sábado, 10 de julho de 2010

Origem e Finalidade dos Corpos Celestes

Esboçando a origem e o propósito das estrelas e dos planetas, a Bíblia diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra. E Deus prosseguiu, dizendo: ‘Venha a haver luzeiros na expansão dos céus para fazerem separação entre o dia e a noite; e eles terão de servir de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos.’ E Deus passou a fazer os dois grandes luzeiros, o luzeiro maior para dominar o dia e o luzeiro menor para dominar a noite, e também as estrelas.” — Gênesis 1:1, 14, 16.

Assim, o sol é para dominar o dia, a lua, a noite, mas nenhum dos dois deve dominar ou dirigir os humanos! Antes, eles têm a finalidade de servir os interesses do homem.

As Particularidades e a Origem da Astrologia

A astrologia chegou até nosso avançado século 20 de um passado distante, obscuro e supersticioso. Veio de um tempo em que os antigos acreditavam que os planetas eram deuses, e que essas divindades em órbita tinham influência religiosa sobre os assuntos e as decisões diárias das massas. Naqueles dias, as constelações eram consultadas por ocasião de nascimentos, casamentos e toda vez que havia infortúnio ou sucesso na família

A grande maioria na Índia hoje ainda acredita que as estrelas e os planetas dirigem sua vida inteira. Muitos acreditam que alguns planetas são do sexo masculino, outros do sexo feminino, e ainda outros são bissexuais.

Os astrólogos indianos dividem a zona dos céus estrelados em 12 signos do zodíaco de 30 graus cada um. Cada signo é subdividido em duas partes iguais de 15 graus, perfazendo assim 24 divisões nos céus. Cada divisão e chamada de hora, a palavra grega para hora. Essas horas, dizem os astrólogos, são dirigidas alternativamente pelo sol e pela lua, mudando-se a ordem de controle segundo o signo do zodíaco, dependendo de se é par ou ímpar. Visto que o sol e macho, sua influência é masculina e cruel, e porque a lua é fêmea, seu controle é feminino e brando.

Um famoso astrólogo indiano disse recentemente: “Parasara é sem dúvida aclamado como o pai da astrologia nesta atual era iníqua.” Quem era Parasara? Certa autoridade declara: “PARASARA. Nome de um antigo astrônomo indiano, autor de Parasaratantra. Diz-se que recebeu instrução em astronomia da Lua, e, daí, a transmitiu aos Yavanas (gregos).”

Acredita que a lua pode transmitir instruções aos humanos na terra? Ou acredita talvez que a astrologia ocidental seja diferente. Note o que a Encyclopædia Britannica diz a respeito da origem da astrologia ocidental e indiana:

“A astrologia grega foi transmitida à Índia no 2.° e 3.° séculos AD por meio de diversas traduções do sânscrito. . . . Não é, pois, de surpreender que as técnicas da astrologia indiana sejam similares às técnicas helenísticas correspondentes. . . . Recentemente, no Ocidente, porém, a astrologia está ganhando de novo grande número de adeptos do público, embora não pareça haver nenhum esforço no sentido de se restabelecer uma base teórica firme para ela. Tanto a astrologia indiana como a ocidental foram influenciadas pela astrologia grega. Evidentemente, os indianos fizeram com o zodíaco grego o que os romanos fizeram com o babilônico. A respeito da origem do zodíaco, uma história moderna declara:

“Os caldeus fizeram grande progresso no estudo da astronomia através de um esforço para descobrir o futuro nas estrelas. Essa arte chamamos de ‘astrologia’. . . . Os grupos de estrelas que levam agora o nome ‘Doze Signos do Zodíaco’ foram cartografados pela primeira vez, e os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno eram conhecidos. . . . Referimo-nos a esses planetas pelos seus nomes romanos, mas os romanos adotaram os termos babilônicos e simplesmente os traduziram para seus equivalentes em Roma. Assim, o planeta Istar, a deusa do amor, tornou-se Vênus, e o do deus Marduque foi mudado para Júpiter.”

Por conseguinte, quando são respeitadas as tabelas astrológicas nas publicações populares, ou são estimadas como tendo algum valor, não se trata realmente de respeito ou estima pelos antigos deuses de Babilônia? Desejaria que deuses supersticiosos orientassem sua vida?

Outros povos dos tempos antigos adoravam os astros e olhavam para eles em busca de orientação, mas isso não se dava com o povo de Deus, pois foi-lhe ordenado: “Não seja tentado a adorar e a servir o que vê no firmamento — o sol, a lua e as estrelas.” Os babilônios foram censurados pelo seu tratamento cruel do povo de Jeová, mas o conselho que receberam de seus astrólogos não lhes seria de proveito: “É impotente, apesar dos conselhos que obtém. Que os seus astrólogos venham e o salvem — aquelas pessoas que estudam as estrelas, que mapeiam as casas dos céus e lhe dizem, de mês em mês, o que lhe irá acontecer. Serão como pedacinhos de palha, e um fogo as consumirá! Não poderão nem sequer salvar a si mesmas.” — Deuteronômio 4:19; Isaías 47:13, 14, Today’s English Version.

É sua vida orientada pela astrologia?

Do correspondente de “Despertai!” na Índia

“Orientação Diária Para Setembro de 1981”

“1. Terça. Bom para pacientes tomarem seu primeiro banho após se restabelecerem de uma enfermidade.

“2. Quarta. Bom para experimentar instrumentos.

“3. Quinta. Bom para comprar vacas e cães, para lavrar a terra no jardim, para dirigir veículos novos, para tomar remédios, para usar roupas novas, para nomear pessoal, para cavar poços.”

ASSIM começa uma revista popular indiana sobre astrologia, dando seu horóscopo mensal.

Em todo o mundo, muitas publicações populares trazem tabelas sobre astrologia, oferecendo a milhões de leitores conselho e orientação na sua vida diária. E muitos consultam avidamente essas tabelas! Mas é realmente verdade que os planetas e as estrelas influem na vida das pessoas?

domingo, 4 de julho de 2010

Por Trás do Poder de Predição

Há vezes em que as predições astrológicas se confirmam. Mas, será que isto realmente se dá pela leitura dos astros? Anos atrás, o falecido psicólogo Vernon Clark testou as habilidades de alguns astrólogos. Forneceu-lhes dez casos e solicitou aos astrólogos que enquadrassem cada um deles em um de dois horóscopos. Os astrólogos tiveram um êxito fenomenal! Três astrólogos chegaram até a enquadrar corretamente todos eles!

O astrólogo americano, Dal Lee, conseguiu acertar sete dos dez. Mas, a que se devia atribuir seu êxito? Pelo visto, envolvia mais do que a leitura dos astros. “Devia levar pelo menos meia hora para um astrólogo avaliar cada tema, isto quer dizer, dez horas ao todo”, Lee alegadamente disse. Todavia, por estar ocupado nessa ocasião, Lee “somente dedicou um minuto a cada tema”. Admitidamente, então, seu êxito não era “puramente astrológico”. Confessou Lee: “Creio, antes, tratar-se dum caso de ‘percepção extra-sensorial’.”

É interessante que diversos astrólogos admitem, igualmente, utilizar o que equivale a poderes ocultos. Isto deve alertar as pessoas interessadas em agradar a Deus. Pois em Isaías 1:13, Deus afirma taxativamente: “Não posso tolerar o uso de poder mágico.” Por quê? A Bíblia mostra que as pessoas que manifestam poderes de predição acham-se amiúde sob controle ou influência de forças espirituais demoníacas. (Compare com Atos 16:16-18.) As predições astrológicas, por conseguinte, podem às vezes não ser nada mais do que proferimentos dos demônios — inimigos juramentados de Deus e das pessoas que servem a Ele! Apenas danos podem sobrevir àquele que procura a orientação demoníaca!

“A Culpa É dos Astros!”

Um dos perigos mais óbvios é que a astrologia desestimula as pessoas a assumir a responsabilidade por seus atos. Tome-se, por exemplo, o casamento. Declarou certo astrólogo sul-africano, a respeito de casais com horóscopos incompatíveis: “Já disse a várias pessoas que seu casamento não tem nenhuma chance, e que elas deveriam divorciar-se.”

Mas, considere só: Será razoável pôr fim a um casamento porque estrelas e planetas têm péssima compatibilidade? Não seria melhor que os casais que têm problemas assumissem a responsabilidade por seus atos, e procurassem ajuda? A Bíblia contém muitos conselhos práticos para a solução dos problemas conjugais. (Veja, por exemplo, Efésios 5:22-25.) E muitos que os aplicaram obtiveram exatamente a ajuda correta, e salvaram seu casamento. Agir assim certamente é melhor do que lançar nos astros a culpa por seus problemas!

E que dizer dos numerosos erros que cometemos na vida? Será saudável justificar-nos, culpando a astrologia? Há alguns anos, um senhor de Miami, Flórida, EUA, foi acusado de roubo, estupro e tentativa de agressão. Qual foi sua defesa? Ele arranjou três astrólogos que afirmaram que ele não poderia evitar isso, devido ao “alinhamento desarmonioso dos planetas”. Seguir esta linha de raciocínio somente poderia aprofundar a pessoa na trilha do erro.

E pense só no que aconteceria se pessoas de responsabilidade, tais como os líderes nacionais, começassem a voltar-se para os astros em busca de orientação. No livro Human Destiny — The Psychology of Astrology (O Destino Humano — A Psicologia da Astrologia), Gwin Turner nos fornece este lembrete que deixa gelada a espinha: “Reis e Governantes do passado sempre mantinham ao lado seus Astrólogos, e até mesmo na segunda guerra mundial, um astrólogo húngaro, Louis de Wohl, era utilizado sem alarde pelo Ministério da Guerra britânico.” Ele fornecia aos ingleses predições sobre o êxito de certos oficiais, e sobre vitórias em certas batalhas. Também conseguia dizer ao Ministério da Guerra britânico que conselhos Hitler estava obtendo de seus astrólogos, de acordo com o horóscopo dele. Alguns chegam até a afirmar que diversos políticos hoje em dia se voltam para os astros em busca de orientação.

Parece-lhe inofensivo que decisões de vida ou morte dependam da posição dos planetas?

A astrologia — é um divertimento inofensivo?

RECENTEMENTE, o astrônomo inglês Patrick Moore disse: “É muito ridículo pensar que vidas e destinos sejam controlados pelos astros . . . [A astrologia] é um negócio bem inofensivo, mas, para ser qualquer espécie de ciência, ela bem que carece de base.”

Encarando os assuntos dum ponto de vista puramente prático, contudo, a pessoa se vê obrigada a concluir que a astrologia é tudo, menos inofensiva.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O zodíaco governa sua vida?

“NÃO FALTAM JOVENS E ADULTOS QUE VASCULHAM NAS ESTRELAS INDÍCIOS DO SEU DESTINO.” — PAPA JOÃO PAULO II.
DE ACORDO com uma pesquisa, 1 em 4 norte-americanos recorre à astrologia quando precisa tomar decisões. Consultar o horóscopo definitivamente não é hábito só dos norte-americanos. Praticamente no mundo todo, consulta-se o zodíaco em busca de conselhos sobre assuntos financeiros, viagens, mudanças de profissão, datas de casamento e estratégias militares. Alega-se que os signos podem revelar prospectivos cônjuges e até mesmo indicar se haverá incompatibilidade no casamento. Do Oriente ao Ocidente, a astrologia atrai a atenção de milhões de pessoas. Mas qual é a origem do zodíaco?

Conflito com os ensinos bíblicos

Mas os profetas hebreus não rejeitavam a astrologia simplesmente por causa de seu óbvio fracasso em predizer o futuro com exatidão. A Lei que Deus transmitiu a Moisés dava aos israelitas alertas específicos contra procurar presságios. A Lei declarava: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação . . . ou quem procure presságios. . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10, 12.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.

Uma longa história de fracasso

A Bíblia mostra a relação entre a Babilônia e a astrologia, e muitas vezes faz referência aos astrólogos babilônios. (Daniel 4:7; 5:7, 11) Nos dias do profeta Daniel, a astrologia era tão difundida na Caldéia (Babilônia) que usar o termo “caldeu” era praticamente o mesmo que se referir aos astrólogos.
Daniel presenciou não só a influência da astrologia em Babilônia, mas também o fracasso dos astrólogos em predizer a queda da cidade. (Daniel 2:27) Observe o que o profeta Isaías tinha predito com exatidão dois séculos antes. Ele escreveu com desprezo: “Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizerem, todos os meses, o que vai acontecer com você. . . . Eles não poderão se salvar.” — Isaías 47:13, 14, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Parece que os astrólogos babilônios não conseguiram prever a queda de sua cidade mesmo com poucas horas de antecedência. E quando o julgamento desfavorável do próprio Deus apareceu na parede do palácio do Rei Belsazar, os astrólogos foram incapazes de interpretar a escrita criptográfica. — Daniel 5:7, 8.
Hoje em dia, os astrólogos ainda são incapazes de predizer eventos importantes. Depois de examinar mais de três mil predições astrológicas específicas, os investigadores científicos Robert Culver e Philip Ianna concluíram que apenas 10% eram exatas. Qualquer analista bem-informado poderia fazer melhor.

A astrologia é a chave para o seu futuro?

COMO você pode melhorar sua vida, ter sucesso no amor e conseguir dinheiro? Muitas pessoas procuram a resposta na astrologia. Todo dia, milhões consultam o horóscopo nos jornais na esperança de melhorar suas perspectivas na vida. Sabe-se que até mesmo líderes mundiais tomam suas decisões com base nas estrelas.
Será que a astrologia é confiável? Como os astrólogos fazem suas previsões? Os cristãos devem deixar os corpos celestes decidir como vivem?