A linguagem da astrologia, como talvez saiba, é geralmente ambígua. Isto permite diferentes interpretações. Talvez se diga a uma pessoa que “uma relação com um amigo sofrerá um refinamento”, que em certa data haverá um “acontecimento agradável” na vida de alguém, e assim por diante.
A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”
Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.
Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.
domingo, 20 de junho de 2010
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