Diferentemente dos babilônios, os fiéis judeus não praticavam a astrologia — e por boas razões. Deus havia deixado bem claro o aviso: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10-12.
Os servos de Deus tomaram uma posição firme contra a astrologia. Por exemplo, o fiel rei Josias “acabou com a atividade . . . dos que faziam fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco”. Foi dito que o proceder de Josias “era direito aos olhos de Deus”, e Deus o abençoou por isso. (2 Reis 22:2; 23:5) Mas alguém talvez pergunte: ‘Não se cumprem pelo menos algumas das predições dos astrólogos?’
É interessante que nas Escrituras Gregas Cristãs há o relato de uma moça que “costumava fornecer muito ganho aos seus amos por praticar a arte do vaticínio”. Aparentemente ela havia acertado em algumas predições, visto que seus amos lucravam com os poderes dela. Mas o que estava por trás da capacidade da moça em predizer o futuro? A Bíblia declara que ela estava sob a influência de “um espírito, um demônio de adivinhação”. — Atos 16:16.
A Bíblia mostra que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, Satanás, o Diabo. (1 João 5:19) Quando manobra a situação para fazer as predições se concretizarem, Satanás e os demônios atraem a atenção de milhões de pessoas.
A verdade pura é que a astrologia é uma das “maquinações do Diabo”, que ele usa visando controlar e influenciar as pessoas para servir aos seus objetivos. Por isso, não é surpresa quando a Bíblia exorta os cristãos a ‘se manterem firmes’ contra as ciladas astutas de Satanás — entre as quais está a astrologia. (Efésios 6:11) Será então que não temos nenhuma orientação sobre o futuro?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Antecedentes
Diversas formas de zodíaco podem ser identificadas desde as mais antigas civilizações conhecidas. Até mesmo a Bíblia menciona as “constelações do zodíaco”. (2 Reis 23:5) Tudo indica que o zodíaco era consultado nos tempos antigos por hindus, bem como por chineses, egípcios, gregos e outros povos. No entanto, as primeiras referências ao zodíaco foram encontradas na antiga Babilônia.
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O objetivo dos babilônios quando desenvolveram a astrologia era prever o futuro. À medida que se davam conta do movimento dos astros, eles elaboravam gráficos e tabelas. Com base nisso, prediziam-se assuntos relacionados aos homens e acontecimentos referentes à Terra. Em muitos casos, não se tomavam decisões políticas nem militares sem antes chamar astrólogos para darem seu conselho. Assim sendo, uma classe sacerdotal que alegava ter sabedoria especial e poderes sobrenaturais chegou a ter grande influência. Na verdade, os principais templos em Babilônia possuíam um observatório astronômico.
Os signos do zodíaco continuam a desempenhar um papel importante na vida de muitas pessoas hoje em dia. Mesmo os que alegam que não acreditam em horóscopos às vezes dão uma olhada por diversão ou só por curiosidade. É verdade que os astrólogos já fizeram predições de fatos que ocorreram de verdade, mas isso significa que consultar as estrelas é benéfico? Como os antigos servos de Deus encaravam a astrologia?
O zodíaco governa sua vida?
“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?
Viver sob o controle da superstição
VOCÊ esbarra sem querer em alguém ao sair de casa. Tropeça numa pedra. Ouve o pio de determinada ave à noite. Tem o mesmo sonho várias vezes. Para muitos, essas coisas são corriqueiras e inofensivas. Mas para certos povos da África Ocidental, esses acontecimentos podem ser encarados como sinais, presságios ou mensagens do mundo espiritual. Dependendo do sinal e de sua interpretação, algo de muito bom ou uma calamidade poderá acontecer à pessoa.
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
Obviamente, a África não é o único lugar em que existem superstições. Apesar de viver muitos anos sob um regime oficialmente ateísta, um número surpreendente de pessoas na China e em algumas repúblicas da antiga União Soviética ainda se apegam a determinadas superstições. No Ocidente, muitos consultam o horóscopo, têm pavor mórbido da sexta-feira 13, e têm horror a gato preto. Alguns dos habitantes do extremo norte do planeta encaram a aurora boreal como sinal de guerra e pestilências. Na Índia, a Aids tem sido espalhada por caminhoneiros que acreditam que precisam ter relações sexuais para manter baixa a temperatura do corpo nos dias quentes. No Japão, operários que trabalham na construção de túneis acreditam que dá azar uma mulher entrar no túnel antes de ele ser concluído. Há muitas superstições também no mundo dos esportes. Um jogador de voleibol, por exemplo, chegou a atribuir as vitórias de seu time ao fato de ele usar meias pretas em vez de brancas. A lista é interminável.
E você? Tem algum medo inexplicável, que guarda para si? Sente-se afetado por uma “crença ou costume para o qual parece não haver explicação lógica”? Sua resposta pode ser reveladora, porque é assim que uma obra de referência define a palavra “superstição”.
Quem permite que a superstição influencie suas decisões e sua rotina diária está, na verdade, permitindo que sua vida seja controlada por algo que realmente não entende. Acha que isso é sensato? Deveríamos submeter-nos a tal influência obscura e possivelmente sinistra? Será que a superstição é uma idiossincrasia inofensiva ou uma ameaça perigosa?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Base Científica?
Será que buscar conhecer as caraterísticas ou o futuro de alguém por meio de presságios tem base científica? Isso carece por completo de evidência. Afirma o livro The Biological and Social Meaning of Race (O Sentido Biológico e Social de Raça): “O número possível de diferentes combinações de genes que um único humano poderia herdar é maior do que o número de átomos no universo.” As caraterísticas duma pessoa, seu modo de pensar e as decisões que governam seu futuro também envolvem seu meio-ambiente e sua cultura.
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Poderia haver qualquer correspondência significativa entre a personalidade ou o futuro de alguém e o lance dum par de dados (que só apresenta 36 possibilidades), o assentamento de folhas de chá, ou qualquer outra ocorrência ocasional? E serem as personalidades determinadas mormente pela hereditariedade por ocasião da concepção elimina qualquer “influência” dos corpos celestes na ocasião do nascimento.
Outro problema: Por causa da “precessão dos equinócios”, causada por ligeira “oscilação” da terra à medida que gira sobre seu eixo, o sol agora cruza o equador a cada primavera setentrional na constelação chamada Peixes, ao invés de na de Carneiro (Aries). Isto coloca as cartas tradicionais de astrologia que fornecem datas para a passagem do sol pelas doze constelações do zodíaco uma seção inteira fora de alinhamento.
“A inferência disso é clara”, observa Christopher McIntosh em The Astrologers and Their Creed (Os Astrólogos e Seu Credo). “Ou a tradição astrológica se tornou obsoleta logo que a precessão começou a influir no alinhamento dos signos e das constelações, ou as qualidades atribuídas aos signos não estão de forma alguma ligadas às estrelas.”
Naturalmente, outros métodos de adivinhação relacionados à astrologia (tais como certos tipos de leitura de cartas e quiromancia) igualmente carecem de base científica. É por isso que as predições dos adivinhos com freqüência falham.
“Mas, nem sempre falham”, alguém talvez objete. Isto é verdade. Vez por outra, alguns adivinhos têm sido surpreendentemente exatos. Mas, se seus métodos não são científicos, a que se atribui tal exatidão?
Métodos de Adivinhar a Sorte
Adivinhar a sorte, segundo The Encyclopedia Americana, envolve “predizer a sorte ou futuro da pessoa, por alegados sinais ou indícios vistos e interpretados por adivinhos amadores ou profissionais”.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte, portanto, é uma forma de adivinhação, processo de se obter conhecimento do desconhecido ou do futuro por meios extraordinários. É por isso que os nomes de muitos de seus métodos terminam com mancia (do grego manteía: “o modo de adivinhação”). Há, para exemplificar, a cartomancia (adivinhação da sorte por cartas), quiromancia (pelas linhas da mão) e cristalomancia (pelo uso duma bola de cristal ou de outro objeto transparente).
Muitos métodos de adivinhação envolvem a procura e a interpretação de presságios ou sinais que supostamente prefiguram eventos futuros. A astrologia se acha nesta categoria. Diz-se que o sol, a lua, as estrelas e os planetas influem sobre eventos terrestres e humanos. Cada grupo de estrelas e cada planeta, presume-se, exerce determinada influência, positiva ou negativa. Os astrólogos fazem um “horóscopo” ou carta das posições dos corpos celestes em relação uns aos outros na ocasião do nascimento da pessoa. A base disto, pretendem poder ler sua personalidade e seu destino.
A quiroscopia é uma forma de adivinhação pelo exame das linhas e de outras caraterísticas da palma da mão da pessoa. Demonstrando íntima conexão com a astrologia, os quiróscopos mencionam as mãos como tendo “montes” com nomes antigos dados em honra aos sete planetas conhecidos dos astrólogos antigos.
Alguns adivinhos operam com o baralho Tarô. Estas cartas especiais incluem 22 “tarôs” (ou trunfos) e 56 cartas numéricas. As cartas numéricas são divididas em quatro naipes. A cada naipe dá-se um sentido geral e dá-se a cada carta um significado específico. As cartas são interpretadas segundo os significados atribuídos a elas, modificados pela combinação de uma carta dada, podida ou mostrada.
A leitura do tarô, também, está ligada à astrologia. O livro How the Tarot Speakes to Modern Man (Como o Tarô se Exprime ao Homem Moderno) explica que os leitores do Tarô “baseiam sua interpretação das cartas na estrutura do universo, especialmente no sistema solar, conforme simbolizado pela Santa Cabala”. A “Cabala” (conjunto de doutrina oculta judaica) divide o universo em três elementos (fogo, ar e água), em sete planetas e nos doze signos do zodíaco — 22 ao todo, correspondendo às 22 cartas de trunfo do baralho Tarô.
Há muitos outros métodos de adivinhação por meio de presságios, inclusive pelo modo em que as folhas de chá se assentam no fundo da chávena, as configurações das gotas de óleo sobre a superfície da água e a queda de dados ou de dominós.
Adivinhar a sorte — pode isso realmente ajudá-lo?
“LEIO sua vida como um livro aberto.” “Respondo a todas as perguntas.” “Traga-me seus problemas e eu os resolverei — não importa quais sejam seus problemas.”
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
Tais afirmações foram feitas por uma adivinhadora da sorte num folheto que anunciava seus serviços.
Muitos levam a sério tais afirmações. Em todo o mundo, os que adivinham a sorte gozam de prósperos negócios. Alguns indivíduos visitam um deles todo dia e não fazem nenhuma grande decisão sem tal consulta.
O que é adivinhar a sorte? Pode realmente responder às questões vitais e solucionar problemas, Pode a adivinhação da sorte ajudá-lo?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
A Astrologia — É Uma Religião?
Alguns, porém, afirmam interessar-se apenas casualmente pela astrologia. Todavia, o que de início é um interesse casual pode transformar-se em algo parecido com a devoção religiosa. Disse um cientista que assinou a declaração supracitada contra a astrologia: “Para alguns, a astrologia é, sem dúvida, uma espécie de fuga . . . Para outros, a astrologia tornou-se uma revelação divina, uma verdade pura — isto é, uma religião genuína.” Há autoridades que afirmam que existe uma tendência de alguns de permitir que as predições dos horóscopos se tornem profecias que cumprem a si mesmas. Quando a astrologia controla tanto assim uma pessoa, tornou-se deveras uma religião.
A astrologia tornou-se deveras parte oficial da religião da antiga Babilônia. Será, contudo, que tal religião resultou em benefício para ela? Pelo contrário, a Bíblia contém a seguinte pronúncia contra a antiga Babilônia: “Fatigaste-te com a multidão dos teus conselheiros. Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os astrólogos, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” (Isaías 47:13, nota da Trad. do Novo Mundo, com Referências, em inglês.) As predições dos astrólogos de Babilônia não conseguiram poupar a cidade da ruína permanente. — Isaías 13:19, 20.
É interessante, porém, que a influência religiosa de Babilônia durou mais do que ela. “De Babilônia”, declara o livro A History of Astrology (História da Astrologia), “os caldeus levaram a astrologia para o Egito, e, mais importante ainda, para a Grécia”.
Seguir a religião da astrologia, portanto, é perigoso. Por quê? Porque, de acordo com a Bíblia, acha-se programada a destruição de todas as religiões baseadas nas crenças babilônicas. Deveras, a queda da antiga Babilônia aponta para esta futura devastação. Em Revelação 18:4, adverte-se-nos: “Saí dela [da organização babilônica], povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.”
A astrologia dificilmente pode ser assim chamada de ‘divertimento inofensivo’. (Compare com Deuteronômio 18:10-12.) Segui-la poderia ser o primeiro passo para se cair sob influências demoníacas perigosas e perder a amizade de Deus! (2 Coríntios 6:17, 18) Na verdade, todos nós precisamos de orientação. Mas, quão mais seguro e melhor é nos voltarmos para a Bíblia em busca de orientação! (Salmo 119:105) Aqueles que acatam a Palavra de Deus obtêm ajuda prática para enfrentar os problemas da vida, algo que a astrologia deixa de suprir.
A astrologia tornou-se deveras parte oficial da religião da antiga Babilônia. Será, contudo, que tal religião resultou em benefício para ela? Pelo contrário, a Bíblia contém a seguinte pronúncia contra a antiga Babilônia: “Fatigaste-te com a multidão dos teus conselheiros. Que se ponham de pé, pois, e que te salvem, os adoradores dos céus, os astrólogos, os que divulgam conhecimento nas luas novas a respeito das coisas que virão sobre ti.” (Isaías 47:13, nota da Trad. do Novo Mundo, com Referências, em inglês.) As predições dos astrólogos de Babilônia não conseguiram poupar a cidade da ruína permanente. — Isaías 13:19, 20.
É interessante, porém, que a influência religiosa de Babilônia durou mais do que ela. “De Babilônia”, declara o livro A History of Astrology (História da Astrologia), “os caldeus levaram a astrologia para o Egito, e, mais importante ainda, para a Grécia”.
Seguir a religião da astrologia, portanto, é perigoso. Por quê? Porque, de acordo com a Bíblia, acha-se programada a destruição de todas as religiões baseadas nas crenças babilônicas. Deveras, a queda da antiga Babilônia aponta para esta futura devastação. Em Revelação 18:4, adverte-se-nos: “Saí dela [da organização babilônica], povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.”
A astrologia dificilmente pode ser assim chamada de ‘divertimento inofensivo’. (Compare com Deuteronômio 18:10-12.) Segui-la poderia ser o primeiro passo para se cair sob influências demoníacas perigosas e perder a amizade de Deus! (2 Coríntios 6:17, 18) Na verdade, todos nós precisamos de orientação. Mas, quão mais seguro e melhor é nos voltarmos para a Bíblia em busca de orientação! (Salmo 119:105) Aqueles que acatam a Palavra de Deus obtêm ajuda prática para enfrentar os problemas da vida, algo que a astrologia deixa de suprir.
Por Trás do Poder de Predição
Há vezes em que as predições astrológicas se confirmam. Mas, será que isto realmente se dá pela leitura dos astros? Anos atrás, o falecido psicólogo Vernon Clark testou as habilidades de alguns astrólogos. Forneceu-lhes dez casos e solicitou aos astrólogos que enquadrassem cada um deles em um de dois horóscopos. Os astrólogos tiveram um êxito fenomenal! Três astrólogos chegaram até a enquadrar corretamente todos eles!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”
É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!
“A Culpa É dos Astros!”
Um dos perigos mais óbvios é que a astrologia desestimula as pessoas a assumir a responsabilidade por seus atos. Tome-se, por exemplo, o casamento. Declarou certo astrólogo sul-africano, a respeito de casais com horóscopos incompatíveis: “Já disse a várias pessoas que seu casamento não tem nenhuma chance, e que elas deveriam divorciar-se.”
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!
E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.
E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.
Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?
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