O que, então, deve o cristão fazer ao ver a astrologia granjear popularidade? Pode tirar proveito do exemplo dos primitivos cristãos que viviam no Império Romano.
A astrologia era popular no Império Romano. Conforme o livro Encyclopœdia of Religion and Ethics, de James Hastings, diz, no Volume IV: “Os mais influentes desses exponentes da adivinhação exótica eram os caldeus, ou, conforme foram subseqüentemente denominados, matemáticos, i. e., os professores da astrologia babilônia, que pressagiavam o destino dos indivíduos por meio do horóscopo . . . e davam informações a respeito do futuro segundo os movimentos dos corpos celestes. Esses astrólogos foram banidos de Roma e da Itália pela primeira vez em 139 E. C. . . . Tais medidas, porém, não trouxeram diminuição considerável de sua atividade, visto que sua clientela incluía pessoas do mais alto nível, e até os próprios Imperadores faziam uso de sua arte.”
Apesar de sua popularidade entre os romanos, os primitivos cristãos nada tinham a ver com ela. Muitos se haviam envolvido com a adivinhação e outras formas de espiritismo antes de se tornarem cristãos. Quando tornaram-se cristãos, separaram-se do espiritismo e de todos os utensílios da falsa religião. Conta-se-nos que “um número considerável dos que haviam praticado artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram diante de todos”. (Atos 19:19) Mui provavelmente livros sobre astrologia se achavam entre os queimados por serem uma forma popular de adivinhação naquele tempo.
Fizeram a coisa certa. Como poderia um cristão ‘comer da mesa dos demônios’ por se empenhar na adivinhação e também ‘comer da mesa de Deus’ por pretender ser identificado como cristão e ser participante do alimento espiritual que Ele provê em sua Palavra escrita?
Se um cristão confiasse na astrologia, não se estaria colocando na mesma posição que os israelitas desobedientes? Não estaria depositando sua confiança em falsos deuses-estrelas babilônios que constituíam a base da astrologia? Não estaria fazendo de si um seguidor da ramificação de uma religião idólatra, falsa, contra a qual seu Criador expressou seu ódio? — Rev. 22:15.
Em vista das raízes que a astrologia tem na religião idólatra de Babilônia e sua ligação com o espiritismo, como poderia qualquer cristão verdadeiro considerá-la com aprovação? Um dos cristãos primitivos, o apóstolo Paulo, apontou para o proceder correto a seguir quando disse: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Deus, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14, 17.
Os que desejam ser cristãos devem evitar a astrologia. No entanto, isto não significa que não podem procurar saber o futuro. Na verdade, dispõem de um modo muitíssimo mais fidedigno de saber estes importantes assuntos.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
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