Ao examinar a história, verificará que a astrologia sempre esteve intimamente associada com povos supersticiosos e idólatras. De fato, é evidente que teve seu início na antiga Babilônia, a fonte de práticas religiosas enganosas, degradantes e falsas. O livro Religion of Babylonia and Assyria de Jastrow fala da “profunda impressão causada no mundo antigo pelas notáveis manifestações do pensamento religioso em Babilônia e pela atividade religiosa prevalecente naquela região”. Outro livro, The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) de J. Garnier, observa que “as pesquisas de escritores modernos . . . consideram, uniformemente, a Babilônia e a Assíria como o berço do antigo paganismo”.
Indicando que a astrologia teve seu começo na Mesopotâmia, onde se localizava Babilônia, o livro The Ancient Gods (Os Deuses Antigos) de E. O. James declara: “Desenvolveu-se ali complicada ciência astral por um corpo altamente organizado de áugures, videntes e astrólogos com extensiva literatura sobre presságios, abrangendo longa série de tabuinhas que tratavam de todo aspecto dos fenômenos augurais. . . . Todo fenômeno celeste, com efeito, era considerado como tendo seu correspondente nos eventos humanos, e cada indivíduo era, na inteireza, colocado sob a influência de um planeta ou uma estrela fixa que determinava sua sorte desde o berço até a sepultura. . . . As estrelas adquiriram um significado mais pessoal, e junto com o sol, a lua e os planetas, determinavam os destinos humanos com elaborada ciência astrológica que atingiu o Mediterrâneo oriental e o Mar Egeu no rastro de conquistas de Alexandre Magno no quarto século A. C.”
Encontraram-se tabuinhas de argila com expressões astrológicas de milhares de anos perto do local da antiga Babilônia. A astrologia achava-se tão intimamente ligada com a Babilônia que os astrólogos nos tempos antigos eram amiúde chamados de caldeus, outro nome dos babilônios. Da Babilônia, a astrologia se espalhou para a Grécia, Roma, e por toda a terra.
domingo, 20 de junho de 2010
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