quando um dos milhões de espermatozóides do pai une-se com o óvulo da mãe. Todavia, a astrologia fixa o horóscopo da pessoa segundo o instante do nascimento, nove meses depois.
▪ A parte do céu pela qual parecem mover-se o sol, a lua e os planetas, chamada de zodíaco, é dividida pelos astrólogos em 12 casas iguais, cada uma com uma constelação como signo. Na realidade, existem 14 constelações nessa parte do céu. Elas não são de tamanho igual, e se sobrepõem uma à outra em certo grau. Assim, a carta traçada pelos astrólogos não tem nenhuma semelhança física com aquilo que se acha no céu.
▪ O tempo do percurso do sol entre as constelações, conforme visto por um observador terrestre, acha-se atualmente cerca de um mês atrasado em relação ao que era há 2.000 anos, quando foram traçadas as cartas e tabelas dos astrólogos. Assim, a astrologia colocaria uma pessoa nascida em fins de junho ou em princípios de julho como sendo de Câncer — altamente sensível, temperamental, reservada — porque, segundo as cartas, o Sol se acha então na constelação de Câncer. Na realidade, contudo, o Sol se acha na constelação de Gêmeos, que, presumivelmente, torna a pessoa “comunicativa, espirituosa e gostando de conversar”.
Será que as estrelas realmente controlam sua vida?
Será que as estrelas realmente controlam sua vida?
“UMA porção de pessoas querem saber de coisas bobas, corriqueiras — quando vou ganhar um milhão de dólares, ou quando vou conhecer o Sr. Maravilha?”, afirma um astrólogo de tempo parcial. Deveras, a maioria das pessoas se chega à astrologia como um meio de saber algo sobre seu futuro. E muitos astrólogos se mostram ansiosos de procurar satisfazer seu desejo — naturalmente que por um preço.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
“UMA porção de pessoas querem saber de coisas bobas, corriqueiras — quando vou ganhar um milhão de dólares, ou quando vou conhecer o Sr. Maravilha?”, afirma um astrólogo de tempo parcial. Deveras, a maioria das pessoas se chega à astrologia como um meio de saber algo sobre seu futuro. E muitos astrólogos se mostram ansiosos de procurar satisfazer seu desejo — naturalmente que por um preço.
No entanto, os astrólogos que se consideram atualizados desprezam tal conceito. “Isso não se aplica ao meu caso”, prossegue dizendo o astrólogo de tempo parcial. “Estou tentando ajudar as pessoas a compreender o seu próprio eu.” Em que sentido, então, deveria a astrologia supostamente ajudar as pessoas a compreenderem a si mesmas?
Todo o mundo sabe que as atividades humanas são influenciadas pelo sol, pela lua e pelas estrelas. O sol determina as estações e o ciclo de crescimento. A lua é a principal força por trás das marés. As estrelas há muito são usadas como guias para a navegação. É concebível que estes corpos celestes também desempenhem um papel influente em outras atividades de nossa vida?
Os astrólogos afirmam que sim. O princípio básico da astrologia é de que a posição do sol, da lua e dos planetas entre as constelações místicas, no instante de nosso nascimento, desempenha um papel influente em nosso caráter e em nossa vida. Assim, por saber a hora e o local do nascimento duma pessoa, o astrólogo pode traçar uma carta, ou horóscopo, mostrando as posições das estrelas e dos planetas, e interpretar os fatores que possam influenciar as ações daquela pessoa em determinada ocasião. Qual é a base para tal afirmação? Quão sólida é?
Como experiência, o psicólogo francês Michel Gauquelin enviou a um astrólogo, para serem analisados, a data e o local de nascimento de um assassino executado. Daí, mandou o resultado a 150 pessoas, que haviam respondido ao seu anúncio oferecendo uma análise horoscópica gratuita. Qual foi o resultado? Ele verificou que 90 por cento das pessoas disseram que a análise que elas receberam era uma descrição exata de sua personalidade, e 80 por cento disseram que até mesmo seus amigos e familiares concordaram com isso.
Chega de raciocínio objetivo! A verdade do assunto é que as leituras astrológicas são geralmente envoltas em linguagem tão vaga — e a natureza humana é tão complexa — que, se a pessoa estiver decidida a procurar algo que se enquadre, ela sempre conseguirá achar, não importa em que se baseie tal leitura.
O que é a astrologia?
Segundo a Enciclopédia Delta Universal, a astrologia “baseia-se na crença de que os corpos celestes distribuem-se de tal forma que podem revelar o futuro, a personalidade e o caráter das pessoas”. Os astrólogos afirmam que as posições precisas dos planetas e dos signos do zodíaco no momento em que a pessoa nasceu podem influenciar o rumo da vida dela. A posição desses corpos celestes num determinado momento é chamada de horóscopo.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A crença na astrologia é antiga. Há cerca de quatro mil anos os babilônios começaram a predizer o futuro com base nas posições do Sol, da Lua e dos cinco planetas mais visíveis. Alegavam que esses corpos celestes exerciam certa influência sobre o comportamento humano. Mais tarde eles incorporaram os signos do zodíaco nas suas predições.
A astrologia é a chave para o seu futuro?
COMO você pode melhorar sua vida, ter sucesso no amor e conseguir dinheiro? Muitas pessoas procuram a resposta na astrologia. Todo dia, milhões consultam o horóscopo nos jornais na esperança de melhorar suas perspectivas na vida. Sabe-se que até mesmo líderes mundiais tomam suas decisões com base nas estrelas.
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?
A Comissão de Investigação Científica de Afirmações de Paranormalidade (dos EUA), em 16 de novembro de 1984, sugeriu a inclusão da seguinte observação refutadora em todas as colunas de horóscopos: As previsões horoscópicas que seguem devem ser lidas apenas como divertimento. Tais predições não têm base em fatos científicos.”
“As pessoas estão confusas. Querem ajuda para fazerem decisões que envolvam suas finanças, seus relacionamentos pessoais e seu emprego. A religião não está satisfazendo tal carência, como outrora o fazia, e a psiquiatria tem suas limitações. Assim . . . na tentativa de ligar-se a algo que parece ter possibilidade científica [elas] se voltaram, em grande número, para a astrologia.” 3— Dr. Alan Rosenburg, psiquiatra, revista Natural/Science Annual.
Pode-se confiar em horóscopos?
ENTRE os horríveis crimes da II Guerra Mundial achavam-se os cometidos pelo Dr. Marcel Petiot. Ele ganhava a vida oferecendo às pessoas um salvo-conduto para deixar a França, então ocupada pelos nazistas. No entanto, assassinava seus clientes, apossava-se dos bens deles, e dissolvia o corpo deles num banho de cal virgem. Por fim, Petiot foi apanhado, e, em sua cela de morte admitiu ter matado 63 pessoas. O que, porém, tem isso que ver com horóscopos?
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
O Dr. Michel Gauquelin, que investiga as afirmações dos astrólogos já por cerca de 30 anos, decidiu utilizar Petiot como um teste. Enviou a data de nascimento do médico a um astrólogo profissional, que traçou por computador o horóscopo de Petiot. Gauquelin colocou então num jornal francês um anúncio que oferecia um horóscopo gratuito, personalizado, a qualquer pessoa que o solicitasse. O que ele enviava, contudo, era o horóscopo do assassino Dr. Petiot!
Será que alguém se deu conta de que recebera o horóscopo “errado”? Pelo contrário! Escreve Gauquelin: “Recebi dezenas de entusiásticas cartas de agradecimento. Noventa por cento achava que aquilo que fora indicado era bem verdadeiro, e expressava bem as suas dificuldades pessoais.” Prossegue Gauquelin: “Alguns psicólogos têm ensinado que todos tendemos a ver um reflexo de nós mesmos no horóscopo; mas ainda é inquietante que tais pessoas possam ver uma semelhança com elas mesmas num perfil traçado para enquadrar-se apenas num indivíduo — um assassino.”
QUÃO FIDEDIGNOS SÃO OS HORÓSCOPOS?
Os horóscopos baseiam-se na astrologia. Os astrólogos dizem que, para ser inteiramente exato, um horóscopo precisa basear-se na posição dos corpos celestes no instante e local exatos do nascimento da pessoa.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
Horóscopos de jornais e revistas, que muitos consultam, não são individualizados. Assim, não satisfazem este requisito. Por conseguinte, não se poderia esperar que fossem exatos.
São os horóscopos guias fidedignos?
São os horóscopos guias fidedignos?
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
São os horóscopos guias fidedignos?
São os horóscopos guias fidedignos?
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A MAIORIA das pessoas se interessa pelo futuro, especialmente pelo seu próprio futuro. Esperam que, de alguma forma, o amanhã seja melhor que o hoje. Muitos querem saber das dificuldades que o futuro talvez traga, e como evitá-las. Por este motivo, milhões de pessoas usam horóscopos, que, segundo se afirma, ajudam a pessoa a prever seu futuro e a guiam corretamente em fazer importantes decisões. Naturalmente, isto suscita uma pergunta óbvia:
A crescente popularidade da astrologia
JÁ NOTOU ultimamente que os vizinhos, os colegas de trabalho e até mesmo as pessoas no rádio e na televisão falam mais sobre a astrologia do que alguns anos atrás? Termos relacionados a ela saem de seus lábios de maneira freqüente e trivial. Talvez notou também um aumento no número de livros, revistas e artigos publicados sobre astrologia. Pode haver pouca dúvida de que está num auge de popularidade.
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
Só nos Estados Unidos, aproximadamente dez milhões de pessoas são seguidores zelosos da astrologia, e cerca de quarenta milhões mais, grande número dos quais sendo mulheres, envolvem-se nela. Na Grã-Bretanha, cerca de dois terços da população lêem horóscopos, uma modalidade da astrologia. Na Alemanha, aproximadamente dezoito milhões de pessoas são adeptos dela, e em França as pessoas pagam mais de NCr$ 2.925.000.000,00 por ano a quiromantes e astrólogos. Uma recente enquête descobriu que 58 por cento dos franceses conhecem seu próprio signo do zodíaco e que 53 por cento lêem seus horóscopos diariamente.
Há vinte anos, nos Estados Unidos, mal chegavam a cem os diários que traziam colunas de horóscopo. Atualmente, há cerca de mil e duzentos. As revistas de astrologia que antes acumulavam poeira nas bancas de jornais agora estão em grande demanda. São vendidas aos milhões num ano nos Estados Unidos. Em França, uma dessas revistas goza de uma circulação de 400.000 exemplares. Livrarias que suprem universitários ampliaram suas seções de astrologia por causa do crescente interesse que tais estudantes mostram por ela.
Quando a emissora de televisão WPIX-TV, de Nova Iorque, começou a incluir horóscopos em seus intervalos, verificou que eram tão populares que contratou um astrólogo para produzir um programa semanal de trinta minutos. Ainda outra evidência de sua popularidade é aparecerem seus símbolos astrológicos em vários tipos de mercadoria. Talvez já os viu em artigos de vidro, jóias, roupas infantis e papel de escrita.
A demanda de serviços astrológicos é suficiente para ocupar um computador. Em 1966, formou-se uma companhia para fornecer horóscopos e análises escritas por computador. As análises atingem umas 15.000 palavras, e o êxito do negócio reflete o crescente interesse do público na astrologia. O serviço da companhia é vendido por 350 lojas de departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.
O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.
O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.
A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.
Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.
No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.
Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?
O Conceito Cristão Sobre a Astrologia
O que, então, deve o cristão fazer ao ver a astrologia granjear popularidade? Pode tirar proveito do exemplo dos primitivos cristãos que viviam no Império Romano.
A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”
Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.
Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?
Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.
Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Deus, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.
Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.
A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”
Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.
Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?
Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.
Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Deus, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.
Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.
Proscrita a Astrologia
Visto que a astrologia descende da religião falsa, babilônica, não é compreensível a razão de Deus a ter proscrito de sua nação de Israel? Por assim fazer, revelou seu conceito dela, e os cristãos hodiernos são guiados por este. Na sua lei àquela nação, disse: “Não se deve achar em ti alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro.” — Deu. 18:10.
O que tem que ver este texto com a astrologia? Note a referência à “adivinhação”. Conforme já vimos, a astrologia é uma forma de adivinhação. A astrologia também envolve procurar presságios nos movimentos dos planetas e das estrelas, e o ‘procurar presságios’ foi também incluído nesta proibição divina.
A lei de Deus prosseguiu a dizer: “Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus, e é por causa destas coisas detestáveis que Deus, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (Deu. 18:12) Visto que Deus não muda, não podemos esperar que tenha a mesma atitude atualmente para com todas as formas de adivinhação? Não acharia a astrologia tão detestável atualmente quanto achou nos tempos antigos quando era parte da religião babilônica?
O que tem que ver este texto com a astrologia? Note a referência à “adivinhação”. Conforme já vimos, a astrologia é uma forma de adivinhação. A astrologia também envolve procurar presságios nos movimentos dos planetas e das estrelas, e o ‘procurar presságios’ foi também incluído nesta proibição divina.
A lei de Deus prosseguiu a dizer: “Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus, e é por causa destas coisas detestáveis que Deus, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (Deu. 18:12) Visto que Deus não muda, não podemos esperar que tenha a mesma atitude atualmente para com todas as formas de adivinhação? Não acharia a astrologia tão detestável atualmente quanto achou nos tempos antigos quando era parte da religião babilônica?
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