sexta-feira, 28 de maio de 2010

Uma forma de adivinhação?

A Bíblia não menciona a numerologia por nome. Mas fala de Hamã, um amalequita que tramou exterminar os judeus que viviam na Pérsia, no quinto século AEC. Diz o relato: “Lançaram o pur, isto é, a sorte, na presença de Hamã a fim de escolher um dia e um mês para executar o plano. E foi sorteado o décimo segundo mês, o mês de adar.” (O grifo é nosso.) — Ester 3:7, Nova Versão Internacional.

Na antiguidade, lançar sortes era uma maneira legítima de resolver controvérsias. (Provérbios 18:18) Mas Hamã lançou sortes como prática de adivinhação — algo que a Bíblia condena. Deuteronômio 18:10-12 diz que Deus detesta “alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus”.

A Bíblia relaciona a adivinhação e os poderes místicos com o espiritismo. Espíritos perversos podem manobrar os eventos para se ajustarem a seus objetivos. Quer seja esse o caso, quer não, numa determinada ocorrência, uma coisa é certa: a prática do espiritismo é condenada por Deus e pode colocar a pessoa sob o controle de espíritos perversos. — 1 Samuel 15:23; Efésios 6:12.

A numerologia carece de base científica e fracassa quando é examinada à luz da razão. Mais importante ainda, por ser uma forma de adivinhação, a numerologia conflita com os ensinos da Bíblia. Em vista disso, a numerologia não é uma maneira benéfica de controlar a vida ou de planejar o futuro.

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