quinta-feira, 1 de julho de 2010

Conflito com os ensinos bíblicos

Mas os profetas hebreus não rejeitavam a astrologia simplesmente por causa de seu óbvio fracasso em predizer o futuro com exatidão. A Lei que Deus transmitiu a Moisés dava aos israelitas alertas específicos contra procurar presságios. A Lei declarava: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação . . . ou quem procure presságios. . . . Todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Deus.” — Deuteronômio 18:10, 12.
Embora a palavra astrologia não apareça nesses versículos, é claro que a proibição incluía essa prática. A Encyclopædia Britannica menciona que a astrologia é um “tipo de adivinhação que consiste em predizer o que acontece na Terra e com os humanos por observar e interpretar a posição das estrelas fixas, do Sol, da Lua e dos planetas”. Todas as formas de adivinhação — seja com base nas estrelas ou em outros objetos — violam as orientações divinas. Por quê? Por boas razões.
Em vez de responsabilizar as estrelas por nossos sucessos e fracassos, a Bíblia diz claramente que “o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7) Deus nos considera responsáveis por nossas ações, já que temos lívre-arbítrio. (Deuteronômio 30:19, 20; Romanos 14:12) É verdade que, em resultado de acontecimentos além do nosso controle, podemos sofrer um acidente ou contrair uma doença. Mas a Bíblia explica que essas calamidades acontecem por causa do ‘tempo e do imprevisto’, não por causa do horóscopo. — Eclesiastes 9:11.
No que se refere aos relacionamentos humanos, a Bíblia nos exorta a desenvolver qualidades como compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade e amor. (Colossenses 3:12-14) Essas qualidades são a chave para fazer amizades duradouras e fortalecer o casamento. “Afinidade astrológica” não é uma base segura para escolher alguém com quem se casar. O psicólogo Bernard Silverman analisou o mapa astral de cerca de 3.500 casais e, desses, 17% haviam se divorciado. Segundo ele, não houve um índice de divórcio mais baixo entre os que tinham se casado com alguém ‘astrologicamente compatível’.
Fica claro que a astrologia não é confiável e é enganosa. Poderia fazer-nos culpar as estrelas pelos nossos erros em vez de nós mesmos. Acima de tudo, é claramente condenada pela Palavra de Deus.

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